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Pesquisa aponta que modelo híbrido segue como o preferido das empresas e que será mantido em definitivo

Estudo realizado pela consultoria Cushman & Wakefield destaca que 95% dos executivos entrevistados aprovam o formato

Ao longo da pandemia, o formato de trabalho híbrido ganhou protagonismo entre as empresas. O modelo que já era adotado por empresas, principalmente, das áreas de tecnologia e comunicação, passou a entrar na rotina de companhias de diversos segmentos. Em pesquisa realizada pela Cushman & Wakefield, uma das maiores consultorias imobiliárias do mundo, aponta que o modelo híbrido segue em alta e deve ser mantido em definitivo.

A pesquisa foi realizada com 154 executivos que ocupam cargos de liderança de companhias de diversos segmentos, destaque para financeiro, comércio, jurídico, imobiliário e entretenimento.

Modelo Híbrido em alta

A pesquisa mostrou que 95% dos executivos aprovam o modelo de trabalho híbrido, com 44,3% que veem como totalmente positivo e 52,8% entendem que há mais pontos positivos do que negativo no modelo. A frequência presencial, neste modelo, é de três vezes na semana, adotado por 41,3% dos entrevistados, seguido por duas vezes na semana, com 36,5% da amostra; 13,5% informam que a equipe vai ao escritório quatro vezes semanalmente e 8,7% apenas uma vez.

Em definitivo

A partir da amostragem, foi possível também identificar que o trabalho híbrido será mantido em 2023. Para 75% dos entrevistados, o modelo será adotado em definitivo. Aproximadamente 73% dos executivos adotaram o modelo híbrido após o fim das restrições; enquanto 22,2% continuam com o trabalho presencial; e 3,5% mantiveram o home office.

Em torno de 58,7% dos entrevistados não adotavam o modelo híbrido antes do início da pandemia. Já para 15,4% o modelo já era estudado, mas não definido. 20,3% informaram que a empresa já adotava o modelo parcialmente e 5,6% afirmam que a empresa já adotava o modelo totalmente, para diversos cargos em diversos dias da semana.

Home office perde força

A pesquisa trouxe ainda um recorte sobre o modelo de home office. Para 50% dos entrevistados, o formato tem hoje mais pontos negativos do que positivos o que não era notado no início da pandemia, quando Cushman & Wakefield realizou pesquisa similar em 2020 e identificou que 84% dos executivos apontavam como somente positivo. 6,7% da amostragem aponta a experiência como totalmente positiva, outros 7,5% como negativa e outros 35,8% que o modelo tem mais pontos positivos do que negativos.

Para 54% dos tomadores de decisão, o trabalho presencial é uma opção que ainda agrada. 41,4% acreditam que trabalhar no ambiente corporativo tem mais pontos positivos do que negativos, enquanto 12,9% avaliam o modelo totalmente positivo.

Ocupação dos escritórios

A dúvida que surgiu desde o início da pandemia ficou concentrada no futuro dos escritórios, já que o formato home office prometia ser perpetuado entre as grandes companhias que locam boa parte das lajes corporativas presentes nas principais capitais nacionais. Nesse sentido, para 42,1% dos tomadores de decisão, suas empresas não reduzirão espaço físico no futuro; 22,9% informam não ser possível definir ainda; para outros 22,9% isso pode ocorrer em um futuro próximo (até 12 meses) e 12,1% acreditam que pode ocorrer, mas em um prazo mais logo (acima de 12 meses).

Para o grupo que pretende reduzir espaço, esta operação seria parcial. 59% apontam que as empresas podem reduzir seus espaços em até 50%. Para 20,4% a redução será de até 10%. 16,3% consideram uma redução maior do que a metade do que ocupam hoje. Atualmente, a taxa de vacância do mercado de alto padrão de escritórios de São Paulo está em 21,54%, com preço pedido de R$ 101,92 por m²/mês.

“A partir da pandemia, a Cushman & Wakefield tem avaliado com profundidade todos os impactos da crise sanitária dentro do mercado de escritórios. Em 2020, a empresa desenvolveu conceito do Six Feet Office, que propõe seis medidas de segurança para os colaboradores na volta ao trabalho presencial. No mesmo ano, realizamos pesquisa para identificar informações sobre a aceitação do home office, modelo que precisou ser adotado de forma imediata pelas empresas naquele momento. Chegamos a esse novo recorte, que dois anos após as primeiras amostragens, permite-nos notar que o home office trouxe sim benefícios, porém o formato presencial segue como o formato que agrada os tomadores de decisão, garantindo assim o modelo híbrido, que reforça pilares como a integração da equipe e disseminação da cultura e valores da empresa e determina que as empresas invistam mais nos ambientes de trabalho, visando manter a produtividade e maiores atrativos para a manutenção de talentos”, conclui Natália Pozzani, Head de Marketing para a América do Sul da Cushman & Wakefield.

Highlights

95% dos executivos aprovam o modelo de trabalho híbrido
Para 75% dos entrevistados, o modelo híbrido será adotado em definitivo
A frequência do presencial, no modelo híbrido, é de três vezes na semana, adotado por 41,3% dos entrevistados.
58% dos entrevistados não adotavam o modelo híbrido antes do início da pandemia
Para 54% dos tomadores de decisão, o trabalho presencial é uma opção que ainda agrada.
Para 50% dos entrevistados, o formato home office tem hoje mais pontos negativos do que positivos

Sobre a Cushman & Wakefield

A Cushman & Wakefield (NYSE: CWK) é uma líder global em serviços imobiliários corporativos que oferece valor excepcional para ocupantes e proprietários. É uma das maiores empresas do setor no mundo, com aproximadamente 50.000 funcionários em 400 escritórios e 60 países. Em 2021, seu faturamento foi de US$9,4 bilhões proveniente de suas principais linhas de serviços como gerenciamento de propriedades, facilities, gestão de projetos, locações, capital markets, avaliação imobiliária e outros serviços. Saiba mais em www.cushmanwakefield.com.br.


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