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Chatbot: a bola da vez em tempos de isolamento social

por Ricardo Recchi*

A brincadeira que circula na internet é, na verdade, um fato: o maior agente da Transformação Digital nas empresas não foram os executivos de C-level, mas o Coronavírus. E, nessa máxima, uma das tendências são os Chatbots, a bola da vez em tempos de isolamento social.

Para sobreviver à pandemia, causada pelo Covid-19, as empresas se viram na obrigação de reestruturar e reinventar seus processos, principalmente os referentes à atendimento ao cliente, já que os PAs (Ponto de Atendimento) tiveram que ser reestruturados em virtude da necessidade de se estabelecer a distância entre as pessoas no ambiente de trabalho. A saída foi adotar o home office.

Uma vez que as operações de contact center foram esvaziadas em decorrência do isolamento social, assim como foram alteradas e realocadas as estruturas organizacionais devido ao impacto financeiro da pandemia, os modelos de negócios das empresas foram colocados ‘em xeque’.

Para a maioria das prestadoras de serviços, a alternativa de continuidade das operações estava (e ainda está) na tecnologia, como o casamento com a Inteligência Artificial - foco tecnológico desta década, e os Chatbots.

Já era uma tendência, mas diante do isolamento social, essa substituição, quase total, do serviço em ‘carne e osso’ pela automação dos atendimentos por meio da Inteligência Artificial, foi exponencial.

Segundo a Inbenta, companhia especializada em Inteligência Artificial para autoatendimento, a automação do atendimento ao cliente por meio dos Chatbots já apresentou um crescimento global de 100% desde o início do Coronavírus, em meados de fevereiro, dependendo do País em questão.

Diante da necessidade de adaptação à nova realidade, as empresas que já possuíam alternativas digitais para suas operações saíram à frente e respiraram com mais tranquilidade, pois os modelos de negócios que estão mais digitalizados se sobressaem com facilidade a esse momento de crise.

Mas, ainda há tempo de reestruturar os processos num formato online. Aliás, neste momento, o risco de esperar e não agir é altíssimo, pois a capacidade de se adaptar às mudanças será a responsável pela sobrevivência das empresas.

Frente à urgência de transformações, uma boa resposta nesses tempos de crise é apostar em ferramentas de desenvolvimento ágeis e descomplicadas, como o Low Code Development Platform (LCDP), que consiste numa alternativa de criação de aplicações com poucas linguagens de programação e dispende da necessidade de contratações e infraestrutura de TI.

Desenvolvimentos rápidos são saídas para responder e sobreviver, não somente ao Coronavírus, como também às dificuldades que virão. Afinal, infelizmente, essa não é a nossa primeira crise e não será a última.

A Transformação Digital não começou por causa do Coronavírus. A jornada de inovação se iniciou há anos, mas o vírus não deixou saída e nem alternativa, intensificando as necessidades. Cabe agora, a cada um, decidir se vai ou fica.

*Ricardo Recchi é country manager da Genexus Brasil, desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial.

Diante da necessidade de adaptação à nova realidade, as empresas que já possuíam alternativas digitais para suas operações saíram à frente e respiraram com mais tranquilidade, pois os modelos de negócios que estão mais digitalizados se sobressaem com facilidade a esse momento de crise.Mas, ainda há tempo de reestruturar os processos num formato online. Aliás, neste momento, o risco de esperar e não agir é altíssimo, pois a capacidade de se adaptar às mudanças será a responsável pela sobrevivência das empresas.Frente à urgência de transformações, uma boa resposta nesses tempos de crise é apostar em ferramentas de desenvolvimento ágeis e descomplicadas, como o Low Code Development Platform (LCDP), que consiste numa alternativa de criação de aplicações com poucas linguagens de programação e dispende da necessidade de contratações e infraestrutura de TI.Desenvolvimentos rápidos são saídas para responder e sobreviver, não somente ao Coronavírus, como também às dificuldades que virão. Afinal, infelizmente, essa não é a nossa primeira crise e não será a última. A Transformação Digital não começou por causa do Coronavírus. A jornada de inovação se iniciou há anos, mas o vírus não deixou saída e nem alternativa, intensificando as necessidades. Cabe agora, a cada um, decidir se vai ou fica. *Ricardo Recchi é country manager da Genexus Brasil, desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial.

Sobre a Genexus

GeneXus é uma plataforma de desenvolvimento software multiplataforma líder há mais de 25 anos, que permite adotar novas tecnologias rapidamente. A plataforma usada por mais de nove mil empresas e 140 mil desenvolvedores para criar software empresarial baseado em dados executados em servidores, computadores desktop e na web, bem como em dispositivos móveis. Sua metodologia ágil e acelerada permite automatizar os processos que consomem mais tempo e recursos no desenvolvimento, manutenção, integração e modernização de aplicativos de negócios e sistemas de software.

Fundada em 1988, a GeneXus está sediada em Montevidéu (Uruguai) e possui escritórios no Brasil, Estados Unidos, Japão e México. Além disso, está presente em 45 países da África, Ásia, Europa, Oceania e Américas.


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