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Câncer de cabeça e pescoço tem 90% de chance de cura

  • Quinta, 18 Julho 2024 18:58
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Heverson Bayer
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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Estimativas do Instituto Nacional de Câncer – INCA apontam para o ano de 2024 o número de 39.550 novos casos de câncer de cabeça e pescoço – neste total, estão incluídos os tumores de boca (cavidade oral), laringe e tireoide. Mesmo diante desse elevado número de casos, a boa notícia fica pela grande possibilidade de cura, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP). Segundo a entidade, que lançou a Campanha Julho Verde há 10 anos para intensificar os alertas sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer, o índice de cura pode chegar a 90%, se tratado precocemente.

O câncer de cabeça e pescoço se caracteriza pelo surgimento de tumores malignos que aparecem na boca, faringe, laringe, seios da face, tireoide, glândulas salivares e tumor da paratireoide.

A cirurgiã-dentista do Oncoville, clínica de radioterapia, Aristilia Pricila Tahara Kemp, faz o alerta: “Ao sentir qualquer desconforto ou incômodo na garganta, por exemplo, ou caso tenha surgido uma ferida na boca ou região da cabeça e do pescoço, a orientação é procurar um especialista para que a lesão seja precocemente avaliada e tratada”.

Vale a pena lembrar que o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura, porém, muitas vezes as pessoas não se dão conta de sinais que podem apontar alguma doença. Por isso, fica a orientação de fazer um autoexame da boca. Em frente ao espelho, abra bem a boca e procure por alterações nas mucosas e na língua. “Muito importante estar atento a feridas que não doem e não cicatrizam há mais de 15 dias. Isso pode representar sinal de malignidade. Olhe também a parte lateral da língua e no soalho bucal, procurando por placas brancas ou vermelhas que não são removíveis”, ressalta a cirurgiã-dentista.

Além desses sinais na parte interna da boca, é preciso ficar atento aos lábios, pois a exposição intensa ao sol – pessoas que realizam trabalho externo e expostas, por exemplo – pode favorecer o aparecimento de pequenas feridas, que aparentemente não doem. “É preciso consultar um cirurgião-dentista ou médico para uma avaliação mais detalhada para que se possa fazer o diagnóstico precoce e realizar o melhor tratamento”, sentencia Aristilia Pricila Tahara Kemp.


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