Corrente de comércio movimenta US$ 93,82 bilhões em fevereiro de 2026 (Destaque)
A corrente de comércio brasileira, formada pela soma das exportações e importações, somou US$ 48,404 bilhões em fevereiro de 2026. No mês, o Brasil exportou US$ 26,306 bilhões e importou US$ 22,098 bilhões. Com esses números, a balança comercial registrou superávit de US$ 4,208 bilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
No acumulado do ano, as exportações totalizam US$ 51 bilhões e as importações, US$ 42,9 bilhões, com saldo positivo de US$ 8 bilhões e corrente de comércio de US$ 93,82 bilhões.
Em comparação com os resultados de fevereiro de 2025, houve crescimento de 15,6% nas exportações e queda de 4,8% nas importações. Assim, a corrente de comércio teve crescimento de 5,3%.
O desempenho dos setores exportadores em fevereiro de 2026, em comparação com fevereiro de 2025, foi o seguinte: crescimento de US$ 0,3 bilhão (6,1%) na Agropecuária; de US$ 2,37 bilhões (55,5%) na Indústria Extrativa; e de US$ 0,85 bilhão (6,3%) em produtos da Indústria de Transformação.
Na prática, a balança comercial brasileira tem sido sustentada por uma combinação de fatores, incluindo a forte demanda internacional por commodities, o aumento da competitividade de produtos agropecuários, a expansão das exportações industriais e o crescimento das vendas de energia e minerais.
Já nas importações, em fevereiro de 2026, na comparação com igual mês do ano anterior, o desempenho foi o seguinte: queda de US$ 0,11 bilhão (20,0%) na Agropecuária; de US$ 0,11 bilhão (12,1%) na Indústria Extrativa; e de US$ 0,87 bilhão (4,0%) em produtos da Indústria de Transformação.
A redução nas importações ocorreu principalmente nas compras de bens de capital e de bens intermediários, categorias que normalmente estão associadas ao investimento produtivo e à atividade industrial. Embora a diminuição das importações contribua para o saldo positivo da balança comercial brasileira, esse movimento pode refletir diferentes fatores econômicos, incluindo ajustes no ritmo da atividade econômica, reorganização de cadeias produtivas, substituição por produção nacional e variações cambiais.
A evolução da balança comercial brasileira ao longo de 2026 será acompanhada de perto por economistas e investidores, uma vez que o setor externo continua sendo um dos principais motores de geração de divisas e de crescimento econômico do país.
Aparecido Rocha – insurance reviewer
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