Alper Seguros defende gestão ativa para combater riscos invisíveis em 2026
No mês do Mundial da Saúde, a companhia destaca que o sucesso corporativo agora é medido pela antecipação de doenças crônicas e saúde mental, substituindo o modelo reativo de sinistralidade por tecnologia e cuidado preventivo
O tradicional benefício do plano de saúde, antes visto como uma oferta passiva de rede credenciada, passa por uma transformação radical no cenário corporativo de 2026. A Alper Seguros, uma das maiores consultorias de benefícios corporativos e seguros do país, aproveita o marco do Dia Mundial da Saúde (7 de abril), estendido por todo o mês, para alertar: empresas que focam apenas no custo da sinistralidade no plano de saúde estão negligenciando as causas reais que impactam a sustentabilidade do negócio.
A transição do “fornecer um plano” para o “gerir a saúde de fato” é a aposta da Alper para enfrentar riscos emergentes, como o Burnout e doenças crônicas silenciosas, que muitas vezes levam anos para manifestar sintomas graves.
“O mercado ainda confunde oferecer acesso à saúde com gerir saúde. Ter um plano não significa ter uma população saudável,” afirma Cláudio Tafla, superintendente de Gestão de Saúde da Alper Seguros. “Vemos um modelo ainda muito centrado na doença já instalada. Nosso propósito é inverter essa lógica, atuando antes do evento por meio de monitoramento contínuo e mudança de comportamento.”
O perigo do “risco invisível”
Para a Alper, o desafio atual não é apenas identificar doenças conhecidas como o sedentarismo, mas sim mapear a “saúde mental subclínica” — colaboradores que ainda performam, mas apresentam sinais de esgotamento que não aparecem nos indicadores tradicionais de RH.
Como a maior parte do tempo produtivo é vivida dentro das organizações (seja no modelo presencial, híbrido ou remoto), a consultoria defende que a empresa deve ser a facilitadora dos três pilares fundamentais da longevidade: alimentação saudável, atividade física e autoconhecimento.
Inovação digital e acessibilidade
Para materializar essa cultura, a Alper implementou ferramentas que aproximam o cuidado da rotina corrida dos profissionais. Exemplos como o Mini Check-up Digital e o Consultório Digital funcionam como portas de entrada para a detecção precoce.
“Com a evolução da tecnologia, conseguimos interagir de forma mais próxima via wearables, redes sociais e inteligência de dados. O diabetes, por exemplo, pode levar oito anos entre os sinais iniciais e a instalação da doença. É um tempo precioso que não podemos desperdiçar com cuidados ineficientes,” Tafla.
Saúde como ativo de sustentabilidade
A estratégia da Alper visa transformar campanhas pontuais, como o “Mês da Saúde”, em uma agenda perene. A visão é de que a saúde deixou de ser um custo para se tornar uma alavanca de sustentabilidade. Através de uma abordagem omnichannel e profissionais de saúde disponíveis em tempo real, a consultoria demonstra que o retorno sobre o investimento (ROI) em saúde é mensurável e vital para a retenção de talentos.
O caminho para 2026, segundo a consultoria, exige que gestores abandonem soluções generalistas em favor de intervenções personalizadas. “O maior conselho que podemos dar ao gestor é algo que já ouvíamos de nossas avós, mas que nunca foi tão atual: prevenir de forma proativa e acessível é muito melhor — e mais eficiente — do que remediar,” Cláudio Tafla, superintendente de Gestão de Saúde da Alper Seguros.
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