Consórcio de móveis planejados cresce em 2026 e atrai quem acabou de comprar imóvel
- Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por Rodrigo Duarte
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Planejamento de interiores via consórcio surge como a solução definitiva para evitar juros bancários e garantir a entrega das chaves com a casa pronta
O mercado de consórcios encerrou 2025 com crescimento consistente, mas a principal mudança projetada para 2026 está no uso mais sofisticado do produto. Antes concentrado na aquisição de veículos e imóveis, o consórcio passa a ocupar também o interior das residências. O consórcio de móveis planejados consolida-se como uma alternativa que alia organização financeira e planejamento de longo prazo.
Esse movimento acompanha transformações no mercado imobiliário, marcado por imóveis menores e projetos cada vez mais personalizados. Segundo Eduardo Ferrari, corretor de seguros parceiro da Lojacorr Consórcios, a integração entre a compra do imóvel e o planejamento do mobiliário amplia o valor da experiência do consumidor e abre novas oportunidades de atuação para o corretor.
Historicamente, o consórcio foi associado a bens de alto valor devido à sua natureza de longo prazo. No entanto, o amadurecimento do setor e a evolução legislativa permitiram que novos nichos fossem explorados. "O consórcio passou a ser usado também para serviços e outros tipos de aquisição, como os móveis planejados", explica Ferrari.
Em 2026, esse movimento encontra eco em um mercado imobiliário dominado por unidades menores e projetos ultra personalizados. O grande trunfo, segundo o especialista, é o poder de negociação: "O consórcio permite pagar sem juros e traz a vantagem de comprar à vista no momento da execução do projeto, o que abre espaço para redução real de custos na marcenaria".
Planejamento em vez de dívida
Muitos clientes já possuem a escritura, mas travam na hora de mobiliar devido aos altos custos do crediário de lojas ou financiamentos bancários. Ferrari destaca que o corretor precisa atuar como um leitor de momentos de vida. "Saber se o imóvel foi comprado pronto ou na planta faz toda a diferença. O corretor mostra que o consórcio de planejados não é mais uma dívida, mas uma forma de organizar o projeto".
Antecipando a necessidade, o cliente substitui os juros altos por parcelas que cabem no bolso. "Em vez de recorrer a crédito emergencial na entrega das chaves, o cliente chega com poder de compra à vista. Isso muda completamente o custo final da marcenaria", afirma.
Uma das maiores oportunidades para o corretor em 2026 é a estruturação de cartas de crédito híbridas ou complementares. Ferrari orienta que o profissional atue como um verdadeiro planejador, ajudando o cliente a enxergar o valor total necessário para morar, não apenas para comprar as paredes.
"É possível estruturar uma carta que contemple as duas necessidades. Quando esse cálculo é bem feito, o cliente recebe as chaves com a casa funcional, sem sustos financeiros", pontua. Essa centralização simplifica a jornada: menos contratos, decisões menos apressadas e uma relação de confiança fortalecida com o corretor.
Nem todo cliente pede por consórcio, mas quase todos dão sinais de que precisam dele. Ferrari lista gatilhos claros: preocupação com o orçamento, receio de juros e mudanças no padrão de consumo, como a troca de um veículo caro por um mais barato para sobrar margem. "Situações como renovação de seguro, mudança de endereço ou ajustes frequentes na carteira ajudam a identificar o momento".
Quanto ao perfil de conversão, Ferrari é direto: recém-casados, compradores do primeiro imóvel e investidores de aluguel são os alvos principais. Para o investidor, o consórcio é a ferramenta que permite preparar o imóvel para locação (Airbnb ou fixo) sem descapitalizar o fluxo de caixa.
Vencendo a objeção da pressa
A "espera" do consórcio costuma ser o maior entrave, mas Ferrari ressignifica esse tempo. Em imóveis na planta, o prazo de construção joga a favor do produto. "Enquanto a obra avança, o cliente já começa a se planejar, paga parcelas menores e sem juros. O que antes parecia espera passa a ser estratégia".
Na hora da entrega da obra com o crédito contemplado ou próximo disso, o cliente evita o erro clássico de aceitar qualquer taxa de juros pelo desespero de mobiliar a casa nova. "Para o corretor do futuro, o segredo é transformar o tempo de construção em economia real para o bolso do cliente", finaliza Ferrari.]
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