Empresas brasileiras apostam em empréstimos estruturados para manter operações e viabilizar crescimento
Tradicionalmente associado a momentos de dificuldade financeira, o crédito empresarial vem assumindo um novo papel no Brasil: o de ferramenta estratégica para crescimento, modernização e ganho de competitividade. Em vez de recorrer a empréstimos apenas em situações emergenciais, empresas de diferentes portes passaram a incorporar operações de crédito ao planejamento e à gestão do negócio.
Esse movimento ganha força em um cenário de maior profissionalização das empresas e de exigências mais rigorosas por parte das instituições financeiras. Para especialistas do setor, o crédito estruturado permite não apenas o acesso a volumes mais elevados de recursos, que podem chegar a R$ 50 milhões, como também contribui para a organização do fluxo de caixa e para maior previsibilidade financeira.
É nesse contexto que atua a Restart Assessoria, empresa com quase três décadas de experiência no mercado financeiro, especializada na estruturação de operações de crédito sob medida para empresas que buscam expandir ou reorganizar suas finanças. A atuação envolve desde linhas mais conhecidas, como Pronampe e Procred, até operações estruturadas voltadas a negócios que demandam soluções financeiras mais robustas.
“O crédito bem planejado permite que a empresa cresça sem comprometer sua saúde financeira”, explica Andderson Lopes, gestor da Restart Assessoria. Segundo ele, o processo passa por diagnóstico detalhado do negócio, apoio técnico na organização da documentação, negociação com instituições financeiras e acompanhamento até a liberação dos recursos.
Um dos diferenciais desse tipo de operação é a possibilidade de transformar passivos em investimentos de longo prazo, com impacto direto e positivo no caixa das empresas. Embora cada projeto tenha características próprias, a lógica é comum: utilizar o crédito para gerar eficiência, reduzir custos ou viabilizar a expansão. Andderson destaca ainda a forte demanda do setor agropecuário, especialmente pela possibilidade de utilização de áreas e propriedades rurais como garantia nas operações.
Com mais de R$ 800 milhões estruturados em operações de crédito e milhares de empresas atendidas, a Restart avalia que a principal mudança observada nos últimos anos está na mentalidade do empresário. “O crédito deixa de ser um último recurso e passa a ser uma decisão estratégica, integrada ao planejamento financeiro do negócio”, afirma.
Para 2026, o cenário de concessão de crédito será marcado por um rigor seletivo e as Instituições financeiras priorizarão a qualidade dos ativos em detrimento do volume, focando em linhas com garantias e bem estruturadas.
“Empresas que entendem o crédito como ferramenta de gestão tendem a atravessar cenários desafiadores com mais solidez e capacidade de crescimento”, conclui.
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