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ARANHA, representante chileno no Oscar, estreia nesta quinta-feira (23/09)

  • Quarta, 22 Setembro 2021 10:26
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Sinny Assessoria e Comunicação
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Coproduzido com Brasil, longa dirigido por Andrés Wood foi indicado ao Goya e escolhido para representar o Chile no Oscar

Filme é protagonizado por Mercedes Moran e traz em seu elenco o ator brasileiro Caio Blat

O longa chileno ARANHA, coproduzido com Brasil e Argentina, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 23 de setembro, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Aracaju, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Niterói.

Conhecido pelo seu cinema altamente político, o chileno Andrés Wood (“Machuca”, “Violeta foi para o céu”) volta sua câmera, em ARANHA, a um momento marcante da história do Chile, o começo da década de 1970, quando houve o golpe que tirou a esquerda do poder.

Representante do Chile no Oscar de 2020 e indicado ao Goya como Melhor Filme Ibero-americano, o longa tem ao centro um grupo real de extrema-direita que existiu no país, entre 1970 e 1973, chamado Patria y Liberdad, responsável por diversos atos terroristas, e que se tornou um dos principais apoiadores do Golpe de Estado de Augusto Pinochet. Nesse sentido, o diretor ressalta a atualidade do tema de seu longa, cujo roteiro é assinado por ele e Guillermo Calderón.

“Começamos a escrever antes de Bolsonaro, antes de Trump, então, de alguma forma, esse nacionalismo, que estava sendo respirado, se desenvolveu. Eu acho que o filme também apela para aquela raiz ou fibra nacionalista, que todos nós temos em algum lugar, e que, finalmente, quando você dá espaço, esses argumentos, às vezes, não parecem tão loucos, tão irracionais”, diz o diretor em entrevista ao jornal chileno El Dínamo.

Ao centro de ARANHA estão três personagens em dois momentos de suas vidas: Inés (interpretada por Valverde e Moran), Gerardo (Fontaine e Alonso) e Justo (Gabriel Urzúa e Felipe Armas) que, na juventude, pertenceram ao Patria y Liberdad. No meio do conflito com a esquerda, nos anos do governo de Salvador Allende, o trio acaba se envolvendo amorosamente, enquanto participa da luta armada contra o presidente marxista. No entanto, um crime político cometido pelo grupo muda o destino do Chile e acaba separando o trio.

Quatro décadas mais tarde, quando ele reaparece, Inés e Justo, agora casados, vivem uma vida burguesa repleta de luxo e dinheiro. Mas Gerardo ainda é obcecado pelas causas do passado e quer, não apenas vingança, mas também trazer o ultranacionalismo novamente à tona. Mas quando ele é preso, em sua casa, com um grande arsenal de armas e munição, Inés, agora uma poderosa empresária, fará de tudo para que o passado não destrua sua vida e sua família.

“Seria difícil para qualquer cineasta chileno fazer filme depois dos anos 70 sem tocar nos anos da ditadura no Chile e como ela continua a reverberar nos dias de hoje. O que foi plantando naquele período continua explicando muito do que é o país agora”, disse Woods em entrevista à Variety.

O filme, cujo título faz uma alusão ao símbolo do Patria y Liberdad, conta ainda, entre seus talentos, com o brasileiro Antonio Pinto (“Central do Brasil”) na trilha sonora e o chileno M.I. Littin-Menz (“Violeta foi para o céu”) na fotografia.

Exibido em diversos festivais, o longa colheu críticas positivas por onde passou. “Como um thriller, o filme tem um ritmo ótimo, com a música de Antonio Pinto num papel central”, definiu a Hollywood Reporter. “Wood vê em seus personagens uma maneira de diagnosticar a podridão moral do presente”, escreveu o espanhol El País. Já o argentino Clarín apontou que “a chave para o trabalho de Wood é, novamente, a sociedade chilena em seu classicismo, uma obsessão que se tornou cada vez mais completa e atrativa na obra do cineasta.” ARANHA entrou na lista do jornal O Globo, como um dos 15 filmes imperdíveis da Mostra Internacional em São Paulo de 2020.

O filme traz em seu elenco Mercedes Moran (“O Pântano), María Valverde, Marcelo Alonzo (“O Clube”), Pedro Fontaine (“Tenho medo toureiro”), e Caio Blat. A produção brasileira é assinada por Paula Cosenza (“Casa de Antiguidades”) e Denise Gomes (“Ausência”).

Lançamento no Brasil pela Pandora FIlmes.

Sinopse

Na década de 1970, Inés, Justo e Gerardo pertenciam a um violento grupo nacionalista que pretendia derrubar o governo de Salvador Allende. Em meio ao fervor desse conflito, eles se envolvem em um apaixonado triângulo amoroso e cometem um crime político que os separa para sempre. Quarenta anos depois, Gerardo surge inspirado não apenas pela vingança, mas também pela obsessão de reviver a causa nacionalista. Quando ele é preso por assassinato e a polícia descobre um arsenal em sua casa, o caso inevitavelmente passa a envolver seus antigos aliados. Mas Inés, hoje uma influente empresária, fará de tudo para impedir que Gerardo revele o passado dela e de Justo, seu marido.

Ficha Técnica
Direção: Andrés Wood
Roteiro: Andrés Wood & Guillermo Calderón
Produção: Guillermo Calderón, Nathalia Videla, Juan Pablo Gugliotta, Paula Cosenza, Denise Gomes
Elenco: Mercedes Moran, María Valverde, Marcelo Alonzo, Pedro Fontaine, Caio Blat, Gabriel Urzúa e Felipe Armas
Direção de Fotografia: M. I. Littin-Menz
Direção de Arte: Rodrigo Bazaes
Trilha Sonora: Antonio Pinto
Montagem: Andrea Chignoli
Gênero: drama, suspense
País: Chile, Brasil, Argentina
Ano: 2019
Duração: 105 min.

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.


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