Fundo musical Adaggio participa do XP Innovation Week
Evento, de 22 a 26 de novembro, é exclusivo para investidores institucionais, com a presença de startups que estão transformando o mercado brasileiro.
Adaggio marca presença e palestra sobre o cenário de royalties musicais no país.
A Adaggio- primeiro fundo brasileiro de investimentos especializados em royalties musicais- participa do XP Innovation Week, evento exclusivo para investidores, com a presença de startups que estão transformando o mercado, que acontece de 22 a 26 de novembro, em São Paulo, de forma híbrida, online e presencial.
No dia 23 de novembro, a programação traz uma palestra do CEO da Adaggio, João Luccas Caracas, sobre o mercado de royalties musicais no Brasil. “Os royalties musicais representam uma nova estrutura de investimento inovadora, dentro de um perfil de risco administrável, como procurado pela maioria dos investidores. Em vez de lutar com as flutuações diárias das ações de uma determinada empresa, os investidores se expõem a fluxos estáveis de receita dos artistas. Esse tipo de investimento ainda traz o benefício de possibilitar que os artistas tenham suas músicas administradas por uma gestora musical contemporânea para alavancar tanto as receitas dos compositores quanto do fundo musical, sendo vantajoso para os dois lados”, afirma.
A empresa, formada por músicos e para músicos, tem como missão eternizar e ressignificar canções. Seu portfólio inclui catálogos de Jorge Aragão, Dado Villa-Lobos, Dinho (Mamonas Assassinas), entre outros grandes nomes. Interessados no evento podem fazer inscrição no site: XP Innovation Week
Sobre a Adaggio
A Adaggio é uma gestora musical fundada pelo músico João Luccas Caracas, que conta com um time de executivos veteranos da indústria fonográfica. O fundo Arbor Adaggio é gerido pela Arbor Capital, com recursos de clientes e sócios da gestora e sócios da Atmos Capital. Juntos, oferecem aos investidores uma exposição pura e simples de canções e direitos de propriedade intelectual dos compositores e artistas associados. A empresa já alocou 70% do capital e está fazendo diligência em 60 catálogos que, juntos, valem cerca de R$250 milhões. Formada por músicos e para músicos, tem como missão eternizar e ressignificar canções.
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