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44% dos CEOs apontam tensões comerciais e riscos na implementação da IA como os maiores desafios para o próximo ano

CEO Outlook Pulse, da EY-Parthenon, também mostra que 100% dos executivos brasileiros entrevistados esperam realizar algum tipo de transação nos próximos 12 meses

As tensões comerciais, como tarifas e exportações, além das disrupções tecnológicas e riscos na implementação da Inteligência Artificial são percebidos pelos CEOs como os desafios mais significativos para os próximos 12 meses. É o que aponta a última versão da CEO Outlook Pulse feita pela EY, uma das maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo. Os dois itens lideram com 44%, seguidos por limitações na capacidade de inovação e na infraestrutura (40%) e incertezas macroeconômicas e de mercado, que englobam por exemplo, disponibilidade de crédito, taxas de juros e inflação (36%).

“Essa edição do estudo também mostrou que tecnologia e dados são áreas que os CEOs pretendem investir mais tanto por localização como por regionalização. Vale reforçar que por 'localização', consideramos táticas de como produzir bens no país onde serão vendidos e por ‘regionalização’, táticas como criar cadeias de suprimentos regionais para atender a um bloco específico”, explica Leandro Berbert, sócio de Estratégia e Transações da EY-Parthenon. Sobre isso, 94% dos entrevistados disseram que já desenvolveram um plano ou concluíram ações de localização e regionalização em suas empresas.

Segundo a pesquisa, o nível de inovação, a qualidade da infraestrutura e as condições de mercado, e regulamentações relacionadas à sustentabilidade e aos critérios ESG são os fatores mais considerados como facilitadores dos planos de localização/regionalização com respectivamente 58%, 58% e 50% das respostas. “Os executivos têm se mostrado mais otimistas sobre como os alguns temas podem facilitar os negócios ou então ter um impacto negativo mais controlado ou mitigado”, conta Berbert.

Já no que tange a incerteza política e econômica, 46% dos CEOs acreditam que ela deve durar entre seis meses e um ano, enquanto 26% apostam entre um e três anos.

Possibilidade de M&As e transações

Dentre os CEOs brasileiros entrevistados, 100% esperam realizar algum tipo de transação nos próximos 12 meses como Joint Ventures, M&A ou desinvestimentos. A maioria (80%) sinalizou as JVs e alianças estratégicas como principal transação, enquanto 60% representa os M&As e apenas 26% em IPOs, desinvestimentos ou spin-offs.

Berbert explica que “os CEOs estão cada vez mais inclinados a joint ventures e alianças estratégicas para alcançar o crescimento, evitando o desgaste financeiro e operacional que geralmente acompanha as fusões e aquisições tradicionais. Dessa forma, muitos líderes veem as parcerias como uma forma de agir rapidamente e acessar novos mercados e/ou tecnologias. Ao contrário das aquisições, as alianças permitem que as empresas compartilhem riscos, reúnam conhecimento especializado e mantenham suas culturas intactas, o que geralmente se traduz em maior agilidade e menos interrupções para funcionários e clientes”.

Além do Brasil, os EUA e o Canadá aparecem como principais alternativas para recebimento de investimento.

Transformação de portfólio

Em relação ao portfólio, 58% dos entrevistados afirmaram que pretendem aumentar o investimento para acelerar a transformação do portfólio nos próximos 12 meses e 36% afirma que deve manter um nível de transformação consistente com os últimos anos.

E para isso, as principais formas de conseguir alavancar o portfólio são aumento da receita ou melhoria das margens (60%), captação de novo capital por meio de emissão de dívida ou empréstimos bancários (19%), captação de capital de acionistas existentes ou novos (17%) e, por fim, venda de ativos não essenciais (4%).

Quando perguntado sobre a motivação que gera essa mudança no portfólio, o principal indicativo é a melhora no desempenho financeiro (45%), seguido por foco na criação de valor a longo prazo em vez do desempenho a curto prazo (17%) e redução da complexidade organizacional para criar modelos operacionais mais ágeis (10%).

Sobre o estudo: O material ouviu 50 CEOs de empresas de diferentes setores no Brasil, como infraestrutura, bens de consumo, saúde, energia, tecnologia e serviços financeiros. Essas companhias têm faturamento anual de, no mínimo, US$250 milhões.

Sobre a EY

A EY existe para construir um mundo de negócios melhor, ajudando a criar valor em longo prazo para seus clientes, pessoas e sociedade e gerando confiança nos mercados de capitais.

Utilizando dados, inteligência artificial e tecnologia como viabilizadores, equipes diversas da EY ajudam clientes a moldar o futuro com confiança e a solucionar as questões mais complexas do mundo atual.

As equipes da EY atuam em todo espectro de serviços em assurance, consulting, tax e Strategy and Transactions, agora EY-Parthenon. Impulsionadas pela visão dos setores da indústria, parceiros de diversos ecossistemas e uma rede multidisciplinar e globalmente conectada, as equipes da EY podem fornecer serviços em mais de 150 países.

Todos juntos para moldar o futuro com confiança.

EY se refere à organização global e pode se referir a uma ou mais firmas-membro da Ernst & Young Global Limited, cada uma das quais é uma pessoa jurídica independente. A Ernst Young Global Limited, uma empresa do Reino Unido limitada por garantia, não presta serviços a clientes. Informações sobre como a EY coleta e usa dados pessoais, bem como a descrição dos direitos dos indivíduos sob a legislação de proteção de dados, estão disponíveis em ey.com/privacy. As firmas-membro da EY não exercem a advocacia onde são proibidas da prática pelas leis locais. Para mais informações sobre a nossa organização, visite

Sobre a EY-Parthenon

Nossa combinação única de estratégia transformadora, transações e finanças corporativas oferece valor no mundo real: soluções que funcionam na prática, não apenas no papel.

Beneficiando-nos do espectro completo de serviços da EY, reimaginamos a consultoria estratégica para trabalhar em um mundo de crescente complexidade. Com uma profunda experiência funcional e setorial, combinada com tecnologia inovadora impulsionada por IA e uma mentalidade de investidor, colaboramos com CEOs, conselhos de administração, private equity e governos em cada passo do caminho, permitindo que você molde seu futuro com confiança.

A EY-Parthenon é uma marca sob a qual várias firmas-membro da EY em todo o mundo oferecem serviços de consultoria estratégica. Para mais informações, visite


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