Homens devem 30% a mais que as mulheres , mostra índice
- Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por Alcindo Batista
- SEGS.com.br - Categoria: Economia
Indicador de março de 2026 ficou abaixo do registrado no mesmo mês de 2024, mas acima do patamar observado em 2025; jovens e Sudeste também concentram maiores índices de dívidas no varejo
Os homens registraram a maior taxa de inadimplência no varejo brasileiro em março de 2026, segundo dados do Índice de Inadimplência do Meu Crediário. O percentual chegou a 10,38% entre o público masculino, contra 8,01% entre as mulheres, uma diferença de quase 30%.
No recorte geral, a inadimplência no varejo ficou em 8,57% em março. O índice mostra um cenário intermediário: o resultado está abaixo do registrado no mesmo mês de 2024, quando o indicador era de 8,99%, mas acima de março de 2025, que havia marcado 8,49%.
A leitura dos dados, do índice de inadimplência, sugere que, embora o varejo tenha começado 2026 sem repetir os níveis mais altos observados em outros momentos da série, o atraso nos pagamentos ainda permanece em um patamar relevante, especialmente entre grupos específicos de consumidores.
Jovens concentram maior pressão
Além do recorte por gênero, a faixa etária também chama atenção. Os consumidores de 18 a 25 anos registraram a maior taxa de inadimplência do levantamento, com 15,42%, seguidos pelo grupo de 26 a 35 anos, com 11,51%.
A partir dos 36 anos, os índices caem progressivamente:
- 36 a 50 anos: 8,55%
- 51 a 65 anos: 5,92%
- acima de 66 anos: 5,80%
O comportamento mostra uma concentração maior do atraso de pagamentos entre consumidores mais jovens, justamente em faixas etárias mais expostas ao consumo parcelado e à organização inicial da vida financeira.
Sudeste lidera entre as regiões
No recorte regional, o Sudeste apresentou o maior índice de inadimplência em março, com 10,33%, seguido por:
- Norte: 9,28%
- Nordeste: 8,66%
- Centro-Oeste: 8,10%
- Sul: 7,29%
Os dados mostram que a inadimplência segue distribuída de forma desigual pelo país, com maior concentração nas regiões mais populosas e com maior volume de consumo no varejo.
Roupas e calçados puxam os atrasos
Entre os segmentos analisados, roupas e calçados lideram a inadimplência, com 9,43%, à frente de:
ópticas: 8,72%
móveis e eletrodomésticos: 7,42%
O recorte sugere que categorias ligadas ao consumo recorrente seguem entre as mais pressionadas pelo atraso nos pagamentos, enquanto setores com compras mais planejadas apresentam índices mais moderados.
Trimestre mostra patamar abaixo de 2024
Na média do primeiro trimestre, a inadimplência do varejo ficou em 8,50% em 2026. O resultado permanece abaixo da média registrada no mesmo período de 2024, que foi de 9,56%, mas acima do patamar de 2025, quando o índice havia recuado para 7,37%.
Os dados do trimestre mostram que o varejo entrou em 2026 com um nível de inadimplência mais controlado do que o observado dois anos antes, embora ainda sem repetir o alívio visto no ano passado.
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