Empresa brasileira oferece soluções completas para identificação do SARS-CoV-2
O Brasil sofre com uma subnotificação de casos da COVID-19, com aproximadamente 14 vezes mais casos do que os oficialmente confirmados, afirmam pesquisadores brasileiros. Saber quantas pessoas estão infectadas pelo SARS-CoV-2 é essencial para combater a pandemia no país, traçar estratégias para a prevenção e o controle da doença.
Laboratórios de análises clínicas que não oferecerem diagnóstico para o vírus SARS-CoV-2, estão praticamente parados pela baixa demanda de outros exames.
A Mobius Life Science, empresa brasileira que produz e comercializa produtos para diagnóstico molecular, oferece as principais soluções para que os laboratórios de todo Brasil possam se preparar para atender à crescente demanda de exames.
Algumas das soluções são:
- Teste molecular: metodologia recomendada pela OMS (RT PCR), é o exame mais preciso utilizado no mundo todo, que rastreia o material genético do SARS-CoV-2 e detecta a infecção antes mesmo do aparecimento de sintomas. Além disso, o teste da Mobius proporciona mais produtividade ao laboratório, possibilitando testar 94 pacientes/placa em 1h10 de tempo de processamento e dispensa armazenamento em freezer. É o teste ideal para diagnóstico precoce da doença, onde é necessário diagnóstico diferencial entre outras patologias respiratórias, visando terapias específicas. É o teste indicado para avaliar período de transmissibilidade da doença.
- Kit de extração: A extração do material genético é uma etapa necessária e importante antes de realizar o teste molecular. A Mobius oferece aos laboratórios o Kit Biopur de Extração, ferramenta ideal para extração e purificação manual simples, rápida e eficiente de RNA/DNA de amostras respiratórias.
- Teste rápido: faz a detecção de anticorpos IgG/IgM depois da infecção, por isso, o ideal é testar o paciente após 7 dias do aparecimento dos sintomas. De manuseio simples, o teste rápido é feito pingando uma amostra do sangue do paciente em uma fita que em até 15 minutos dá o resultado negativo ou positivo para COVID-19. Este teste pode identificar passado de infecção, ou seja, a "cicatriz imunológica” deixada em resposta à infecção, podendo ser utilizado em avaliações epidemiológicas de potencial de susceptibilidade do indivíduo.
Ambos os testes possuem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), pois passaram nos rigorosos testes aplicados pelo órgão.
Mudança para se adaptar a crise
Mesmo que o laboratório antes da pandemia não realizasse exames moleculares, é possível adaptar as instalações para que possa atender à crescente demanda de testes para COVID-19.
Dessa forma, o laboratório não fica parado e afetado pela crise durante a pandemia. Pelo contrário, pode ainda expandir sua área de atuação tornando-se um apoio em sua região para hospitais, laboratórios centrais e demais órgãos.
Foi isso que aconteceu com o laboratório HLAGyn, em Aparecida de Goiânia (GO). Há 25 anos o laboratório realiza testes de histocompatibilidade para transplante de órgãos e viu a sua rotina praticamente parar com a pandemia.
Em poucas semanas e com algumas adaptações, implantaram o diagnóstico molecular para detecção do SARS-CoV-2 e atualmente realizam testes para 23 prefeituras em 3 estados, 8 hospitais (públicos e privados) e todo efetivo da Polícia Militar do Estado de Goiás.
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