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'O recrudescimento da fase vermelha é a única saída para conter a transmissão da COVID-19 em médio prazo', afirma especialista

  • Sexta, 12 Março 2021 11:35
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Bruna Alves
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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Após um ano da classificação máxima para a crise sanitária feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Brasil vira o epicentro da pandemia, com recorde de 2.349 mortos em um único dia.

Alguns países como Estados Unidos, México, índia e Argentina eram os únicos que haviam registrado mais de 2 mil mortes pelo vírus em um único dia. Após seis dias de superação de 1.500 óbitos nos últimos 10 dias, o Brasil segue na contramão do resto do mundo, com o avanço da transmissão e a baixa taxa de vacinação. “As novas variantes estão em circulação e influenciam na propagação do vírus. A vacina não tem efeito individual e sim coletivo. Portanto, só terá efeito protetor na comunidade quando atingir 70 ou 80% de vacinados nos Estados e no País”, ressalta o médico sanitarista e professor de Saúde Pública e Epidemiologia do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta.

A explosão de casos em São Paulo e nos Estados do Sul mostra que o Brasil se tornou o foco de preocupação mundial. “O recrudescimento da fase vermelha é a única saída para conter a transmissão da COVID-19 em médio prazo, para daqui 30/40 dias. Há um nível muito pequeno nos Estados de contenção da circulação das pessoas e isso precisa ser fiscalizado de forma mais rígida”, afirma o especialista.

Sobre as atividades essenciais, o médico alerta para que só seja aberto o necessário: “Os templos religiosos devem ser fechados urgentemente e os jogos de futebol e eventos esportivos paralisados. As orientações dos cientistas parecem ter motivado mudanças na opinião do Governo do Estado de São Paulo que anunciará novas medidas em uma coletiva hoje. Não temos outra saída”.

Por fim, o professor do curso de Medicina do Centro Universitário São Camilo fala sobre os questionamentos da abertura ou não de hospitais de campanha que no ano passado foram fechados devido à baixa demanda: “Os hospitais de campanha são para momentos agudos em que temos demanda acima da capacidade física instalada, que é o que estamos vivendo agora. No início, foi uma medida precipitada que não se tornou útil, mas que agora, com o esgotamento dos leitos, é necessária”.


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