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Perca o medo! Entenda como é a anestesia para realização da cirurgia de varizes

  • Sexta, 28 Fevereiro 2020 18:21
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Maria Paula Amoroso
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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Apesar da Anestesiologia figurar entre as áreas da Medicina que mais evoluíram nos últimos anos, a ideia de ser anestesiado ainda faz com que muitas pessoas evitem passar pelo procedimento que visa o tratamento das veias dilatadas e tortuosas que surgem nas pernas.

Antigamente, os conhecimentos sobre técnicas de anestesia eram escassos, o que levava a realização de procedimentos anestésicos inadequados que, consequentemente, podiam até causar a morte de pacientes em cirurgias mais simples. De lá para cá, a anestesia mudou muito e hoje é um procedimento médico de altíssima segurança se realizado por profissionais capacitados. Apesar disso, muitas pessoas ainda não enfrentam cirurgias por medo da anestesia. “É muito comum que pacientes que procuram o cirurgião vascular para tratar varizes fiquem aterrorizados ao ouvirem o médico sugerir a cirurgia como solução para o problema, principalmente pelo fato de, na maioria da vezes, a injeção anestésica para o procedimento ser aplicada na espinha dorsal”, explica a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

De acordo com a médica, esse terror que os pacientes possuem da anestesia é claramente baseado em ideias e acontecimentos de muito tempo atrás. Por isso, é importante que a atual situação da anestesia seja esclarecida. “Quando se fala de anestesia, primeiro é preciso entender que o organismo de cada paciente se comporta de maneira diferente e que, consequentemente, as substâncias anestésicas podem ter ações diversas em pessoas distintas. Logo, o fato de um conhecido seu ter tido problemas com anestesia, afinal todo o procedimento possui algum tipo de risco, não quer dizer que você também vá sofrer com complicações causadas pelo uso do anestésico”, destaca. “Além disso, os riscos que envolvem a anestesia diminuíram muito ao longo dos anos. A Anestesiologia foi uma das áreas médicas que mais evoluiu. O avanço da tecnologia combinado ao investimento em pesquisas na área levou à criação de novas drogas e técnicas que permitem ao cirurgião vascular aplicar a anestesia com altíssimo grau de segurança.” Segundo a especialista, hoje o principal risco da anestesia está relacionado ao profissional que irá aplicá-la. Por isso, certifique-se que o médico que realizará o procedimento é devidamente qualificado.

Com relação ao tipo de anestesia utilizado na cirurgia de varizes, tudo vai depender da avaliação do médico e do tipo de procedimento. Hoje, no geral, a maioria das cirurgias de varizes, inclusive quando há necessidade de extração da veia safena, podem ser realizadas apenas com anestesia local e sedação. Em situações que o paciente está inseguro com relação ao procedimento, existe também a possibilidade da realização de uma consulta com o anestesista do hospital em que a cirurgia de varizes será realizada. Segundo a Dra. Aline, o anestesista, ao avaliar as condições de saúde e inseguranças do paciente, poderá sugerir a aplicação de anestesia geral, mesmo que essa não seja realmente necessária para a realização do procedimento. “É possível observar então que hoje não faz mais sentido temer a cirurgia de varizes, ou qualquer outro procedimento, devido à anestesia, visto que esse procedimento está cada vez mais simples. O ideal é que você converse com seu cirurgião vascular e anestesista e conte todas as suas dúvidas e inseguranças envolvendo o procedimento. A partir dessa conversa, os médicos poderão avaliar conjuntamente seu caso e indicar a alternativa anestésica mais segura e confortável para você”, finaliza.

FONTE: Cirurgiã vascular e angiologista, Dra. Aline Lamaita é membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, do American College of Phlebology, e do American College of Lifestyle Medicine. Formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, a médica participa, na Universidade de Harvard, de cursos de pós-graduação que ensinam ferramentas para estimular mudanças no estilo de vida nos pacientes em prol da melhora da longevidade e qualidade de vida. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina.


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