Cloud computing: a adoção avança, mas as empresas ainda pecam na baixa maturidade digital
- Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por Larissa Santos Silva
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*por Fábio Lucinari, CEO da Nublify
Cresceu a adoção de nuvem e a modernização de infraestrutura, de acordo com a nova edição do Indicador de Excelência em Tecnologia e Inovação (Inexti). Em uma escala que vai de zero a 100, a iniciativa de aderir à nuvem apresentou evolução de 54,3 em 2021 para 58,1 em 2022. Ainda assim, de acordo com o mesmo estudo, menos da metade das empresas ouvidas (41%) tem aplicações críticas rodando em cloud computing, ou seja, seguem utilizando as tradicionais infraestruturas próprias para parte dos dados.
Entendo que, por conta das especificidades do negócio, algumas organizações precisam manter determinados dados na infraestrutura local. Essa estratégia, em geral, é adotada por empresas cujas unidades se localizam em regiões afastadas dos grandes centros, onde a latência da rede é um problema. Organizações financeiras também costumam preferir infraestruturas próprias devido à natural preocupação com segurança dos dados e necessidade de cumprir exigências operacionais de muitas regulamentações.
Independentemente disso, é fundamental que as companhias mantenham no radar as oportunidades de aumentar a própria maturidade digital, que pode ser medida pelo nível de capacidade que a empresa tem de operar, inovar e competir por meio de soluções tecnológicas eficientes e seguras. Afinal, a tecnologia tem um potencial incomparável e incontestável de melhorar produtos, serviços e processos, enquanto agrega agilidade, produtividade e eficiência para o dia a dia da companhia.
Especificamente com relação à maturidade digital em cloud computing, é importante destacar que a nuvem não é apenas um ambiente digital. É uma questão de mudança de mentalidade dentro do negócio, o que exige que os líderes sejam incluídos nas reuniões de implementação e/ou migração e que os usuários sejam conscientizados da importância desse novo momento da empresa, entendendo a tecnologia como uma aliada.
Superada essas etapas, a empresa tem mais chances de desfrutar dos diferentes benefícios oferecidos pela cloud computing, como escalabilidade, flexibilidade, resiliência, eficiência e otimização de custos, além do aumento das capacidades de crescimento, inovação e automatização. O ponto de atenção, porém, está no quesito segurança, que, por contrato, é uma ação compartilhada entre quem contrata e quem provê o serviço.
Na hora de migrar os dados críticos para a nuvem, sugiro que você, como líder de negócio, tecnologia ou segurança da informação, se faça cinco perguntas:
1. De que forma a migração vai beneficiar o meu negócio?
2. No pacote de serviços do novo ambiente está previsto Disaster Recovery, além de visibilidade, segurança e controle do tráfego de informações?
3. Qual é a necessidade e a opinião dos líderes de negócio sobre essa iniciativa?
4. É possível fazer testes antes de considerar a migração como uma ação finalizada?
5. O fornecedor de cloud computing oferece um atendimento consultivo?
Na minha opinião, não estar na nuvem é uma opção cada vez mais distante de uma operação ideal. Mas não migre apenas por modismo. Tenha uma meta, um plano e profissionais especializados - que podem ser internos ou externos - para te orientar quando, como e o que migrar. Só assim a ação fará sentido.
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