CPTM insiste em calote e ferroviários encaminham greve
A audiência de conciliação entre a CPTM e os Sindicatos dos Ferroviários da Sorocabana, Sindicato dos Ferroviários de São Paulo e Sindicato dos Engenheiros, marcada para essa quarta-feira, dia 12 de maio, foi adiada a pedido da empresa que alegou não ter resposta de todos os órgãos do governo para a proposta sugerida pelo Ministério Público do Trabalho em reunião anterior. “O jogo da empresa é protelar, enrolar e desestabilizar a categoria, mas nós seguimos unidos em busca do que já foi negociado e se transformou em um calote absurdo da empresa”, explica o presidente interino do Sindicato da Sorocabana, José Claudinei Messias.
Nova audiência foi marcada para o dia 26 de maio, às 15 horas, com a presença de representantes do Tribunal Regional do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, dos ferroviários e da CPTM.
Os sindicatos se manifestaram solicitando que, caso a CPTM aceite o proposto pelo MPT, além da multa e dos juros, seja acrescido 50% do valor da parcela não paga como penalidade caso a empresa não faça o pagamento no novo prazo previsto. “Essa solicitação se fez necessária diante da quebra de confiança por parte da empresa, já que não tivemos resposta e essa falta de respeito com a categoria não pode ficar impune”, completou Messias.
Em assembleia nesta quarta-feira, dia 12 de maio, os ferroviários decidiram manter o estado de greve até a próxima audiência, no dia 26 de maio e, caso necessário, fazer a paralisação a partir da 00h do dia 27 de maio.
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