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Com investimentos mais robustos, PMEs aceleram a transformação digital no Brasil

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Uso integrado de tecnologia redefine operações, produtividade e experiência dos clientes B2C e B2B nas PMEs

À medida que os investimentos em tecnologia avançam no Brasil, pequenas e médias empresas (PMEs) passam a incorporar soluções antes restritas às grandes corporações, promovendo mudanças profundas em processos, modelos de gestão e estratégias de competitividade. Levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) indica que os aportes em tecnologia da informação no país alcançaram US$ 58,6 bilhões em 2024, colocando o Brasil na 10ª posição do ranking global de gastos com software, hardware e serviços, com crescimento de 13,9%, acima da média mundial. Esse movimento evidencia uma transformação estrutural no perfil das empresas brasileiras, em que a digitalização deixa de ser uma ação pontual e passa a integrar o planejamento estratégico das PMEs.

Mais do que a adoção isolada de inteligência artificial (IA), o avanço tecnológico se apoia na combinação de soluções como infraestrutura de nuvem, sistemas de gestão (ERP), integração entre sistemas, automação de processos e plataformas de análise de dados. Como resultado está a ampliação da eficiência operacional, redução de custos e fortalecimento da capacidade de resposta das empresas tanto em relação às mudanças no comportamento do consumidor final quanto às exigências de clientes corporativos, que demandam agilidade, confiabilidade e maior integração ao longo da cadeia de valor, aproximando as PMEs do nível de eficiência das grandes corporações.

Conheça algumas PMEs em crescimento acelerado que vêm incorporando tecnologia de ponta como eixo central do negócio:

No varejo de proximidade, esse movimento se materializa em modelos altamente digitalizados. O market4u, maior rede de mercados autônomos da América Latina, exemplifica como a tecnologia pode ser aplicada de forma integrada para escalar operações e melhorar a experiência do consumidor. A empresa opera desde 2024 com o pricing 2.0 - precificação dinâmica baseada em dados, análise preditiva de estoque, personalização de mix por localização e plataformas digitais que permitem a gestão remota das unidades em tempo real. “A combinação dessas soluções reduz desperdícios, otimiza a logística e torna a operação mais responsiva ao comportamento do consumidor”, afirma Eduardo Córdova, sócio-fundador e CEO do market4u.

Quando o acesso ao cuidado especializado deixa de depender da localização geográfica, a tecnologia passa a ocupar um papel central na saúde. É nesse contexto que a Six Clínic estruturou um modelo 100% online para o tratamento da obesidade e do sobrepeso, integrando telemedicina, acompanhamento nutricional contínuo, logística de insumos e canais digitais de suporte clínico. Com investimento inicial de R$ 1 milhão em tecnologia, operação e logística, o formato permite padronizar processos, ampliar escala e atender pacientes fora dos grandes centros, refletindo como empresas em crescimento acelerado vêm utilizando inovação como eixo estratégico para gerar impacto real.

Para a indústria brasileira, investir em tecnologia tornou-se um fator decisivo de competitividade, em um cenário no qual a inovação deixou de ser diferencial e passou a integrar a estratégia de crescimento das empresas. Segundo Giordania Tavares, CEO da Rayflex, empresa líder na fabricação de portas rápidas industriais, a aposta contínua em inovação foi determinante para que a empresa, fundada em 1988, se consolidasse como referência no mercado de portas rápidas industriais no Brasil e na América Latina. “Investir em tecnologia é pensar na sustentabilidade das empresas. Fomos pioneiros ao desenvolver a primeira porta rápida 100% nacional com padrões internacionais, o que representou um desafio à época. Hoje, é possível ver como o segmento amadureceu”, afirma.

E por falar em inovação, há cinco anos as empresas brasileiras tiveram de se adaptar ao Pix. Em meia década, o sistema de pagamentos instantâneos mudou a lógica das transações financeiras em diversos setores da economia. Para Leandro Fiúza, CEO da SaqPay, paytech especializada em soluções digitais para o varejo, a rápida adoção da tecnologia mostra que as empresas estão dispostas a inovar quando há ganhos reais de eficiência e redução de custos. Segundo ele, o avanço dos pagamentos digitais ainda abre espaço para novas etapas de modernização nas pequenas e médias empresas, como a adoção de sistemas de gestão integrados (ERP), que automatizam processos e permitem controlar fluxo de caixa e estoque em tempo real. “Isso reduz retrabalho, erros operacionais e acelera a tomada de decisão”, afirma.

A tecnologia também transformou o ensino de idiomas, e a Spaceclass, edtech especializada no segmento, aproveitou essa oportunidade para tornar o aprendizado mais acessível, dinâmico e personalizado. Com base em neurociência e estudos sobre como as pessoas aprendem, a empresa desenvolveu uma metodologia própria focada em conversação, que leva os alunos à fluência em até três anos. A edtech conta ainda com um algoritmo que conecta alunos com perfis e interesses semelhantes em aulas ao vivo, além de uma inteligência artificial própria, a Spaceup, que corrige pronúncia, esclarece dúvidas em tempo real e auxilia até quem tem dificuldade em praticar o speaking. Segundo Raphael Brito, sócio-fundador e CEO da empresa, a tecnologia e a IA têm papel estratégico na personalização da jornada do aluno. “O desenvolvimento foi feito de forma incremental, com investimentos contínuos ao longo dos últimos anos, sempre priorizando eficiência, experiência do usuário e escalabilidade”, comenta.


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