Mercado de seguros ganha novas diretrizes com agenda da CNseg para 2026
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A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) lançou, nesta quarta-feira (08), a Agenda Institucional do Mercado Segurador, que apresenta, de forma clara e estruturada, as prioridades, propostas e diretrizes que orientam a atuação do setor ao longo de 2026. “Precisamos traçar uma agenda positiva de trabalho na direção do crescimento do seguro. Eu não falo isso em benefício do mercado de seguro, mas pelo benefício que isso traz para a sociedade brasileira. É uma sociedade mais moderna, mais eficiente, mais produtiva”, afirmou o presidente da entidade, Dyogo Oliveira, acrescentando que o seguro é “um mecanismo de estabilização do crescimento econômico, estabilização, da saúde financeira, das famílias, das pessoas e das empresas e dos negócios em geral”.
Oliveira frisou ainda que é preciso haver um debate permanente com a sociedade sobre a necessidade de expansão do mercado dos seguros. “Hoje, a gente teve um evento sobre seguro rural, onde ficou latente que a falta do seguro rural traz os malefícios para a agricultura brasileira, que é super moderna em todos os seus aspectos, menos na gestão de riscos”, pontuou.
O presidente do Conselho Diretor da CNseg, Roberto Santos, sublinhou que o lançamento da agenda é o resultado do trabalho que traduz as prioridades do mercado, consolida as demandas do setor e direciona a atuação do mercado ao longo do ano. “Através da agenda, objetivamos ajudar a construir um país mais preparado para enfrentar o desafio do nosso tempo”, sintetizou.
Já o superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, destacou a importância do seguro no processo de montagem de uma cultura de planejamento no país. “Precisamos ser capazes de planejar o futuro”, ressaltou.
Ele enfatizou o papel dos corretores de seguros no mercado brasileiro e para a sociedade. “Sem o corretor não tem distribuição de seguro no nosso país. Essa é a nossa realidade. Certamente, a presença dos corretores é muitíssimo relevante”, afirmou.
Por sua vez, o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, disse que todos os segmentos do mercado devem perseguir a meta de levar o setor ao patamar que merece e precisa para continuar financiando a dívida pública, financiando o desenvolvimento, o crescimento do setor.
Nesse contexto, ele anunciou que a Fenacor vai lançar, no dia 26 de maio, o Plano Diretor do Mercado de Intermediação de Seguros (PDMIS), que irá contribuir para que se possa alcançar a meta de o mercado aumentar para 10% a participação no PIB, como previsto no Plano Diretor do Mercado de Seguros (PDMS).
O presidente da Câmara, deputado Arthur Maia, seguiu na mesma linha, pontuando que os parlamentares têm “obrigação” de participar de eventos como este realizado pela CNseg. “Temos a obrigação de estarmos aqui. Afinal de contas, os temas mais relevantes que estão hoje tramitando no Congresso Nacional, estão todos deles de certa forma vinculado ao setor de seguro”, declarou.
Ele citou ainda a relevância do seguro na Guerra no Irã: “O Estreito de Ormuz estava fechado, mas não era por causa da guerra. Os americanos até diziam que garantiam que o navio pudesse atravessar com escolta da força aérea americana para que o navio atravessasse o Estreito de Ormuz. Mas os navios não tinham condição de atravessar porque não tinham o seguro. Ou seja, O seguro era mais importante do que a promessa de segurança dada pela Força Aérea Americana. É porque o seguro é uma atividade transversal da economia”, ressalvou.
Impressionado com a repercussão do evento, o senador Eduardo Gomes sugeriu que, além da agenda legislativa, seja realizada uma “conversa aberta, suprapartidária, democrática” do setor de seguros com todos os candidatos a presidente. “Onde existe a palavra risco, é preciso entender que em algo algum momento, seguro tem que estar presente. É preciso formular, preparar, eu ainda vejo uma etapa da discussão da base de novas tecnologias do trabalho, na proteção de conteúdo, dos direitos autorais, com as suas dificuldades sendo superados por algum tipo de seguro”, argumentou.
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