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Pandemia aumenta em 18,7% o déficit da balança comercial do setor da Saúde

  • Quarta, 16 Dezembro 2020 11:55
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Vanessa Brauer
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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Os produtos mais importados foram EPIs (crescimento de 1.587%), equipamentos para uso hospitalar (43% a mais) e reagentes para diagnóstico in vitro (alta de 32%), em 2020

As importações e as exportações de dispositivos médicos cresceram 18,5% e 16,6%, respectivamente, no acumulado de janeiro a setembro de 2020, de acordo com dados do Boletim Econômico da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS). Foram comercializados US$ 4,9 bilhões em produtos importados e vendidos US$ 536 milhões para o exterior. Segundo o documento, “a balança comercial do período ficou deficitária em US$ 4,3 bilhões, mostrando que a pandemia causada pela Covid-19 se refletiu no aumento de 18,7% no déficit da balança comercial do setor”.

O segmento de “próteses e implantes” foi o mais prejudicado pela pandemia e registrou uma queda de 30% nas importações e queda de 21,2% nas exportações, nos nove primeiros meses do ano. Em seguida, com o segundo pior desempenho está “materiais equipamentos para a saúde”, com redução de 2,7% nas compras externas e baixa de 9,4% nas vendas para outros países. O segmento de “reagentes e analisadores para diagnóstico in vitro” foi o responsável pelo saldo positivo global, importando 25,7% a mais e exportando 70,5% a mais do que no mesmo período de 2019.

As importações de equipamentos de proteção individual (EPIs) cresceram 1.587% em 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado. E o Brasil exportou 2.198% mais EPIs, entre janeiro e setembro deste ano, frente a 2019.

A China permanece no topo dos principais fornecedores de produtos para a saúde, para o Brasil, totalizando o volume de US$ 1.266 milhões, o que representa 26% das importações do setor. Já os Estados Unidos compraram 29% de tudo que o Brasil exportou em 2020 (US$ 153 milhões).

Consumo Aparente

Entre janeiro e setembro de 2020, o saldo da indústria brasileira de produtos para a saúde ficou negativo em 7,2%. Devido ao desempenho das importações e exportações, o consumo aparente de dispositivos médicos – que é a soma da produção industrial doméstica com as importações, descontadas as exportações – cresceu 1,7%, em relação aos mesmos nove meses de 2019.

O Boletim Econômico ABIIS é desenvolvido pela Websetorial Consultoria Econômica. O estudo completo está em https://abiis.org.br/dados-economicos/


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