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Quando a amamentação não é possível: alternativas seguras para nutrir o bebê e acolher a mãe

  • Quinta, 28 Agosto 2025 18:46
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Amanda Franciele Silva
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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Crédito: Pexels

Especialistas destacam estratégias de vínculo, soluções nutricionais e sinais de alerta para garantir saúde e bem-estar na maternidade

A amamentação é considerada a forma mais completa de nutrição para o bebê, mas nem sempre acontece de maneira tranquila. Dificuldades fisiológicas, questões emocionais ou condições de saúde podem comprometer a produção de leite e gerar frustração nas mães. Nesses casos, a produção pode variar, exigindo estratégias para estimular a lactação e, quando necessário, a busca por alternativas nutricionais seguras. Ao mesmo tempo, é fundamental acolher a mulher, reforçando que a qualidade do vínculo afetivo não depende apenas do aleitamento.

Para Talita Rocha, professora de Psicologia da Una, o apoio emocional é determinante. “É essencial compreender que cada experiência é única. Acolher as próprias limitações e buscar apoio emocional ajuda a reduzir a sobrecarga e fortalecer o vínculo de outras formas, como no contato pele a pele, no olhar, nas conversas, no aconchego e em estar presente nos momentos de cuidado”, explica.

Promovendo o bem-estar materno

A vergonha e o medo de julgamento, segundo Rocha, muitas vezes dificultam a busca por ajuda, tornando a vivência ainda mais solitária. Nesse sentido, a participação da família é essencial para reduzir a pressão sobre a mãe e criar um ambiente de acolhimento. “Validar os sentimentos da mãe, sem críticas ou comparações, e compartilhar tarefas do dia a dia, como a troca de fraldas e o banho, transmite a ideia de que a maternidade é coletiva e fortalece sua confiança no papel materno”, afirma.

Além do suporte emocional, há medidas práticas que podem favorecer a produção de leite. Cristiana Gontijo, professora do curso de Nutrição da Una, explica que hidratação, descanso e uma alimentação variada são pilares nesse processo. “O consumo de líquidos, especialmente água, influencia diretamente na lactação. Alimentos ricos em nutrientes como aveia, vegetais verde-escuros e leguminosas também podem ajudar nesse processo”, orienta. A especialista reforça que, embora alguns alimentos sejam popularmente conhecidos como estimulantes da lactação, o que realmente determina a produção é a sucção frequente do bebê e hidratação materna adequada associada ao bem-estar materno.

Garantindo o desenvolvimento do bebê

Quando a amamentação não é possível ou é insuficiente, a indicação deve ser personalizada e acompanhada por profissionais de saúde. “O uso de fórmulas infantis, prescritas pelo nutricionista, garante os nutrientes necessários para o desenvolvimento do bebê.

O fundamental é não improvisar com receitas caseiras, que podem trazer riscos sérios à saúde da criança”, alerta Gontijo.

A nutricionista chama atenção também para produtos que se assemelham às fórmulas, mas não oferecem a mesma segurança. “Existem compostos lácteos com embalagens semelhantes às fórmulas infantis, mas que não devem ser confundidos. Eles podem conter açúcar e aditivos e não suprem as necessidades da criança”, explica.

Outro ponto de atenção são os sinais de que o bebê pode não estar recebendo nutrição adequada, como perda de peso acentuada, choro constante após as mamadas, sono excessivo e diminuição no número de fraldas molhadas. “Identificar esses sinais precocemente é essencial para evitar desidratação e deficiências nutricionais”, reforça Gontijo.

Vínculo além da amamentação

Independentemente da via de alimentação, especialistas reforçam que o vínculo materno não se restringe à amamentação. “O cuidado afetivo e a presença materna são insubstituíveis, independentemente da forma escolhida para alimentar a criança. O mais importante é que a mãe se sinta fortalecida e segura, sabendo que está oferecendo ao filho o melhor dentro das suas possibilidades”, conclui Rocha.

Sobre a Una

Com mais de 60 anos de tradição em ensino superior; o Centro Universitário Una; que integra o Ecossistema Ânima - maior e mais inovador ecossistema de qualidade de ensino do Brasil; oferece mais de 130 opções de cursos de graduação. Foi destaque na edição 2022 do Guia da Faculdade; iniciativa da Quero Educação com o jornal ‘O Estado de São Paulo’; com diversos cursos estrelados em 4 e 5 estrelas. A instituição preza pela qualidade acadêmica e oferece projetos de extensão universitária que reforçam seus pilares de inclusão; acessibilidade e empregabilidade; além de infraestrutura e laboratórios de ponta; corpo docente altamente qualificado e projeto acadêmico diferenciado com uso de metodologias ativas de ensino. A Una também contribui para democratização do Ensino Superior ao disponibilizar uma oferta de cursos digitais com diversos polos de educação.


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