Mais de 70% dos empreendedores brasileiros apostam no exterior para expandir negócios
- Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por Equipe Betini
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Movimento combina novos mercados e busca por repertório estratégico em eventos globais
Empreendedores brasileiros ampliam a presença no exterior, seja para abrir frentes de operação, seja para ampliar repertório. Estudo da Endeavor, divulgado em 2026, indica que 71% já iniciaram ou se preparam para atuar fora do país. Entre empresas criadas de 2020 a 2024, 48% projetam a internacionalização no curto ou médio prazo. Para Vitor Azambuja, especialista em educação e criação, CEO e um dos idealizadores do De Criança Para Criança (DCPC), esse movimento inclui a circulação por eventos globais, premiações, certificações e experiências que reposicionam estratégia, conexões e planos de crescimento.
“Quando começamos a conviver com empreendedores de diferentes países, percebemos que o problema que resolvemos pode ser global e que existem caminhos mais estruturados para escalar uma solução, o que muda a forma como pensamos estratégia, crescimento e impacto”, afirma.
Nos últimos anos, a presença em encontros internacionais deixou de ser possibilidade. Fundadores têm atravessado fronteiras para observar outros ecossistemas e testar hipóteses em ambientes mais diversos. Eventos como SXSW e Web Summit passaram a funcionar como espaços de leitura antecipada de tendências e de validação de modelos. Nesse circuito, a troca direta com investidores, parceiros e até concorrentes encurta ciclos de decisão e expõe limites de soluções concebidas apenas para o mercado doméstico.
O desempenho de parte dessas iniciativas começa antes da consolidação no exterior. Um exemplo é o DCPC, que foi selecionado, em 2022, pela HundrED, organização que reúne inovações educacionais, e participou da premiação presencial em 2023, em Helsinque, na Finlândia. A experiência abriu uma frente estratégica. “Quando chegamos lá e vimos como a educação é tratada como prioridade, entendemos que havia um caminho consistente para o nosso crescimento”, diz Vitor.
O contato com o ecossistema finlandês levou à mudança para o país em 2024, com apoio do programa Sisu Factory, do Business Finland. A adaptação e o acesso a políticas voltadas à inovação consolidaram a base internacional do projeto e organizaram sua atuação.
Planejamento
Especialista em educação e negócios e também CEO do DCPC, Gilberto Barroso avalia que a participação em eventos internacionais passou a integrar o planejamento de expansão. Em poucos dias, essas feiras concentram interlocutores estratégicos e aceleram o aprendizado. “A exposição a novas ideias e modelos de negócio faz com que você teste mais, erre mais rápido e aprenda com maior profundidade, evitando decisões limitadas ao contexto local”, afirma.
A experiência também repercute internamente. Equipes que participam desses encontros ampliam repertório, fortalecem vínculos e retornam mais alinhadas ao propósito. Com o tempo, o projeto deixou de circular apenas como visitante e passou a expor suas soluções. Em uma edição do Web Summit, em Lisboa, recebeu autoridades europeias e integrou agendas institucionais, ampliando a rede de contatos. “Quando você sai, passa a entender melhor o valor do que construiu no Brasil. A capacidade de improviso e de resolver problemas é reconhecida lá fora e se torna um diferencial competitivo”, diz Gilberto. “Ao mesmo tempo em que aprendemos com outros ecossistemas, também levamos repertório e fortalecemos conexões”, complementa.
Com a expansão, os efeitos se tornaram concretos. O DCPC passou a atuar em países como Finlândia, Dinamarca, Espanha, Alemanha, Ucrânia, Estados Unidos e Catar, além de receber convites para novos eventos. Para Alloma Thérèse Moretti, diretora do DCPC, o avanço exige consistência operacional. “A internacionalização pede organização, clareza de propósito e capacidade de adaptação constante, porque cada mercado tem suas próprias regras e dinâmicas”, afirma. “Mais do que visibilidade, esses ambientes oferecem acesso a conhecimento, conexões qualificadas e novas formas de operar”, conclui.
Sobre Vitor Azambuja
Especialista em educação e criação, formado em publicidade, CEO e um dos criadores do programa De Criança Para Criança, sócio e diretor criativo da empresa.
Sobre Gilberto Barroso
Especialista em educação e negócios, CEO e um dos criadores do programa De Criança Para Criança, que tem como um dos objetivos o protagonismo das crianças em sala de aula quando falamos de aprender por meio de animações, histórias e o digital.
Sobre Alloma Thérèse Moretti
Diretora do De Criança Para Criança, executiva sênior de marketing e negócios, com experiência em empresas nacionais e multinacionais. Atua em desenvolvimento estratégico, vendas e expansão internacional, com passagem por setores como mídia, inovação, conteúdo, educação e tecnologia. Tem experiência na construção de parcerias globais, condução de negociações complexas e gestão de equipes multidisciplinares.
Sobre o De Criança para Criança
O programa De Criança para Criança oferece um leque de metodologias de educação híbrida para escolas de todo o mundo. Do futuro para a escola, a proposta é oferecer às crianças a oportunidade de serem protagonistas, colocando-as no centro da aprendizagem. Através de uma plataforma simples, os professores são orientados a serem mediadores, fazendo com que os próprios alunos desenvolvam conhecimento sobre temáticas diversas. A partir de discussões, constroem coletivamente histórias, fazem desenhos e gravam locuções relativas às narrativas criadas, que posteriormente serão transformadas em animações feitas pelo DCPC, expandindo os horizontes educacionais.
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