Brasil, 20 de Outubro de 2017
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PESQUISA: A cada 10 negócios de impacto socioambiental, dois foram fundados e são liderados só por mulheres

  • Escrito por  Betânia Lins
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- O 1º Mapa de Negócios de Impacto Social + Ambiental, conduzido pela Pipe.Social, revela que apenas 20% dos negócios de impacto Foto_Pipepossuem somente mulheres como fundadoras, versus 58% de somente homens. O estudo mostra ainda que negócios liderados somente por mulheres tendem a se concentrar nas menores faixas de faturamento e a serem menos formalizados. Por outro lado, esses negócios são mais comprometidos com a definição e acompanhamento do impacto.

- Na análise de captação de recursos, o recorte “Empreendedoras de Impacto Social e Ambiental” mostra que, para as mulheres, os primeiros investimentos financeiros chegam da rede próxima: amigos e familiares. Entre as 113 empresas lideradas por mulheres – de um total de 549 mapeadas –, 35% receberam investimento de Family, Friends and Fools (FFF) versus 23% dos negócios liderados só por homens. Por outro lado, as mulheres captaram menos de investidores-anjo (4%) versus 11% dos empreendedores; e metade do que os homens captaram de investidores formais (corporate venture, venture capital, private equity e crowdequity), 4% versus 8%.

No Brasil, o empreendedorismo feminino apresenta historicamente um cenário mais desafiador do que o masculino. E a desigualdade entre gêneros também está presente no setor de negócios de impacto social. O 1º Mapa de Negócios de Impacto Social + Ambiental, conduzido pela Pipe.Social, revela que apenas 20% das empresas com esse perfil foram fundadas somente por mulheres. Dentro da vertical de Finanças Sociais, representada por 90 negócios mapeados, a liderança exclusivamente feminina se faz um pouco mais presente, indo para 29% dessa base. Entre a base total mapeada – composta por 579 negócios de impacto social e ambiental – as mulheres são minoria: 58% das empresas possuem apenas homens como fundadores; 22% têm fundadores homens e mulheres. Essas são algumas das conclusões do recorte Empreendedoras de Impacto Social e Ambiental, que integra um mapeamento brasileiro inédito sobre o setor.

O recorte Empreendedoras de Impacto Social e Ambiental mostra que, na prática, em todas as verticais, os negócios fundados e geridos por homens são maioria; a liderança masculina é ainda mais forte dentro dos negócios que focam em soluções para as cidades (64% dos 108 negócios nessa vertical) e tecnologias verdes (62% dos 176 negócios nessa vertical). No que se refere à tendência de maior comprometimento com a definição e acompanhamento do impacto socioambiental, porém, a análise do 1o Mapa mostra que os negócios geridos por mulheres estão na liderança.

“Existem ainda muitos desafios no empreendedorismo feminino no país e isso certamente não é uma particularidade do mundo dos negócios de impacto. Mas temos visto o crescimento do diálogo e de movimentos buscando aproximar negócios/startups e tecnologia das mulheres. Assim como incentivar o investimento em negócios liderados por mulheres. Na área de impacto, é ainda mais relevante essa oportunidade de ampliar a atuação feminina, visto que pela pesquisa, elas apontam uma tendência maior no sentido de medir e acompanhar o impacto de suas soluções”, diz Carolina Aranha, cofundadora da Pipe.Social

Inovação para atuar em ambiente desafiador

Segundo Danielle Brants, empreendedora da Guten – startup de educação que desenvolveu uma plataforma digital de leitura (textos jornalísticos em GutenDanielleBrants1142linguagem adequada ao público infantojuvenil) – o processo inicial de captação de investimentos foi mais longo do que inicialmente previsto e, sob algumas formas, mais difícil. “Conversei com mais de 60 investidores e recebi muitos nãos. É difícil, mas faz parte do processo e é preciso entender isso. A cada não que o empreendedor recebe, deve buscar as razões e melhorar a abordagem. Requer resiliência”, analisa. Danielle afirma que a experiência profissional no mercado financeiro certamente ajudou em alguns quesitos, mas não determinou o sucesso. “Conheço pessoas com formação similar à minha que não conseguiram levantar recursos. Preparação é a alma do processo de captação. Uma hora ou outra durante o caminho empreendedor, todo fundador percebe que a competência de captar recursos para a empresa é fundamental e deve ser uma prática constante”, salienta.

Sobre a participação feminina no ecossistema e o fato de receberem menos aportes financeiros de fundos, a empreendedora levanta algumas hipóteses. “Muitas vezes, vejo que as mulheres investem pouco na criação de redes de relacionamento profissional que deem suporte à captação de recursos. Além disso, muitas mulheres carregam o estereótipo de não gostar de finanças e não conseguir falar com investidores sobre o tema. Há, ainda, alguns casos nos quais prevalece uma atitude machista de certos investidores brasileiros. Já passei por situações em que, de forma explícita ou implícita, um investidor disse que não investiria na minha empresa pelo fato da fundadora ser mulher. Isso não me desencorajou. Pelo contrário! Exclui da minha lista e dei seguimento à minha jornada, ainda mais criteriosa na busca pelos investidores que poderiam ser parceiros; que ajudariam a empresa a evoluir; que se alinhavam aos meus princípios”, afirma.

Um outro exemplo de projeto liderado por uma mulher e voltado para Cidadania e Tecnologias Verdes é o So+ma – um programa de fidelidade gratuito, Soma_ClaudiaPires_Foto1So+ma Vantagens, que cria novos hábitos e um ambiente empreendedor nas comunidades de baixa renda, utilizando resíduos como “moeda” de engajamento. “Meu olhar feminino está visando eficiência e a soma de valor para cada ator do processo. Venho da área de negócios e acreditamos no modelo de negócios de impacto que podem ter lucro ao mesmo tempo que desenvolver a comunidade de baixa renda e gerar impacto positivo. Trabalhando com os líderes comunitários, agregando tecnologia e dados e acreditando que nada vem de graça e que todos devem ganhar nesse processo, estamos conseguindo trabalhar para o desenvolvimento local”, afirma Claudia Pires, fundadora da So+ma.

Para as pesquisadoras do mapeamento, trabalhar e investir no empreendedorismo de mulheres tem um potencial transformador do ecossistema de negócios de impacto. “O empreendedorismo, apesar de apresentar risco e bastante trabalho, tem uma aderência ao perfil da mulher uma vez que oferece mais flexibilidade, autonomia e possibilidade de trabalhar com sua causa. Estamos também otimistas com a nova geração, para a qual esses fatores são ainda mais valorizados, representando um potencial de crescimento dessas empreendedoras no país. Entendemos também que fatores como mais acesso a crédito, investimento e mais aprendizado em tecnologia são determinantes para o sucesso delas nesse mercado”, diz Carolina, cofundadora da Pipe.Social.

Principais conclusões do recorte

“Empreendedoras de Impacto Social e Ambiental”

- Analisando a formação jurídica dos negócios mapeados, percebe-se uma predominância nos negócios liderados pelas mulheres entre os que não formalizaram e os que têm formato de microempreendimento individual. Os negócios liderados por homens têm crescimento entre os modelos de S/A. O percentual geral de negócios fundados só por mulheres é de 20%. Mas esse percentual aumenta significativamente entre a base não formalizada (29% de 104 negócios), e a base formalizada como MEI (33% de 45 negócios). Já o percentual geral de negócios fundados só por homens é de 58%, e esse dado tende a ser maior entre a base de negócios S/A (70% de 34 negócios).

- Na jornada de negócio, as mulheres têm presença menor na fase de escala. Corroborando com os dados de formalização do negócio, a liderança masculina tende a aumentar dentro da base mapeada em fase de escala. Ao analisar o modelo de negócio declarado, o mapa mostra que os negócios fundados somente por mulheres (113 negócios) estão focados em modelos B2C (business to consumer, ou seja, o consumidor final é o público-alvo das vendas de produtos ou serviços) – 59% versus 50% para negócios fundados só por homens (331 negócios) –; e C2C (consumer to consumer com negociação direta entre os próprios consumidores): 12% versus 6%, respectivamente. No modelo de monetização, as mulheres focam menos em assinaturas – 29% versus 38% dos homens -; e venda recorrente: 40% de mulheres versus 47% para negócios fundados somente por homens.

- De acordo com as coordenadoras do estudo, não surpreende que os negócios fundados só por mulheres estejam em menores faixas de faturamento no último ano. O percentual geral de negócios fundados só por mulheres é de 20%. Mas esse percentual tende a ir para 14% entre a base de 105 negócios que declarou faturamento acima de R$ 500 mil no último ano – nessa base, 67% dos negócios foram fundados só por homens e 19% têm homens e mulheres como fundadores.

- Na análise de captação de recursos, o mapa mostra que para as mulheres, as principais ajudas financeiras chegam da rede próxima: amigos e familiares. Na outra ponta, os negócios liderados somente por homens captaram mais de fontes tradicionais do setor: investidores-anjo, contratos formais e editais. Entre as 113 empresas lideradas por mulheres, 35% receberam investimento de Family, Friends e Fools (FFF); 4% de investidores-anjo; 9% incubadora/aceleradora; 4% editais do governo; 4% investidores formais (corporate venture, venture capital, private equity e crowdequity); 9% de institutos e fundações; 8% empresas privadas; e 9% crowdfunding. Entre os 331 negócios liderados apenas por homens, os índices são, respectivamente, 23%, 11%, 11%, 9%, 8%, 5%, 5% e 4%.

- Negócios fundados só por mulheres tendem a se comprometer mais com a definição e acompanhamento do impacto. Na prática, na liderança feminina há uma maior tendência a se comunicar mais e definir indicadores para a medição do impacto social e ambiental. Entre as 113 empresas lideradas somente por mulheres, 48% afirmam que o propósito está presente em toda a comunicação externa; 34% afirmam que definem indicadores, ou seja, há impacto social e ambiental monitorado. Entre os homens, os índices são 41% e 26%, respectivamente.

Principais conclusões da pesquisa (Retrato geral do setor)

- Na análise Retrato geral do setor, a pesquisa mostra análises apuradas de 579 negócios de impacto social: 40% das empresas têm menos de três anos de atuação; 70% dos negócios estão formalizados; 90% contam com equipe própria acima de dois funcionários (sendo 19% equipes próprias acima de dez funcionários); 58% foram fundadas somente por homens; 20% possuem somente mulheres como fundadoras.

- Na análise geográfica, 63% estão no Sudeste; 20% no Sul; 9% no Nordeste; 3% no Norte; e 3% no Centro-Oeste. A concentração está em negócios de impacto social na área da Educação (38%); em segunda posição, 23% dos negócios são Tecnologias Verdes; 12% atuam na área de Cidadania; 10% em Saúde; 9% em Finanças Sociais; 8% em Cidades.

- Na análise do modelo de negócio, 52% dos entrevistados mencionaram o B2B (business to business) como o único ou um dos modelos de negócio adotado; 52% mencionaram B2C (business to consumer); 42% mencionaram B2B2C (business to business to consumer); 27% B2G (business to government); 9% C2C (consumer to consumer); e 6% não sabem.

- Sobre o modelo de monetização, 44% mencionaram a venda direta única como principal ou uma das formas; 43% a venda direta recorrente; 34% assinatura; 19% publicidade; 15% software como serviço: distribuição e comercialização (SAAS); 14% serviços oferecidos via plataforma/serviço de hospedagem e implementação de hardware e software (PAAS); 9% micropagamentos; 4% infraestrutura como serviço e 6% outras formas.

- Na análise do tracking do negócio, no último ano, a maioria – 35% dos negócios de impacto social – ainda não fatura; 31% faturaram até R$ 100 mil no último ano; 13% entre R$ 101 mil e R$ 500 mil; 6% entre R$ 501 mil e R$ 1 milhão; 5% entre R$ 1,1 milhão e R$ 2 milhões; e 7% acima de R$ 2,1 milhões.

- A percepção do impacto social é clara para 43% dos entrevistados que sinalizam o propósito em toda a comunicação externa do negócio. Para 31% dos empreendedores, ainda não estão definidos os indicadores de impacto para que possam medi-lo; 28% definiram indicadores, mas ainda não medem o impacto de maneira formal.

- Entre os 13% que já atingiram escala, 29% faturaram acima de R$ 2 milhões; 7% receberam investimento via private equity; 5% via corporate venture; e 4% via venture capital. Na formalização societária, 61% desses negócios estão formalizados como Ltda e 18% como SA.

Metodologia

O 1º Mapa de Negócios de Impacto Social + Ambiental é um levantamento inédito, conduzido pela equipe da Pipe.Social – plataforma de conexões para fomentar o ecossistema de impacto no Brasil. O estudo foi estruturado para entender melhor os desafios e oportunidades desse ecossistema – que existe há pouco mais de 10 anos no país – e aprender mais sobre os empreendedores que estão construindo e fomentando um novo setor da economia. O mapeamento conta com uma pesquisa quantitativa – focada em 579 negócios de impacto social –, trazendo dados e análises qualitativas do contexto do país, além de visões dos principais especialistas em startups e negócios de impacto social. A equipe da Pipe.Social aprofundou os resultados da fase quantitativa com entrevistas para entender os aspectos relevantes do perfil e dinâmica dos negócios. Na base das reflexões, o propósito foi de buscar inspirações e boas práticas que possam ser compartilhadas entre os empreendedores.

Os setores mapeados – alinhados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas – foram consolidados em seis verticais de impacto social.

Educação: negócios com soluções para todos os segmentos de educação da primeira infância ao ensino superior, atuando em diferentes níveis (pais, alunos, professores, gestores e governo).

Saúde: desde negócios com soluções específicas para problemas de gestão da saúde (atendimento, governança, análise de dados, redução de custo) até soluções com foco na melhoria da qualidade de vida de pacientes (diagnósticos, tratamentos, prevenção, suporte, cura).

Finanças sociais: serviços financeiros voltados para a base da pirâmide, visando redução de custos e escala em áreas como acesso a crédito, transações financeiras, educação financeira, formalização de negócios etc.

Cidadania: negócios com soluções para democracia, gestão de governo, transparência, engajamento cívico, inclusão social, questões de diversidade e gênero, direitos e deveres do cidadão.

Cidades: negócios com soluções para mobilidade urbana, habitação, monitoramento de dados, segurança pública, uso de áreas públicas e demais desafios urbanos.

Tecnologias verdes: todos os tipos de negócios que têm impacto ambiental (energia, água, poluição, reciclagem, resíduos), projetos com impacto em agricultura, biotecnologia, análises de atmosfera, soluções para preservação de fauna e flora.

O Mapa traz grandes inovações e mostra que, pela primeira vez, o ecossistema se reúne para uma ação conjunta de mapeamento desses negócios. Na prática, a Pipe.Social articulou cerca de 40 organizações que somaram esforços para entender melhor o pipeline atual e as demandas e oportunidades dos negócios nos diferentes estágios de maturação. Pipe.Social, Itaú, Cieb, Força Tarefa de Finanças Sociais, Acelera Partners, Amani Institute, ANDE, Anprotec, Artemisia, Baanko, Bemtevi, BioStartup Lab, Capitalismo Consciente CESAR, Comitê CleanTech, Din4mo, Endeavor, ICE, Impact Hub, InovAtiva de Impacto, Kaleydos, Libria, MOV Investimentos, NESsT, Pillow, ponteAponte, Plug, Innovaction Institute, Instituto Quintessa, Inspirare e Apreender, Sistema B, SITAWI, Social Good Brasil, Start-Ed, Vox Capital, Worth a Million e Yunus Negócios Sociais são os parceiros da iniciativa.

O 1º Mapa de Negócios de Impacto Social + Ambiental foi coordenado por Carolina Aranha, Mariana Fonseca e Lívia Hollerbach, sócias-fundadoras da Pipe.Social.

PIPE.SOCIAL

Fundada por Carolina Aranha, Mariana Fonseca e Lívia Hollerbach, a Pipe.Social é uma vitrine de negócios sociais que surgiu com o desejo de provocar conexões de impacto no Brasil. Uma plataforma para que negócios de impacto sejam vistos e também se reconheçam dentro do universo de possibilidades que o ecossistema hoje oferece. A empresa atua em quatro pilares. Como uma Vitrine de Negócios, a Pipe mapeia, recruta e evidencia negócios de impacto pelo Brasil para que sejam expostos a recursos, acelerações, capacitações, mentorias, parcerias e ofertas. A empresa realiza chamadas nacionais e internacionais para processo de seleção para parceiros, contando com “antenas” distribuídos no país para garimpar novos negócios. Em Monitoramento do Ecossistema, a equipe oferece serviços de validação de cadastros, negócios e ideias, curadorias de tecnologias e matching com teses de investimento e impacto – além de pesquisas e forecasting de mercado. Em Corporate Innovation, oferece acesso à inovação para grandes empresas por meio de laboratórios com startups de impacto.

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