Segmento de seguro é pouco explorado
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Diante das perspectivas de retomada do crescimento da economia brasileira, o corretor de seguros deve ficar atento às novas oportunidades que surgirão nos próximos anos. No ramo de transportes, por exemplo, merece atenção o seguro para a cabotagem (navegação entre portos do mesmo país), pouco explorado no Brasil. “Há um percentual muito pequeno de empresas que realizam esse tipo de transporte e esse tipo de seguro”, afirma o presidente da Comissão de Transportes da FenSeg, Alexandre Leal, em entrevista ao portal da CNseg.
Segundo ele, o sistema hídrico brasileiro é privilegiado, com 25 mil km de rios navegáveis, uma extensa faixa litorânea e condições climáticas favoráveis. Diante dessas condições naturais, o executivo vê a cabotagem como uma “ótima solução para o transporte nacional, que pode contribuir muito para o desenvolvimento do setor”.
Leal explica ainda que, para avaliação do seguro de cabotagem, é fundamental analisar fatores como o tipo de mercadoria, embalagem, valores transportados, performance do risco, logística utilizada, percurso e locais de armazenagem.
O seguro de cabotagem disponibiliza coberturas básicas Ampla e Restrita, além de outras garantias adicionais, conforme a necessidade de cada segurado. “Mas, há riscos que podem ser maiores, como eventos de incêndio/explosão na embarcação ou nos armazéns, além dos relacionados à Avaria Grossa (dano ou despesa extraordinária feito com o propósito deliberado de salvar o que for possível do navio e/ou da carga transportada com resultado útil) ou à Avaria Particular (dano ou gasto suportado exclusivamente pela carga ou pelo navio) e a vandalismos e pirataria”, acrescenta.
Entre as coberturas básicas estão os riscos de naufrágio, encalhe, abalroação, colisão, explosão, incêndio, raio e suas consequências, ressaca e tempestade, mudança forçada de rota (arribada) e falta ao dever do capitão e tripulantes (barataria).
No caso da Cobertura Básica Ampla estão garantidas as perdas ou danos decorrentes dos riscos de causa externa aos bens/mercadorias, ocorridos durante o transporte.
No Brasil, as empresas que mais usam o transporte de cabotagem são as de granéis líquidos (óleo e derivados de petróleo) – embora, em escala menor, o setor de granéis sólidos (soja, trigo e milho) também utilize o transporte por navios.
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