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UNG lidera ranking internacional com os pesquisadores mais influentes do mundo

  • Terça, 24 Novembro 2020 12:20
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Isabella Araújo
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O levantamento foi feito pela Universidade de Stanford, dos Estados Unidos

Quatro docentes da Universidade UNG estão entre o seleto grupo de pesquisadores mais influentes do mundo nas áreas de Dentistry e Mycology & Parasitology, segundo pesquisa conduzida pela Universidade de Stanford, da Califórnia, nos Estados Unidos. O ranking classifica cientistas com base nos artigos científicos publicados em todo o mundo até 2019. O resultado do estudo foi publicado recentemente pelo Journal Plos Biology, que pertence à biblioteca pública de ciências dos EUA.

Seiscentos Brasileiros constam no ranking, nas diversas áreas do conhecimento. A lista dos cientistas Brasileiros mais influentes do mundo em 2019 inclui os professores do Programa de Pós-graduação em Odontologia da UNG, Magda Feres, ocupando a 22ª na classificação; Poliana Mendes Duarte (27ª); Jamil A. Shibli (44ª) - na área Dentistry; e Josué de Moraes, docente do Programa de Pós-graduação em Enfermagem, na 309ª posição do ranking na área Mycology & Parasitology.

De acordo com o presidente do grupo Ser Educacional, mantenedor da Universidade UNG, Jânyo Diniz, este é mais um reconhecimento ao trabalho de pesquisa desenvolvido pela Instituição. “A UNG tem programas de pesquisas relevantes nas áreas de Odontologia e Enfermagem. São inúmeros projetos desenvolvidos pelos nossos docentes e estudantes que resultam, inclusive, em produtos que já estão disponíveis no mercado. Investir em pesquisa faz parte da nossa missão e contribuição com o desenvolvimento da educação no Brasil”, comenta.

Esta não é a primeira vez que docentes da UNG figuram entre os melhores do mundo. Para o Reitor da Instituição, Eloi Lago, esses são programas de excelência e a procura pelos cursos é uma constante. “A configuração dos nossos professores na lista divulgada pela Universidade de Stanford comprova a influência significativa da produção científica dos nossos docentes no mundo. São pesquisadores que se destacam pelas publicações de alto impacto e contribuem para ampliar as fronteiras do conhecimento”, destaca o reitor da UNG.

Segundo Magda Feres, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Odontologia da UNG, “poder estar no topo da lista dos rankings nacionais e internacionais é motivo de orgulho, e um importante reconhecimento do nosso trabalho, realizado em conjunto com os alunos ao longo dos últimos 17 anos. Nossa preocupação com uma formação completa de profissionais vai além das técnicas, é permeada principalmente pelo incentivo ao raciocínio científico. Nossas conquistas refletem o constante apoio Institucional que recebemos da UNG, do grupo Ser Educacional e dos órgãos de fomento Brasileiros, especialmente da FAPESP, do CNPq e da CAPES”, disse.

O ranking é elaborado a partir do levantamento apoiado pela base de dados Scopus, que considera as citações relacionadas ao impacto do pesquisador ao longo da carreira e o impacto do cientista no ano de 2019. Os selecionados para a lista pertencem ao grupo de 2% de pesquisadores em todas as áreas do conhecimento e a Universidade UNG é a Instituição de Ensino Superior Privada com maior número de cientistas listados.

Excelência na Odontologia

O ranking global de disciplinas acadêmicas de 2020 (Gras) listou a UNG entre melhores Universidades do mundo. A Instituição ocupa o 4º lugar no Brasil e está entre as 100 melhores Instituições de Pesquisa nas áreas de Dentristy e Oral Sciences. As Universidades que foram incluídas no ranking tinham um número mínimo de publicações, fruto de pesquisas realizadas entre 2014 e 2018. Os dados levam em consideração critérios de qualidade da pesquisa, colaboração internacional e reconhecimentos acadêmicos.

Os estudos do Gras, Ranking Acadêmico Mundial das Universidades, está desde 2009, sob responsabilidade da ShanghaiRanking Consultancy, organização independente que se dedica à pesquisa sobre inteligência e consultoria no ensino superior. O objetivo é identificar as melhores universidades do mundo em 54 disciplinas, divididas entre cinco temáticas gerais (engenharias, ciências da natureza, ciências da vida, ciências médicas e ciências sociais).

Além disso, a UNG é a instituição particular de ensino superior que possui o melhor Programa de Pós-Graduação em Odontologia no Brasil. A nota seis (6) de excelência atribuída pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) na avaliação quadrienal 2012-2016, colocou o mestrado e o doutorado no topo do ranking nacional nas áreas de periodontia, implantodontia e dentística.

Descoberta na ciência

Pesquisa desenvolvida através do Núcleo de Pesquisa em Doenças Negligenciadas da Universidade UNG descobriu que o medicamento utilizado para cólicas menstruais, o ácido mefenâmico, cujo nome comercial é Ponstan, pode ser eficiente para o tratamento da esquistossomose (doença causada pela infecção por vermes parasitas de água doce de países tropicais e subtropicais). A descoberta, realizada pelos pesquisadores Eloi Marcos Lago e Josué de Moraes, estuda o reposicionamento de fármacos, ou seja, novos usos para medicamentos já existentes.

A pesquisa mostrou que a substância reduziu em mais de 80% a carga parasitária em camundongos infectados com o verme Schistosoma mansoni. Segundo os pesquisadores da UNG, esse percentual ultrapassa o “padrão ouro” estipulado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para novos medicamentos. Após análises em laboratório e experimentos com animais, serão necessários testes clínicos em humanos para que o anti-inflamatório possa ser receitado para combater a verminose.

O estudo de reposicionamento de fármaco desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisa em Doenças Negligenciadas da Universidade UNG iniciou com a análise de 73 não esteroidais comercializados no Brasil e em outros países. O ácido mefenâmico foi o que apresentou resultados mais promissores como antiparasitário. A descoberta, que teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi publicada na revista EbioMedicine, do grupo Lancet.


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