Evasão de pedágio cai com atuação da Polícia Rodoviária e uso da tecnologia
- Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por Alexandre Moretto
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De janeiro a novembro, a CCR ViaOeste registrou queda de 10% e CCR RodoAnel 2% na evasão de pedágio, comparado ao mesmo período do ano passado
A atuação da Polícia Militar Rodoviária em conjunto com a implantação de recursos tecnológicos, como câmeras de monitoramento com a tecnologia OCR (termo em inglês para Reconhecimento Ótico de Caracteres) implantados pela CCR ViaOeste e CCR RodoAnel, está contribuindo para reduzir a evasão dos pedágios no Sistema Castello-Raposo e no Trecho Oeste do Rodoanel, respectivamente. De janeiro a novembro, a CCR ViaOeste apurou queda de 10% e CCR RodoAnel 2% na evasão de pedágio na comparação com o mesmo período do ano passado. Esta é uma infração grave, passível de multa, e que pode causar graves acidentes envolvendo motoristas e profissionais que atuam nas praças de pedágio.
O artigo 209 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece que “transpor, sem autorização, bloqueio viário com ou sem sinalização ou dispositivos auxiliares, deixar de adentrar as áreas destinadas à pesagem de veículos ou evadir-se para não efetuar o pagamento do pedágio” são consideradas infrações graves. A multa é de R$ 195,23, bem como cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação.
O Gestor de Operações da CCR ViaOeste, Carlos Costa, orienta para que todos os motoristas verifiquem se suas etiquetas eletrônicas de cobrança estão com a situação em dia para que possam efetuar a passagem pelas praças de pedágio sem intercorrências. “É importante que o motorista que não tiver a etiqueta instalada em seu veículo não utilize as pistas automáticas, sob o risco de provocar um acidente envolvendo outros veículos e os profissionais das praças de pedágio”, ressalta.
Outra orientação importante é respeitar o limite de velocidade de 40 km/h ao passar pelas pistas automáticas. Para quem ultrapassa a velocidade máxima permitida, a penalidade está prevista no art. 218 do CTB. Ao ultrapassar o limite em 20%, o motorista está cometendo infração média (quatro pontos, multa de R$ 130,16). Ao ultrapassar o limite entre 20 e 50%, torna-se infração grave (cinco pontos, R$ 195,37) e acima de 50% a infração torna-se gravíssima (multa de R$ 880,41 e suspensão do direito de dirigir).
Um sistema de inteligência artificial e câmeras de monitoramento instaladas nas praças de pedágio e ao longo de toda a rodovia também estão ajudando a flagrar e identificar os veículos que cometem a evasão. Vale destacar que a Portaria nº 179 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), estabelece a implantação dos recursos tecnológicos para a fiscalização da evasão de pedágio nas pistas automáticas.
A atuação em conjunto com a Polícia Militar Rodoviária, que tem intensificado a fiscalização, também tem sido fundamental para reduzir esse comportamento de risco. Penas mais severas podem ser aplicadas para os motoristas que forem flagrados cometendo o crime de dirigir com placas adulteradas ou com dispositivos que impeçam a identificação do veículo. De acordo como o artigo 311 do Código Penal, “adulterar ou remarcar número de chassi ou qualquer sinal identificador de veículo automotor, de seu componente ou equipamento” tem pena de três a seis anos de reclusão, além de multa.
Sobre a CCR ViaOeste: A CCR ViaOeste é responsável pela administração do Sistema Castello-Raposo e gerencia 168,62 quilômetros de rodovias, compreendendo as Rodovias Castello Branco (SP-280), de Osasco a Itu; Raposo Tavares (SP-270), de Cotia a Araçoiaba da Serra; Senador José Ermírio de Moraes (SP-075), de Sorocaba a Itu e Dr. Celso Charuri (SP-091/270), em Sorocaba. Foi a sexta concessionária a integrar o Grupo CCR.
Sobre a CCR RodoAnel: A concessionária é responsável pela administração dos 32 quilômetros do trecho oeste do Rodoanel Mário Covas, importante via que integra as Rodovias Raposo Tavares, Castello Branco, Anhangüera, Bandeirantes e Régis Bittencourt. A RodoAnel é a sétima concessionária a integrar o Grupo CCR.
Sobre o Grupo CCR: Fundado em 1999, o Grupo CCR é atualmente uma das cinco maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina e considerada a líder do segmento no Brasil, com a gestão de 18,4% do total de rodovias sob controle da iniciativa privada. Tendo o pioneirismo e a inovação como marcas, a CCR criou em 2018 quatro empresas independentes, que agrupam as unidades de negócios por temas afins, e são as responsáveis pela gestão da companhia e por desenvolver e pesquisar novas oportunidades no mercado primário e secundário, dentro e fora do Brasil. São elas: CCR Lam Vias, CCR Infra SP, CCR Aeroportos e CCR Mobilidade. Nessa reestruturação, como forma de atualizar e melhorar a estrutura de Governança, processos decisórios e os mecanismos de controle, foram criadas as vice-presidências de Gestão Corporativa e de Governança, Compliance e Auditoria Interna, em linha direta de reporte ao Conselho de Administração. O Grupo conta com as práticas de Governança Corporativa reconhecidas no mercado, atendendo regras do Novo Mercado da B3 (a CCR foi a primeira empresa ingressar nesta categoria). Além do Brasil, a CCR está presente, por meio de suas unidades, nos EUA, Curaçao, Equador e Costa Rica. Com mais de 15 mil colaboradores, a CCR se orgulha em contribuir, diariamente, para uma sociedade com mais infraestrutura, segurança, conforto e qualidade de vida para milhões de cidadãos mundo afora.
Sobre a CPC: A Companhia de Participações em Concessões (CPC) é uma das empresas do Grupo CCR, e tem por objetivo avaliar as oportunidades de novos negócios, atuando tanto no mercado primário, em processos de licitação, quanto no mercado secundário, sendo responsável pela administração direta de eventuais novos negócios. A CPC detém, desde 2008, a participação de 40% da Renovias, concessionária de rodovias do Estado de São Paulo. Em outubro de 2010, a CPC passou a controlar 100% da CCR SPVias, concessionária de rodovias do Estado de São Paulo e, em 2012, assumiu 80% do capital social da concessionária CCR Barcas, a quarta maior operadora de transporte aquaviário do mundo. A CPC também possui 50% da Quiport, operadora do Aeroporto Internacional de Quito, no Equador, 97,15% da Aeris Holding Costa Rica S.A., operadora do Aeroporto de Juan Santamaría, na Costa Rica, e 79,8% de participação na Curaçao Airport Partners NV, concessionária do aeroporto de Curaçao.
Sobre a CCR: A CCR é a holding do Grupo CCR, tendo sido a pioneira no ingresso no Novo Mercado da B3 (antiga BM&FBovespa), o segmento mais rígido do mercado acionário brasileiro. De suas ações, todas ordinárias e com direito a voto, 55,23% são negociadas no Novo Mercado da Bovespa. A CCR integra o IBOVESPA e os índices ISE, ICO2, IGC, IBrX-50, IBrX-100 e MSCI Latin America. Com mais de 20 anos de trajetória, possui o reconhecimento dos mercados nacional e internacional em função de sua trajetória de sucesso.
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