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Psicanalista avisa: Responsabilidade afetiva deveria ser disciplina do currículo escolar

  • Quarta, 29 Setembro 2021 09:25
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Jennifer da Silva
  • SEGS.com.br - Categoria: Educação
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Se existe uma lição de vida que muita gente não conhece sua devida importância é o tal do amor-próprio. Fabiano de Abreu revela o quanto ele é essencial para as relações humanas em várias vertentes diferentes.

“Qualidade daquele que aprendeu a se amar verdadeiramente”. Esta definição de responsabilidade afetiva não está presente nos dicionários tradicionais, mas pode ser perfeitamente aplicada no “livro da vida”, revela o PhD, neurocientista, mestre psicanalista e biólogo Fabiano de Abreu. Porém, é importante considerar que o amor-próprio não é algo tão simples como parece, daí sua extrema importância para as relações sociais.

Exemplo disso pode ser observado no conselho do psicanalista: “Antes de se entregar a alguém ou a algo, é preciso se doar e se apropriar de si mesmo. Quem se perde de si, não encontra amor em ninguém”, destaca. A importância disso, observa o psicanalista, é que “através do autoconhecimento percebemos características positivas e negativas em nós, e a partir daí, precisamos fazer as reformas devidas para que possamos melhorar o que identificamos como ‘defeitos’ e colocar as nossas ‘qualidades’ a serviço, todos os dias”.

Conforme explica Abreu, desenvolver este sentimento ajuda a lidar com as outras pessoas: “Diante do autoconhecimento você desenvolve a responsabilidade afetiva, e se abra para perceber quais são os seus desafios internos, e passa a respeitar os desafios do outro”. Mas, como fazer isso? Para o neurocientista, esta expressão é sinônimo de “compromisso”, ou seja, cada um deve fazer bem para o outro, apesar de quem nem sempre isso acontece. “Esse transbordamento da nossa humanidade deve afetar o outro positivamente, se utilizo da minha imensidão para causar ondas emocionais negativas, provocando sofrimento, posso ter certeza de que há algo de errado comigo”, sintetiza.

E este autoconhecimento, acrescenta o neurocientista, deveria ser trabalhado ao longo da infância e adolescência: “Para aprendermos com quem e onde depositamos nossa energia mais construtiva, nossos melhores afetos, precisamos primeiro saber de nós, e isso, definitivamente, deveria ser uma disciplina escolar”, finaliza.


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