Gerenciamento de acessos está entre as principais preocupações de gestores
A digitalização do trabalho e a disponibilidade de acessar dados em diferentes dispositivos acenderam um alerta para empresas e gestores. Reforçar sua estrutura de governança e segurança da informação está entre as prioridades de CEO´s, segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Gartner. Diretores, c-levels e VPs consideram o gerenciamento de risco uma das prioridades para seus negócios em 2022 e 2023. Além disso, de acordo com o estudo, a preocupação com o controle de acessos teve um crescimento de 214% com relação à pesquisa do ano anterior.
Soluções de regulamentação e segurança, no contexto atual, são uma demanda urgente em escritórios de advocacia, contabilidade e departamentos jurídicos de empresas. Nestes tipos de atividades, uma prática comum - e que pode causar danos - é o compartilhamento de certificados digitais. Um mesmo certificado, geralmente no nome do sócio das empresas, é usado por outros colaboradores, que passam a ter acesso a todos os dados do titular, além de poderem consultar irrestritamente um determinado processo judicial, por exemplo. A outorga é permitida por lei, mas envolve burocracia e permite pouco controle por parte do outorgante.
A startup Whom é pioneira ao criar uma forma inovadora para mitigar esse problema. Em sua plataforma, a Whom oferece uma ferramenta capaz de facilitar o compartilhamento dos certificados digitais de forma mais segura que a disponível hoje no mercado: configurando restrições de acesso por cargo, páginas de um sistema, datas e horários em que os mesmos podem ser consultados, além de rastrear todas as movimentações.
Outra vantagem é que o software não precisa estar instalado na máquina para ser utilizado, permitindo o uso em qualquer dispositivo. As medidas protegem o titular do certificado digital e os dados dos clientes cujos processos estão sob cuidados de um escritório. Além disso, o risco de cair nas mãos de hackers também é minimizado, já que os dados de usuário e senha não são necessários.
“Nossa ferramenta resolve uma dor no mercado, que não via solução para o gerenciamento mais seguro dos acessos. É uma maneira simples de desburocratizar processos. Uma economia de tempo, gastos e que minimiza riscos. Somos uma regtech e usamos tecnologia de ponta aliada a nossa experiência do mundo jurídico,” afirma Leonardo Toco, CTO da Whom e especialista em transformação digital pelo MIT (Massachussetts Institute of Technology)
Segundo os dados do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, mais de sete milhões de Certificados Digitais no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) foram emitidos, em 2021. Além de corrida para proteger bens digitais, é preciso atenção às regras da LGPD. As sanções previstas na Lei Geral de Proteção de Dados vão desde advertências, bloqueio e eliminação dos dados, até multas de R$ 50 milhões por infração.
No escritório de advocacia Nativade, a solução oferecida pela Whom foi adotada para adequar as práticas jurídicas ao formato moderno e bem mais seguro. “Nós lidamos com uma carteira de mais de 30 mil processos em diversos estados da Federação, possuindo muitos colaborares e utilizando diversos sistemas judiciais. O sistema da Whom nos permite um melhor gerenciamento dos certificados com a necessária proteção dos dados, além de agilizar o dia dia do escritório nos acessos.” diz o advogado Valdenir José Rocha.
O Whom já conta com uma cartela de clientes variados, como os escritórios LBCA, Zavagna Gralha, Martinelli, entre outros. Lançado no início de 2021, desde fevereiro a startup já aumentou em 5 vezes o número de usuários e, em 11 vezes o número de acessos monitorados. Até o final do ano, a empresa espera aumentar a receita em, pelo menos 20 vezes, inclusive com a oferta de novas funcionalidades.
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