GNA é eleita pela 2ª vez uma das melhores empresas para mulheres trabalharem no país
Com iniciativas de inclusão feminina, empresa é a única do setor de energia a figurar no ranking de DE&I, na categoria Mulher
No mês da mulher, a GNA - Gás Natural Açu – foi eleita pela segunda vez uma das melhores empresas para mulheres trabalharem de acordo com Ranking DE&I+ 2022, da consultoria internacional Great Place to Work (GPTW).
Nesta edição, cerca de 500 empresas se inscreveram na categoria Mulher e apenas 71 foram premiadas. A GNA conquistou a 17ª posição entre as empresas de médio porte e é a única do setor de energia a figurar nesta categoria.
Segundo o GPTW, para participar desta categoria, as empresas precisavam ter pelo menos 30% de colaboradoras, sendo 30% em cargos de liderança e 5% em cargos da alta gestão. Entre os requisitos, todas as empresas devem aplicar pesquisas para conhecer os funcionários, contar com políticas voltadas às mulheres, combater a discriminação de gênero, contratar porta-vozes capacitados e habilitar canais de denúncias ou reclamações para questões relacionadas à discriminação, preconceito ou assédio.
A premiação chancela as boas práticas implementadas pela GNA em prol da diversidade, equidade de gênero e inclusão de mulheres no setor de energia, ainda majoritariamente masculino.
“Receber esse prêmio no mês em que celebramos o Dia Internacional da Mulher é muito significativo, pois é um reconhecimento dos nossos esforços em propiciar um ambiente cada vez mais diverso e inclusivo na GNA e em nossas comunidades. Atualmente, as mulheres ocupam 50% do quadro de colaboradores, sendo 33% em cargos de liderança. Lançamos em 2022 nosso II Programa de Qualificação profissional gratuito com 41% de inscrições femininas. Sabemos que ainda temos muito a avançar, mas estamos no caminho certo”, afirma Maisa Resende, Head de RH e Comunicação na GNA.
II Programa de Qualificação Profissional da GNA
Iniciada em outubro de 2022, a segunda edição destinou 25% das 448 vagas oferecidas nos cursos de Solda, Elétrica, mecânica e Logística às mulheres. No entanto, o número de inscrições femininas foi de 41%, o dobro registrado na 1ª edição, propiciando a formação de duas turmas exclusivamente femininas. A companhia também conta com o Programa de Combate à Violência de Gênero, reconhecido como case de referência pela IFC (International Finance Corporation).
Durante a construção da UTE GNA I, primeira usina da companhia e em operação desde 2021, cerca de 650 mulheres já foram contratadas para trabalhar nas obras. Dado o novo cenário do canteiro de obras, foram realizadas adaptações para inclusão das novas profissionais, como banheiros exclusivamente femininos (de cor diferenciada), entrada exclusiva para mulheres e uniformes adaptados para elas.
Outras iniciativas
Em 2021, a GNA tornou-se signatária do Pacto Global, iniciativa da ONU, para engajar empresas e organizações na adoção de dez princípios na área de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. No mesmo aderiu ao Women Empowerment Principles – WEPs (em português, Princípios de Empoderamento das Mulheres), uma iniciativa da ONU Mulheres e do Pacto Global da ONU, cujo intuito é promover a igualdade de gênero e fortalecer a liderança das mulheres no ambiente de trabalho.
Já em 2022, a empresa aderiu à Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero, uma iniciativa do Instituto Ethos, do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) e do Instituto for Human Rights and Business (IHRB).
A GNA conta ainda com programas de mentoria feminina, comitê de diversidade e ações empreendedorismo como forma de contribuir para a equidade de gênero e inclusão social. As iniciativas seguem as diretrizes de sua Política de Sustentabilidade e do seu Código de Conduta, a com tolerância zero a discriminação de qualquer natureza.
Sobre a GNA
A GNA é uma joint venture formada pela bp, Siemens, SPIC Brasil e pela Prumo Logística dedicada ao desenvolvimento, implantação e operação de projetos estruturantes e sustentáveis de gás natural e energia. Instalada no Porto do Açu, a GNA está construindo o maior Parque Termelétrico a Gás Natural da América Latina, composto pela UTE GNA I (em operação) e a UTE GNA II (em obras). Para abastecer as usinas, a GNA construiu um Terminal para a movimentação de Gás Natural Liquefeito (GNL), onde está atracada a FSRU BW Magna, embarcação com capacidade para armazenar e regaseificar até 28 milhões de m³/dia. Juntas, as duas térmicas irão gerar 3 GW, energia suficiente para atender cerca de 14 milhões de residências. Os projetos contam com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
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