Brasil, 20 de Setembro de 2018

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Geração Y brasileira tem pouco conhecimento sobre poupança para aposentadoria

Geração Y brasileira tem pouco conhecimento sobre poupança para aposentadoria

O relatório entrevistou membros da Geração Y em seis mercados-chave – Austrália, Brasil, Japão, Holanda, Reino Unido e EUA

Provedores de serviços financeiros receberam um duro alerta sobre sua incapacidade de envolver-se com brasileiros da Geração Y, de acordo com estudo elaborado pelo BNY Mellon com uma equipe de estudantes da Cambridge Judge Business School, Universidade de Cambridge.

O BNY Mellon trabalhou com a equipe da Cambridge para pesquisar o conhecimento da Geração Y acerca das opções financeiras que lhes são disponíveis; suas necessidades educacionais e de produtos; e suas atitudes com relação a finanças sociais. O relatório se chama Geração Perdida: Motivando a Geração Y a fazer investimentos para a aposentadoria.

O relatório entrevistou membros da Geração Y (nascidos entre 1980 e a virada do século) em seis mercados-chave – Austrália, Brasil, Japão, Holanda, Reino Unido e EUA. Os pesquisadores entraram em contato com uma ampla amostra de pessoas da Geração Y: em mercados emergentes e desenvolvidos; em países com abordagem coletiva à aposentadoria e naqueles que dependem de um sistema unit-linked; assim como em países tanto com acesso a esquemas de pensão compulsórios como voluntários.

Os pesquisadores descobriram que muitos membros da Geração Y estão se deparando com uma aposentadoria menos confortável do que seus pais e avós, em razão de tendências demográficas, políticas e macroeconômicas. Ainda assim, muitos não estão cientes da realidade do futuro que os espera, de acordo com o relatório. Sua falta de conhecimento sobre questões financeiras parece ser resultado tanto da falta de instrução e informação quanto da falta de interesse.

A pesquisa descobriu que 61% dos brasileiros da Geração Y não recebem qualquer informação financeira através das empresas onde trabalham ou das instituições de ensino.

“Os brasileiros da geração Y são menos propensos a serem contatados tanto pelas empresas em que trabalham como pelas instituições de ensino sobre questões financeiras do que em qualquer outro país pesquisado” – disse Adriano Koelle, chairman da América Latina e Country Executive para o Brasil no BNY Mellon. “Isso traz uma enorme oportunidade para seguradoras de vida, bancos e gestores de ativos para que desenvolvam planejamento financeiro e conscientização a nível local. Nós detectamos algumas iniciativas em andamento, mas insuficientes e, aquelas existentes, não penetram em todas as camadas da sociedade”.

Segundo o estudo, 60% dos brasileiros da Geração Y estimam o tamanho do fundo de que necessitarão para a aposentadoria arriscando palpites em vez de se basearem em dados da indústria, com um adicional de 31% dando um “palpite estudado”; de todos os entrevistados, 77% querem ser informados da “dura realidade” sobre suas finanças pós-aposentadoria. Contudo, as atitudes variam imensamente de país para país. Apenas 48% dos brasileiros da Geração Y estão interessados em conhecer a “dura realidade”, em comparação a 94% dos australianos; dada a oportunidade de escolha, os brasileiros da Geração Y alocariam 47% de sua carteira em produtos de finanças sociais. Contudo, entre todos os entrevistados, 95% da acham que fundos de pensão e seguradoras oferecem opções limitadas, fracas ou nenhuma opção em produtos sociais financeiros.

Além disso, 64% dos brasileiros da Geração Y poupariam mais se suas pensões permitissem múltiplos saques ao longo da vida.

O relatório oferece uma série de vias potenciais que permitiriam a provedores de serviços financeiros como, por exemplo, seguradoras de vida, bancos e gestores de ativos alcançar a Geração Y de novas formas. “O setor de serviços financeiros precisa esforçar-se mais para promover a educação financeira, associando-se a provedores de educação financeira de base, envolvendo-se com escolas e universidades bem como trabalhando com governos nacionais e, assim, promover a mudança”, disse Sadia Cuthbert, head de Desenvolvimento de Negócios na Cambridge Judge Business School. “Jovens precisam ser regularmente contatados por meio de múltiplos canais, se a intenção é prepará-los para lidar com os desafios que devem enfrentar e garantir a sua própria aposentadoria.”

Um total de 1.253 membros da Geração Y foi pesquisado entre julho e setembro deste ano, dos quais 423 estavam no Brasil. Para acessar o relatório, por favor, clique aqui. O novo estudo segue o relatório do ano passado, The Generation Game: saving for the new millennial, que provocou debate sobre quatro temas: (poder parental; conectando o futuro ao presente; ceticismo com mídias sociais; e desafios globais e costumes locais).

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