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Tecnologia é ferramenta para jornalismo comunitário

O Brasil tem mais smartphones do que habitantes; diretora de jornalismo do Grupo Mais Maranhão explica como a tecnologia impacta a produção jornalística independente

Com a tecnologia, tudo ficou mais rápido. Algo acontece e, em minutos, temos vídeos e fotos enviados pelo povo

O jornalismo comunitário é um segmento da comunicação com foco nas comunidades locais, como bairros, cidades ou regiões específicas. Ao invés de se concentrar no escopo nacional ou internacional, a prática jornalística aplicada em comunidades se propõe a relatar fatos e histórias locais, com o objetivo de informar, educar e envolver a comunidade em torno de questões sociais, ecológicas e políticas.

No passado, esse tipo de comunicação envolvia processos como telefonemas, envio de cartas e visitas às redações, além de demandar o acesso a jornais impressos ou rádios que, por vezes, não estavam ao alcance da maior parte do público em questão.

“Hoje, tudo está mais fácil. Assim como para outros setores, a inovação e a digitalização também têm um impacto para o jornalismo comunitário independente”, afirma Mônica Brandão, diretora de jornalismo do Grupo Mais Maranhão.

“As inovações tecnológicas nos deixam ficar mais próximos do nosso público. Por meio das redes sociais, publicamos nosso conteúdo e, também por meio das redes, recebemos grande parte das pautas sugeridas pela comunidade”, explica. O Grupo Mais Maranhão atua com jornalismo local nas cidades de Imperatriz e São Luís e possui uma atuação de cobertura regional, envolvendo todo o estado do Maranhão.

De fato, os brasileiros estão entre os cidadãos mais conectados às redes sociais digitais em todo o mundo: segundo dados da FGV (Fundação Getulio Vargas) e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), há mais celulares inteligentes (242 milhões) do que habitantes (214 milhões) no país.

Além do mais, dados divulgados pela CupomValido.com.br em 2021, com base em dados da Hootsuite e WeAreSocial, indicam que há mais de 150 milhões de usuários das redes no país. A taxa de usuários pelo total de habitantes foi de 70,3% - uma das mais expressivas dentre todos os países. O Brasil é o terceiro país mais ativo nas redes, com uma média de 3h42m por dia, atrás apenas da Filipinas (4h15m) e Colômbia (3h45m), respectivamente.

Como se faz jornalismo comunitário?

“Procuramos estar sempre conectados com o povo. Por isso, recebemos denúncias pelas redes e cobramos os órgãos públicos com relação à prestação de serviços para a comunidade”, diz Brandão.

Segundo a diretora de jornalismo do Grupo Mais Maranhão, a empresa reúne mais de um milhão de seguidores das mais diversas comunidades do Estado do Maranhão. Para tanto, a tecnologia é aliada: “Na maioria das vezes, o primeiro contato com o público ocorre por meio do ‘inbox’ nas redes sociais. Por meio desta ferramenta, os cidadãos enviam imagens e denúncias”.

Ela conta que, a partir das informações enviadas pelo público local, os jornalistas da rede buscam as respostas junto ao poder público e às mais diversas fontes que fazem parte da notícia. “As ferramentas de envio em tempo real de fotos, vídeos e textos trouxeram diversas mudanças à dinâmica do jornalismo, repercutindo na apuração, investigação e checagem, - e para a imprensa comunitária independente não seria diferente”, explica.

Brandão destaca que com a tecnologia tudo ficou mais rápido. “Algo acontece e, em minutos, temos vídeos e fotos enviados pelo povo. Isso ajuda, claro. Mas nosso processo de apuração se mantém com o rigor jornalístico de checar e buscar as outras ‘vozes’ que devem fazer parte da reportagem”, ressalta.


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