Trabalho em 2026: 10 transformações que impactarão empresas no Brasil
- Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por Noelle Neves
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Relatório do Pandapé reúne análises de estudos globais e aponta as principais forças que devem pressionar empresas e RH no próximo ano
O ano de 2026 chega com mudanças rápidas que já impactam o trabalho. Inteligência artificial, novas obrigações legais e a necessidade de requalificação ganham força, enquanto a fadiga digital se intensifica. Para o RH, o recado é claro: será preciso agir rápido.
Para Patricia Suzuki, CHRO da Redarbor Brasil, grupo que detém o Pandapé, o momento exige mudanças mais profundas do que as observadas nos últimos anos.
“Hoje, vários temas ganharam urgência ao mesmo tempo: tecnologia, dados, qualificação e saúde mental. Isso é uma amostra do que já está na mesa dos gestores. E, diante desse volume, o RH precisa fazer movimentos mais profundos, porque os ajustes superficiais já não dão conta.”
Confira os pontos que devem ganhar força em 2026:
1- Estruturas hierárquicas mais enxutas
Pesquisas da Gartner indicam que cerca de 40% das empresas devem redesenhar suas estruturas nos próximos anos, impulsionadas principalmente pela IA. Na prática, isso significa camadas menores, decisões mais rápidas e mais espaço para autonomia das equipes.
2- Automação deixa de ser aposta e vira necessidade
Os ganhos de eficiência já são nítidos, e a automação passa a ocupar um lugar menos experimental e mais obrigatório. Para Suzuki, esse movimento não entra mais na categoria de inovação. “Trata-se de um requisito operacional.”
3 - Requalificação contínua ganha peso estratégico
O Fórum Econômico Mundial aponta que 59% dos profissionais no mundo precisarão aprender novas competências até 2030. Com esse cenário, deixa de fazer sentido tratar capacitação como ação pontual. As empresas terão de estruturar trilhas contínuas e integradas ao negócio.
4 - Contratação pautada por competências e comportamento
Dados do LinkedIn mostram uma mudança clara nas prioridades dos recrutadores, que passaram a olhar mais para habilidades reais e atributos comportamentais do que para o histórico registrado no currículo. Com isso, a seleção tende a ficar mais técnica e menos formalista.
5 - RH mais técnico e analítico
Com a economia oscilando e demandas mais complexas, cresce a pressão para que o RH antecipe impactos financeiros, riscos de turnover e lacunas de habilidades. Suzuki reforça que a área precisa, especialmente nos próximos anos, ter a perspectiva do negócio, promovendo ações que gerem eficiência.
6 - Saúde mental integrada à gestão de riscos
A partir de maio de 2026, a nova NR-1 exigirá que as empresas mapeiem riscos psicossociais, como assédio e burnout. A agenda corporativa passa a tratar o tema não apenas como bem-estar, mas também como conformidade e prevenção.
7 - Propósito e métricas ESG na agenda de pessoas
Estudos mostram que profissionais esperam coerência entre discurso e prática, o que pressiona empresas a incorporar indicadores ESG em processos como recrutamento, avaliação e reconhecimento. A cobrança interna tende a aumentar.
8 - Crescimento acelerado de funções ligadas à sustentabilidade
A transição verde deve criar milhões de empregos até 2030. Com isso, empresas precisam ampliar o olhar para competências relacionadas ao tema, que passam a ser consideradas estratégicas para a competitividade.
9 - Combate à fadiga digital
Com a sobrecarga tecnológica em alta, cresce a necessidade de revisar políticas internas, limites e expectativas de disponibilidade. O entendimento de que produtividade não deve ser sinônimo de conexão permanente volta ao centro do debate.
10 - Mobilidade interna como resposta à automação
Funções mudam, tecnologias avançam e a realocação de profissionais dentro da própria empresa ganha protagonismo. O movimento reduz custos, acelera integrações e reforça a cultura organizacional.
Para Suzuki, as empresas que conseguirem responder mais rápido a esses movimentos terão uma vantagem clara. “2026 vai separar organizações que se adaptam com agilidade daquelas que ainda tratam essas mudanças como tendências distantes. O RH estará no centro dessa virada.”
Sobre o relatório
O estudo “Tendências de RH para 2026” foi desenvolvido pelo time de conteúdo do Pandapé com base em análises de estudos publicados por Gartner, Fórum Econômico Mundial, LinkedIn, McKinsey, Deloitte e ManpowerGroup. O material reúne interpretações e recortes sobre as forças que devem influenciar o trabalho no Brasil no próximo ano.
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