Especialista dá cinco dicas para transformar redes sociais em ambientes de consumo
- Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por Carolina Lara
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Conteúdo, recomendação, pagamento e recompra passam a acontecer dentro das plataformas, mudando a lógica de crescimento de marcas digitais em 2026
As redes sociais atravessaram um ponto de ruptura no varejo digital. Em 2026, plataformas que antes funcionavam apenas como canais de divulgação passaram a concentrar toda a jornada de consumo, da descoberta à conversão. Segundo o DataReportal 2026, o Brasil reúne cerca de 150 milhões de usuários ativos em redes sociais, um contingente que já consome informação, entretenimento e, cada vez mais, produtos sem sair dessas plataformas.
Esse movimento explica por que o social commerce cresce em ritmo superior ao do e-commerce tradicional. Estudo da Accenture aponta que compras mediadas por redes sociais avançam até três vezes mais rápido do que lojas virtuais convencionais, impulsionadas pela integração entre conteúdo, influência e pagamento direto. A redução de etapas na jornada tem impacto direto na taxa de conversão.
Para a empresária Sabrina Nunes, fundadora da Francisca Joias, e especialista em vendas na internet, o erro mais comum das marcas é continuar tratando redes sociais como vitrines. “As plataformas deixaram de ser apoio de marketing. Elas viraram o próprio ambiente de consumo. Quem ainda usa rede social só para aparecer está desperdiçando potencial de venda”, afirma.
A mudança é visível em plataformas como TikTok, Instagram e WhatsApp, que concentram vídeo, busca, recomendação social e compras no mesmo fluxo. No TikTok, por exemplo, o conteúdo não tem vida curta: vídeos continuam sendo distribuídos ao longo do tempo, funcionando como mecanismo de descoberta e venda contínua. “O algoritmo prioriza quem consegue entregar, atender e sustentar demanda. Não é só sobre viralizar”, diz Sabrina.
O impacto vai além da comunicação. A lógica de distribuição passou a considerar fatores operacionais, como disponibilidade de produto, logística e experiência do cliente. Plataformas tendem a favorecer marcas que oferecem previsibilidade de entrega e capacidade de escalar. “A rede social virou infraestrutura. Se a operação falha, o alcance cai”, afirma a empresária.
Outro vetor central é a mudança no comportamento do consumidor. Levantamento da NielsenIQ mostra que mais de 70% das decisões de compra no social commerce são influenciadas por vídeos de recomendação e creators, percentual superior ao de anúncios tradicionais. A confiança deixa de estar apenas na marca e passa a ser compartilhada com comunidades, afiliados e produtores de conteúdo.
Nesse contexto, a construção de comunidade se consolida como ativo estratégico. Marcas que criam narrativas, causas e experiências tendem a gerar maior recorrência e ticket médio. “As pessoas compram pertencimento, não só produto. Quando isso acontece dentro da rede social, a recompra se torna natural”, afirma Sabrina.
A integração entre físico e digital também ganha relevância. Lojas, eventos e experiências presenciais passam a alimentar o conteúdo on-line, enquanto as redes sustentam escala e conversão. “O físico virou mídia. Ele gera história, prova social e conteúdo que circula no digital”, diz.
Para 2026, a avaliação é que redes sociais deixam definitivamente de ser meio e passam a ser o próprio ambiente onde o consumo acontece. “Quem entende isso constrói vantagem competitiva. Quem insiste em tratar rede como vitrine vai competir com custo maior e menos controle”, afirma a empresária.
Cinco caminhos para transformar redes sociais em ambientes de consumo
1. Integrar conteúdo, descoberta e compra no mesmo fluxo
Eliminar etapas externas aumenta a conversão. Quanto menos cliques entre interesse e pagamento, maior a eficiência da venda.
2. Construir confiança por meio de comunidade e recomendação
Creators, afiliados e clientes reais funcionam como extensões da marca. A prova social passa a ser o principal gatilho de decisão.
3. Operar com previsibilidade de oferta e entrega
Algoritmos priorizam marcas que sustentam demanda. Estoque, logística e atendimento influenciam diretamente no alcance e distribuição.
4. Usar dados e automação para estimular recompra
CRM, WhatsApp e inteligência artificial permitem ativar a base existente, aumentando ticket médio e recorrência sem depender apenas de mídia paga.
5. Tratar a rede como infraestrutura de negócio
Lives, afiliados, pagamento, atendimento e tráfego coexistem no mesmo ecossistema. “Quem trata rede social como infraestrutura constrói margem e previsibilidade”, afirma Sabrina.
Sobre Sabrina Nunes
Sabrina Nunes é CEO e fundadora da Francisca Jóias, considerada a maior loja online de semijoias do Brasil. Atua no mercado digital desde 2011 e acumula 14 anos de experiência em grandes operações de vendas, especialmente no período de Black Friday. Desenvolveu estratégias práticas e validadas para aumentar o faturamento no varejo online, formando e mentorado mais de 36 mil mulheres que hoje empreendem com produtos físicos na internet. Hoje, dedica-se a ensinar empreendedoras a venderem de forma estruturada, acessível e orientada a resultados. Para mais informações, acesse @sabrinanunesfj ou pelo portal https://sabrinanunes.com.br/
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