SEGS Portal Nacional

Demais

Meu telefone, minha vida: como um aparelho ganhou um status de órgão vital para as pessoas

  • Terça, 10 Março 2026 18:04
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Raquel Pinho
  • SEGS.com.br - Categoria: Demais
  • Imprimir

Em 2026, o telefone completa 150 anos - Crédito: Pexels

Chegando aos 150 anos, o telefone revela-se como um item indispensável na vida das pessoas. O Brasil ocupou o 2º lugar no ranking mundial de uso compulsivo de celulares no mundo. Cerca de 70,1% da população global já é usuária de telefonia móvel

Em 1876 anos, surgia o telefone. Uma tecnologia avançada para a época que permitia a comunicação por voz à distância. Mas nossos tataravós jamais imaginariam onde ele iria chegar, um século e meio depois. O aparelho se tornou móvel, passou a enviar e receber mensagens de texto, tirar fotos, servir como álbum, acessar a internet e as ligações agora podem ter também a imagem. Dá para assistir TV, ver filmes, ouvir podcasts e até produzir e editar seu próprio conteúdo em vídeo ou áudio. Fora as inúmeras funcionalidades dos aplicativos. Falar, definitivamente, passou a ser apenas um detalhe neste aparelho.

Aliás, quem consegue passar um dia sem telefone? Quase 40% dos brasileiros declararam não conseguir ficar nem uma hora longe do aparelho, segundo pesquisa realizada pela consultoria Digital Turbine. Em 2023, o Brasil chegou a ocupar o segundo lugar no ranking mundial de uso compulsivo de celulares, segundo dados do Global Overview Report da DataReportal. O país ficou atrás apenas da África do Sul. À época, a média diária de uso do celular no Brasil era de 9 horas, enquanto a média global chegava a 6 horas e 40 minutos.

Extensão do ser humano

No mundo, aponta pesquisa da GSMA Intelligence, existem cerca de 5,78 bilhões de usuários únicos de telefonia móvel em todo o mundo, o equivalente a 70,1% da população global. Na era digital, o celular já é visto como uma extensão do ser humano, participando de praticamente todas as atividades que desempenhamos no dia a dia, usado inclusive, como principal ferramenta de trabalho em algumas profissões.

É o caso dos corretores imobiliários, que utilizam o aparelho celular em praticamente todas as etapas de trabalho. Para o sócio da URBS Alpha Mall e URBS Imobi, Pedro Ricardo Santin Teixeira, o celular é uma ferramenta de trabalho fundamental, que ele denomina como “assistente em tempo integral”.

“Planejo tudo pelo celular. Não só planejo, como ele me lembra, das tarefas de curto, médio e longo prazo. Então, é uma assistente para me ajudar a coordenar a agenda, que é muito importante, os atendimento, feedbacks, visitas, as minhas tarefas mais pontuais no dia a dia”, diz.

Com o celular, Pedro ainda produz conteúdos em vídeo, cria campanhas, alimenta suas redes sociais, patrocina posts, tem acesso aos leads gerados. “Eu também acesso o sistema da empresa por aqui. Praticamente, quase não uso mais o meu laptop”, destaca ele que troca de smartphone praticamente todos os anos para ter sempre uma câmera de última geração - outro grande utilitário que hoje está vinculado aos aparelhos.

Diogo Moura Mota, gerente comercial da URBS Connect, observa que o uso do celular se intensificou após a pandemia, quando a presença digital se tornou mais essencial. “Por causa desse momento da pandemia, a digitalização de processos se tornou um imperativo e a utilização do celular teve uma alavancada maior”, observou. Por outro lado, salienta o gerente, os clientes se tornaram mais receptivos ao contato digital. “O que acabou se tornando um padrão que as tratativas iniciais acontecessem via mensagem”, completou Diogo.

Linha tênue

O fato de ter à mão um aparelho com tantas funcionalidades e que permite o contato quase instantâneo faz com que, facilmente, seu uso se torne intenso. Mas existe uma linha tênue entre o uso produtivo e o vício. Quanto se torna uma dependência, já existem diversos estudos que a relacionam a transtornos como ansiedade, depressão, estresse e até distúrbios alimentares.

Pedro reconhece que o uso do celular já chegou a nível de dependência em sua rotina, mas hoje consegue se policiar. “Percebi que isso passou a ter uma influência negativa para o meu dia a dia. A gente fica mais estressado, não dá atenção para a família”, admite.

Já Diogo reconhece que pode estar passando do limite. Além de praticamente usar o aparelho durante o dia todo durante o trabalho, nas horas livres continua resolvendo questões pessoais e consumindo conteúdos nas horas livres. “No mundo moderno de hoje em dia, o telefone celular se tornou muito mais do que um aliado, tornou-se um cúmplice", considera.


Compartilhe:: Participe do GRUPO SEGS - PORTAL NACIONAL no FACEBOOK...:
 

<::::::::::::::::::::>

 

 

+DEMAIS ::

Abr 24, 2026 Demais

A nova geografia do morar: por que cidades próximas às…

Abr 24, 2026 Demais

Salões de beleza ainda enfrentam desafios para…

Abr 24, 2026 Demais

Arte contemporânea transforma rio paranaense em…

Abr 24, 2026 Demais

Perdigão Na Brasa lança calculadora de churrasco em…

Abr 24, 2026 Demais

Como gelaterias mantêm o cardápio atrativo o ano…

Abr 24, 2026 Demais

Cinco prioridades que devem orientar o mercado de…

Abr 24, 2026 Demais

Alto padrão reinventa lazer para famílias e pets e…

Abr 23, 2026 Demais

Jardim sensorial: como criar espaços que estimulem os…

Abr 23, 2026 Demais

Qual é o novo perfil de imigrante? Brasileiros acima…

Abr 23, 2026 Demais

Os limites da LGPD e o controle do acesso a imagens de…

Abr 23, 2026 Demais

Dia do Serralheiro: STANLEY traz soluções para atender…

Abr 23, 2026 Demais

Dia do churrasco: conheça 6 vinhos chilenos para…

Abr 23, 2026 Demais

5 exercícios de calistenia para fazer em casa

Abr 23, 2026 Demais

A lua é aqui

Abr 23, 2026 Demais

Tecnologia japonesa aplicada à eficiência energética…

Abr 22, 2026 Demais

Hambúrguer é vilão? Veja 5 dicas de como incluir na…

Mais DEMAIS>>

Copyright ©2026 SEGS Portal Nacional de Seguros, Saúde, Info, Ti, Educação


main version