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Dia do Amor: ocitocina e gravidez. Como é esse amor de mãe?

  • Sexta, 14 Fevereiro 2020 18:48
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Juliana Sampaio
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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A obstetra Lara Somma explica como o hormônio do amor é produzido no corpo da gestante

Dia 14 de fevereiro é comemorado o Dia do Amor. Amor entre casais, irmãos, parentes e amigos. Há aqueles que dizem que nada se compara ao amor entre mãe e filho, e que só a experiência da maternidade consegue descrever o sentimento. Mas por que será que essa sensação é latente nas gestantes? A Dra. Lara Somma, ginecologista e obstetra da Perinatal, explica que nosso cérebro, especificamente a região do hipotálamo, produz um hormônio chamado ocitocina, conhecido também como hormônio do amor. Durante a gestação ele é igualmente fabricado na placenta e oferece inúmeros benefícios a mulher. “A ocitocina promove contrações musculares uterinas, reduz o sangramento após o parto e ajuda na descida no leite”, explica a médica. De acordo com a Dra. Lara, suas funções vão além das citadas durante o parto, e, por isso, foi intitulado com esse nome. “Esse hormônio ajuda a desenvolver apego e empatia entre as pessoas e ajuda na produção do prazer”.

Na fase fetal é iniciada a produção massiva da ocitocina. Seus níveis aumentam 100 a 200 vezes, atingindo o máximo durante o trabalho de parto. A médica conta que pesquisas comprovam esse processo. “Estudos apontam níveis de ocitocina no líquido amniótico e sua produção na urina fetal. Com isso, concluímos que o feto retém o hormônio na circulação materna”, relata. Isso mostra a importância da ocitocina para estabelecer os primeiros estímulos afetivos entre mãe e bebê. Segundo a Dra. Lara, um exemplo é o reconhecimento olfativo da mulher pelo filho.

Amor para todos

Todos nós fabricamos ocitocina. Somos capazes de produzir neurotransmissores que liberam estímulos agradáveis, como a visão de alguém que amamos, um abraço e até impulsos em determinadas partes do corpo. Essas provocações positivas diminuem os níveis de cortisol, hormônio do estresse, no nosso organismo. Tudo isso tem um efeito satisfatório. “A ocitocina nos oferece a sensação de bem-estar, amor. Além disso, contribui para o bom funcionamento do nosso organismo”, conta. Isso ocorre porque o cérebro libera, além dela, um hormônio chamado endorfina, que estimula o corpo inteiro e traz uma série de benefícios à saúde. “O cérebro recebe mais sangue e melhora suas atividades, tornando-as mais intensas quando pensamos em quem amamos”.


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