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Solução ecológica e econômica protege da corrosão tubos de aço usados no setor de alimentos

  • Quinta, 16 Dezembro 2021 08:44
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Roberta Cabral
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Anodo Passivar – produto brasileiro do tamanho de uma caixa de telefone celular e que emite sinais elétricos - supera com ampla vantagem o uso de desengraxantes, sopragem de ar, jateamento de água e demais recursos usados na limpeza de tubos. A tecnologia cria uma película de elétrons no interior dos tubos, impede a contaminação de insumos ou alimento e reduz custos.

As indústrias alimentícias - que usam tubulações para o transporte de insumos ou mesmo de produtos - convivem com o crônico problema de acúmulo de resíduos ou mesmo de incrustações no interior destes encanamentos. As impurezas aglomeradas nos tubulões acabam por provocar entupimento e corrosão, impedindo o fluxo normal do transporte de produtos sólidos, em grão ou em pó – o que eleva o risco de contaminação. A extensão destes dutos pode variar de 30 a 800 metros, dependendo da linha de processo de cada indústria.

A remoção destes restos e o reparo nos tubos trazem não somente despesas com produtos de limpeza e consumo de eletricidade, mas também prejuízos, como a queda de produtividade e a depreciação de equipamentos. A proposta do Anodo Passivar é o espontâneo e imediato descolamento das incrustações no interior dos tubulões graças à formação de uma película de elétrons – um filme protetor - que impede o surgimento da corrosão na parte interna das tubulações. Em 2021, uma série de testes tem ocorrido com indústrias do segmento de alimentos para a desincrustação de tubos de aço usados no transporte pneumático.

Limpeza tradicional não garante assepsia

Na indústria alimentícia, existe uma grande lista de processos de higienização e desincrustação para solucionar esse tipo de problema: o mecânico (com interferência humana e uso de escovas), a sopragem de ar, o jateamento de água, o uso de desengraxantes, o flushing com fluido hidráulico, as esferas de borracha ou o poliuretano. Essas ações invasivas, no entanto, podem causar variados danos aos tubos e encaixes - como constatou a NASA – a agência espacial norte-americana –, que utiliza o transporte pneumático de alimentos em estações orbitais. O caráter avulso destes processos de higienização – sem planejamento de data de frequência na limpeza – abre a possibilidade de formação de janelas de contaminação e não garante a eficácia e sucesso da assepsia.

Solução econômica e ecológica

O Anodo Passivar é a opção econômica e ecológica para este processo. A camada de elétrons gerada pelo produto impede a formação de corrosão ou incrustações no interior das tubulações. E esta película provoca a desincrustação dos materiais, sejam óxidos da ferrugem ou mesmo os resíduos que aderem à tubulação.

O Anodo Passivar pode ser monitorado a distância e possibilita a blindagem com elétrons de uma área de 40 m² de aço – o que bloqueia, em definitivo, a depreciação de máquinas, equipamentos e tubos. Isso ocorre porque o aparelho emite micropulsos elétricos de 0,05 Ampères para gerar uma película protetora de elétrons que blinda o aço da ação destrutiva da corrosão. A simples instalação do equipamento mantém a estrutura protegida e intacta em relação à corrosão.

Uma planta que opera a plena capacidade, sem interrupções ou manutenções, economiza entre 10% e 35% de energia elétrica, reduz o consumo de água em até 40% e de combustíveis – como o hidrogênio – entre 20% e 30%, garantindo o pleno emprego, o processo produtivo e o crescimento econômico sustentado. A operação do Anodo Passivar não traz qualquer tipo de risco aos trabalhadores envolvidos na manutenção de maquinário, equipamentos e instalações.

Estudo da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a International Zinc Association estima que cerca de 40% de todo aço produzido no mundo seja destinado à substituição de peças deterioradas pela corrosão. A mesma pesquisa aponta que 30% das falhas e imperfeições em plantas industriais são também causadas por esse processo, fato que gera prejuízos superiores a US$ 250 bilhões anuais.

Sobre a Passivar

A Passivar é uma empresa de serviços em sistemas de proteção catódica e no combate a corrosão por filme apassivador, com atuação no mercado nacional e internacional. O corpo técnico da Passivar, legalmente constituída em 2020, tem mais de 45 anos de experiência no setor. Os profissionais fazem parte da ABRACO – Associação Brasileira de Corrosão. Também são membros da NACE International – National Association of Corrosion Engineers – há mais de 25 anos.


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