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Dengue não deu trégua na pandemia

  • Segunda, 23 Agosto 2021 18:50
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Raquel Pinho
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Mosquito Aedes aegypti é o transmissor da dengue e de outras doenças como a febre amarela, zyka e chikungunya - Rodrigo Méxas e Raquel Portugal/Fundação Oswaldo Cruz/Divulgação

Prevenção à doença que já atingiu mais de 33 mil pessoas em Goiás esse ano é tema de palestra em canteiro de obras. Incorporadora em Goiânia prepara trabalhadores para estarem atentos à chegada do período chuvoso e evitar focos do mosquito

Quem já sentiu febre, dor de cabeça e no corpo em algum momento durante esta pandemia provavelmente desconfiou de Covid-19. Mas nem sempre essa suspeita se confirma. É que esses sintomas causados pelo novo coronavírus são comuns a várias doenças, inclusive à dengue, que continua com alta incidência. Apesar dos esforços estarem concentrados no combate ao coronavírus, a dengue continua presente, requer a atenção da sociedade na prevenção e atenção para que seu diagnóstico não seja confundido.

De acordo com boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado em junho, foram notificados 348.508 casos prováveis de dengue no Brasil entre janeiro e maio deste ano, uma taxa de incidência de 164,6 casos por 100 mil habitantes. A região Centro-Oeste apresentou a maior incidência de dengue no período avaliado, com 362 casos/100 mil habitantes. Em 2021, a Secretaria Estadual de Saúde informou que Goiás registrou 54.015 casos suspeitos de dengue até a semana 31. Destes, 33.710 já foram confirmados.

De acordo com boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado em junho, foram notificados 348.508 casos prováveis de dengue no Brasil entre janeiro e maio deste ano, uma taxa de incidência de 164,6 casos por 100 mil habitantes. A região Centro-Oeste apresentou a maior incidência de dengue no período avaliado, com 362 casos/100 mil habitantes. Em 2021, a Secretaria Estadual de Saúde informou que Goiás registrou 54.015 casos suspeitos de dengue até a semana 31. Destes, 33.710 já foram confirmados.

Cuidados

Por isso, as autoridades de saúde reforçam a importância da população seguir atenta em não deixar focos para a reprodução do mosquito Aedes aegypti, que além da dengue ainda é transmissor de outras doenças como a febre amarela, zyka e chikungunya. Consciente do momento, a Brasal Incorporações realiza nesta semana em suas obras em Goiânia o diálogo de segurança com o tema dengue, para relembrar seus colaboradores sobre as medidas preventivas e a importância dos cuidados com o ambiente, tanto no trabalho quanto em casa.

“A partir do próximo mês as chuvas vão chegar e iremos conscientizar nossos colaboradores sobre as medidas necessárias dentro do canteiro de obras e incentivá-los a levar os cuidados para suas casas”, explica a técnica em segurança do trabalho da Brasal Incorporações, Kácia Gonçalves, que ministra nesta quarta-feira (25) palestra aos colegas de forma bem didática, usando até vídeos. “Em uma construção, por exemplo, precisamos ter cuidado com o fosso de elevador e o subsolo, sendo necessário rapar a água na época das chuvas para que ela não fique empossada”, exemplifica.

Segundo a especialista, os colegas de trabalho se mostram muito receptivos com as instruções. “Sempre que damos as orientações eles buscam auxiliar. Uma obra é grande e precisamos da ajuda de todos os colaboradores, que devem estar atentos para evitar a proliferação do mosquito que transmite a dengue”, salienta Kácia, contando ainda que dedetizações são realizadas com frequência no canteiro de obras da Brasal Incorporações em Goiânia.

Dengue x Covid-19

Apesar de alguns sintomas parecidos, as autoridades de saúde já listaram as diferenças dos demais da dengue e da Covid-19. A Covid-19 é uma doença respiratória, nesse caso é mais comum que o paciente apresente sinais como alteração do olfato e paladar, tosse seca e falta de ar.

No caso da dengue, além de não serem frequentes sintomas respiratórios, é comum a ocorrência de dores nas articulações, manchas vermelhas pelo corpo e problemas gastrointestinais – sinais não muito comuns em pessoas infectadas pelo coronavírus.

Entre os sinais de alerta de que o paciente pode estar evoluindo para uma forma grave da dengue estão vômitos persistentes, dor abdominal intensa e tontura, podendo ou não ter sangramentos. Apesar de muitos esforços estarem concentrados no combate ao coronavírus, a dengue continua presente e requer a atenção da sociedade na prevenção.


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