Queda da Selic pode acelerar ainda mais fusões e aquisições em 2026
- Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por Pedro Leite Knoth
- SEGS.com.br - Categoria: Economia
Expectativa de queda da taxa básica de juros pela primeira vez em quase um ano reforça apostas em M&A para o segundo semestre, com foco em empresas mais endividadas
O mercado de fusões e aquisições vem sendo impactado pelo momento delicado das empresas brasileiras diante da taxa Selic a 15%, com desafios na gestão do dinheiro em caixa, saúde financeira e desalavancagem. Ao encontro dessa tendência de M&A, a expectativa de queda da taxa básica de juros neste mês traz uma perspectiva positiva que pode reaquecer o mercado. Esta é a visão de Denis Morante, sócio e fundador da boutique de M&A Fortezza Partners.
Empresas mais endividadas gastam mais recursos com juros e deixam de investir em crescimento orgânico e inorgânico.
Mesmo em um contexto de Selic alta e sob patamar inédito em quase 20 anos, o volume financeiro de operações no mercado de capitais atingiu R$ 839 bilhões em 2025, segundo a Anbima (Associação Brasileira das Empresas dos Mercados Financeiro e de Capitais).
Para Morante, da Fortezza, o início de um ciclo de queda da Selic – aposta do mercado para a trajetória dos juros neste ano – deve levar empresas de volta à mesa de negociação por sinalizar mais alívio de caixa em tempos futuros. O M&A se tornaria uma opção mais viável para gerar valor ao acionista.
"O mercado brasileiro de M&A está bastante impactado desde 2024, ano a partir do qual começou a haver um descenso do volume de operações de M&A. Além disso, muitas empresas entraram em ciclo de recuperação financeira como GPA, Raizen, Simpar e outras, isto as motiva a buscar a venda de ativos como fonte de desalavancagem portanto trazendo mais volume de M&As. Isto aliado à queda de juros deve reaquecer o mercado ao longo de 2026", comenta Morante.
Empresas cujas receitas são bastante dependentes da taxa de juros, como negócios em consumo e varejo, poderão também sentir uma melhora de geração de caixa o que também as levará para voltar a considerar operação de M&A para crescimento.
"Prevemos um aumento de operações de fusão e aquisição a partir do meio deste 2026" afirma Denis Morante. "Além dos M&As, teremos no radar ainda uma safra de IPOs, mesmo que o cenário internacional tenha se complicado e gere volatilidade aos mercados globais", conclui o sócio e fundador da Fortezza Partners.
Sobre a Fortezza Partners
A Fortezza Partners é uma empresa do ramo de Mergers and Acquisitions (M&A) Middle-Market criada em 2018 e que traz uma bagagem de cerca de 20 anos de experiência em transações de fusões e aquisições. A marca é a continuidade do trabalho desenvolvido na área de M&A Middle-market do Credit Suisse Hedging-Griffo. Em 2018, Denis Morante, head da divisão de Corporate Advisory da Credit Suisse Hedging-Griffo fundou a Fortezza Partners com Lucas Prediger e Daniel Gildin. Já em 2019 e 2020, novos sócios entraram no negócio: Priscila Rosas, Harold Takahashi e Sophia Prado. O grande norteador da boutique de investimentos é o desafio de desenvolver análises financeiras e estratégias para sustentar a tomada de decisão mais acertada dos nossos clientes. A equipe é 100% especializada em M&A. A ideia é ampliar a carteira de clientes e crescer 300% até 2023, movimentando 30 transações nos próximos 3 anos.
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