Novo seguro chega ao mercado e diversas companhias passam a distribuir o produto
O Pix já registrou mais de 1,4 bilhão de transações até o mês de setembro, a ferramenta também já reúne mais de 330 milhões de chaves. No entanto, junto com a praticidade, os golpes também surgiram e, hoje, é muito comum notícias sobre o crescimento de sequestros-relâmpagos usando o Pix para roubar as vítimas.
Para ajudar a proteger o consumidor dessa onda de ataques, algumas companhias desenvolveram um seguro Pix, que tem objetivo de indenizar por transações indevidas.
Nesta semana, a Bradesco Seguros lançou seu novo “Seguro Proteção Digital”, voltado para a cobertura de transações indevidas feitas por terceiros, no aplicativo do banco após a perda, furto e roubo do aparelho celular do segurado ou sob coação. A proposta da seguradora é pagar indenizações em caso de transferências via Pix, TED e DOC. O serviço oferece três opções de planos a partir de R$ 8,99 mensais e com limites começando em R$ 20 mil.
O Santander também anunciou um produto com essa finalidade. Chamado de “Seguro Transações”, o custo inicial do produto é de R$ 9,99 ao mês, dependendo do plano escolhido, e indeniza o cliente que realiza, sob coação, transferências através de Pix, DOC, TED e TEF.
O Mercado Pago, braço de finanças do Mercado Livre, por sua vez, anunciou uma parceria com a a BNP Paribas Cardif, para distribuir a proteção. O seguro do Mercado Pago promete indenizar clientes obrigados a transferir recursos sob ameaça de danos físicos. O seguro vale também para saques sob coação em caixas eletrônicos e situações como o roubo de bolsa contendo o cartão, desde que os crimes sejam notificados no prazo estipulado. São duas opções de planos, uma custa 3,50 reais por mês e inclui cobertura de até 5 mil reais. A outra de 5 reais mensais, indeniza até 10 mil reais em perdas.
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