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O futuro da independência energética

  • Quinta, 28 Outubro 2021 09:41
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Vervi Assessoria
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*Jose R. Iampolsky

A possibilidade de gerar energia própria em nossas casas, escritórios, hotéis e hospitais é algo bastante atraente do ponto de vista econômico e ambiental. Ainda mais se observarmos que em todos os lugares do planeta está havendo um aumento no uso de eletricidade, o que por si só pode causar sobrecarga nas redes de eletricidade dos lugares.

Muito disso está ligado às condições climáticas extremas, afinal, com a média de temperatura do planeta aumentando a cada ano, as fontes de energia hidráulica tendem a sofrer grandes crises com o tempo. Sem falar da necessidade que as pessoas vão ter de refrigerar seus ambientes por meio do aparelho de ar condicionado, um dos equipamentos que mais consomem energia.

Atualmente existem diversas inovações no campo de geração de eletricidade com o objetivo de incentivar a independência energética, tanto de indivíduos como de entidades. A energia solar, por exemplo, ganhou muita força com os anos, e por mais que seja um investimento custoso, a longo prazo ela é uma ótima opção para quem quer gerar sua própria eletricidade.

Porém, não existe apenas esta opção de forma isolada, é possível contar também com sistemas locais, que funcionam 24 horas por dia, e fornecem refrigeração, calor e energia, de forma combinada. Essa tecnologia funciona por meio de microturbinas eficientes, elas podem substituir caldeiras e condicionadores de ar tradicionais em edifícios residenciais multifamiliares, edifícios públicos, hotéis, hospitais e escritórios.

Ou seja, não são geradores de emergência, mas sim sistemas que produzem a energia de forma integral, e isso impacta no custo benefício de um investimento. As vantagens do sistema são reduzir os custos de eletricidade e garantir maior aquecimento nos edifícios de modo a oferecer resistência a quedas de energia.

Então, de certa forma, os investimentos nesse tipo de tecnologia são a compra da eletricidade e não do equipamento que produz ela. De forma geral essa seria uma tecnologia que permitiria reduzir os preços na hora de comprar ou alugar imóveis. Se pensarmos que à medida em que o consumo de eletricidade aumenta e os cortes de energia vem sendo cada vez mais comuns em todo o mundo, então a adoção formas de garantir a independência energética da sociedade é mais do que um ponto a ser pensado, é uma obrigação.

*Jose R. Iampolsky é CEO da Paris condomínios, empresa criada em 1945 para administrar condomínios e alugueis.


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