Organização patrimonial impulsiona adesão de profissionais paulistas a nova modalidade
Planejamento de médio e longo prazo, previsibilidade financeira e diversificação de investimentos impulsionam o uso de um novo produto
Mais do que uma forma de adquirir bens, o consórcio tem sido utilizado como uma estratégia de construção de patrimônio no estado de São Paulo. Advogados, médicos, empresários e autônomos estão recorrendo à modalidade para investir em imóveis, tendo como benefício o planejamento financeiro de médio e longo prazo.
A busca por alternativas ao crédito tradicional é um dos fatores que impulsionam esse movimento, uma vez que o consórcio não está atrelado aos juros. Dessa forma, muitos profissionais passaram a utilizá-lo como opção de investimento, onde é possível garantir previsibilidade financeira e diversificação de investimentos.
É o caso de Rubens Gonçalves Leite, advogado, 33 anos, que utilizou a modalidade para construir uma sala comercial em Alphaville e para a construção de uma casa com o objetivo de vendê-la posteriormente. “Em determinado momento da minha carreira, comecei a buscar formas mais estruturadas de organizar meus investimentos e ampliar meu patrimônio, tanto para uso profissional quanto pessoal. O consórcio acabou se mostrando uma solução interessante. Acabei utilizando o produto para viabilizar a construção de uma casa com objetivo de venda, dentro de um planejamento mais amplo”, explica.
O crescimento do consórcio indica que a modalidade deve continuar ganhando espaço como ferramenta de planejamento patrimonial no Brasil. A combinação entre disciplina financeira e ausência de juros tem atraído cada vez mais interessados em construir patrimônio.
Setor em ritmo de crescimento
Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) apontam que São Paulo registrou a venda de 500 mil cotas no primeiro semestre de 2025, alta de 14% em relação ao mesmo período de 2024.
A Ademicon, maior administradora independente de consórcio do Brasil em créditos ativos, acompanha esse movimento. A companhia contabilizou mais de R$ 14 bilhões em créditos comercializados no estado em 2025, crescimento de 90% na comparação com 2024.
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