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Seguros Devem Encerrar 2020 Com Alta de 3,4%

A CNseg, confederação das seguradoras, prevê um crescimento dos prêmios de seguro de 3,4%, para R$ 271,3 bilhões em 2020, após um avança de 12,1% em 2019, com receita de R$ 270,2 bilhões. O resultado é visto com alegria diante da retração do Produto Interno Bruto (PIB) previsto para este ano, em torno de 4%, e devido ao impacto da pandemia COVID-19. A queda foi mais severa nos meses de março e abril, quando foi decretado o isolamento social, mas a partir de maio já se observou retomada de alguns segmentos como rural e de riscos financeiros, e retração de outros, como automóvel e transporte.

Marcio Coriolano acredita que o crescimento dos prêmios se recuperará nos próximos dois anos, apoiado pelo esforço das seguradoras no lançamento de novos produtos, maior oferta com a grande quantidade de plataformas digitais que foram otimizadas com a pandemia, e maior consciência dos consumidores em relação aos riscos inerentes ao cotidiano, agravado com uma crise sanitária com consequências em toda a sociedade, seja no segmento público ou privado, nas relações individual ou corporativa.

“Em meio a crise, os segmentos de danos e responsabilidade foram menos afetados — com taxa de crescimento de 5,3% em 2019 para 4,6% em 2020 — do que o segmento de pessoas, onde o avanço do seguro de vida recuou de 13,9% para 4,6%, e de planos de acumulado de 16,8% para 3,1%”, afirmou Coriolano. Segundo ele, a boa notícia do ano foi que os planos de contingencia de crise das seguradoras funcionaram, todos conseguiram rapidamente trabalhar a distancia e as plataformas digitais foram um sucesso, tanto para reuniões como para treinamento da equipe, para vendas e para atendimento ao consumidor. “Não tivemos comprometimento na área de subscrição e no atendimento aos corretores e segurados”.

Coriolano também enfatizou que 2020 foi marcado por uma intensa atividade regulatória, como a Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicando vários normativos, como o Sandbox, para que 11 insurtechs testem novos produtos, bem como medidas de desburocratização de seguros de grandes riscos e flexibilização das reservas técnicas tendo como parâmetro a atuação geográfica das companhias.

A pandemia também gerou um excesso de projetos de leis com vistas a mudar regras do setor. “Temos aqui mais de 7 mil projetos de leis, o que traz impacto para a atividade corporativa, desde adaptações legislativas e julgamento de processos importantes que afetam o setor. Trata-se de um fenômeno mundial e não só local, como pudemos acompanhar com instituições dedicadas a seguros em diversos países da Europa”, ressaltou.

Assim como em outros países, as seguradoras brasileiras flexibilizaram o pagamento do seguro de vida, de forma espontânea, e atendimento médico pelos planos de saúde, por exigência regulatória, mesmo com cláusulas de exclusão de pandemia.

O presidente da CNseg ressaltou que o ambiente competitivo entre as seguradoras deve aumentar ainda mais em 2021. “A competição já vem forte há anos, de forma silenciosa, com os bancos abrindo plataformas digitais para seguradoras ofertaram seus produtos”, comentou. Com as novas regras regulatórias, no entanto, deve aumentar, segundo previsão de escritórios de advogados que citam aumento da demanda de investidores interessados em atuar no Brasil, um país com grande potencial de crescimento em seguros. Caso a crise econômica e política seja realmente contornada, o otimismo com seguros aumenta diante da geração de emprego, de renda e retomada dos investimentos em infraestrutura.

Em relação a eventos presenciais, a CNseg não tem um plano de volta ainda para 2021. “Em primeiro lugar, a segurança de todos os nossos colaboradores. Os fatos estão a favor da prudência máxima. Vivemos períodos dificílimos. com hospitais ocupados, próximos da capacidade máxima”.


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