Brasil, 21 de Julho de 2019

TOKIO MARINE SEGURADORA

Chegada do outono eleva casos de bronquiolite e buscas pelo pronto-socorro aumentam

Hospital de São Bernardo registra crescimento de 30% no movimento nessa época do ano. Pediatra dá dicas para identificar a hora certa de procurar a emergência

São Bernardo, SP (março de 2019) - O outono se aproxima (dia 20 de março) e, junto com ele, chega também um problema comum nessa época do ano: o vírus sincicial respiratório (VSR), responsável pela bronquiolite, com maior prevalência em crianças com menos de 2 anos de idade. A doença consiste em um processo infeccioso nos pulmões, causando secreção e diminuindo a ação da musculatura respiratória. Por isso, quanto menor a criança, maior o risco para a saúde, podendo ser necessária a internação em Unidade de Terapia Intensiva. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país registrou, em 2015, 314 mortes pela infecção com VSR, vírus responsável por até 75% das bronquiolites e 40% das pneumonias durante épocas sazonais.

Nos períodos mais frios, as suspeitas de bronquiolite costumam influenciar diretamente a procura pelos prontos-socorros. O Hospital e Maternidade Santa Helena, localizado no ABC Paulista, registra uma média de 8 mil atendimentos por mês em sua emergência. Nessa época do ano, esse movimento chega a aumentar até 30%. No entanto, a pediatra Ana Carla Peron Zuccoli faz um alerta: a própria ida ao pronto-socorro pode facilitar a circulação do vírus. Em decorrência dos riscos, os médicos pedem que as mães só levem as crianças à emergência quando for necessário. Mas como saber se é o caso de levá-las ou não? “A indicação clínica é levar a criança ao hospital quando há febre por mais de 24 horas, desconforto respiratório acompanhado por cansaço e em caso de mudanças repentinas no comportamento, quando o bebê está mais quieto que o habitual (quadro conhecido como hipoatividade) ou extremamente irritado, o que pode ser em decorrência da dificuldade para respirar”, explica a médica.

Como o vírus VSR é transmitido pelo contato, a especialista indica também evitar ambientes com aglomeração de pessoas, manter a ventilação adequada e lavar as mãos com frequência ou usar álcool 70% antes de cuidar de crianças, principalmente recém-nascidos. Ela explica também que, embora seja comum confundir resfriado com bronquiolite, o resfriado é um quadro mais brando, precedido por uma febre que não é persistente, e o estado geral da criança costuma permanecer bom. “As mães, nesses casos, podem fazer hidratação e usar remédios sintomáticos indicados pelo pediatra que já acompanha a criança”, indica.

Já nos quadros de bronquiolite, o neném não consegue expelir a secreção e possui muita dificuldade para respirar. Há aparente piora do cansaço e a pele embaixo das unhas ou nas mucosas pode apresentar colocação azul-arroxeada (sintoma conhecido como cianose). “Alguns quadros demandam, inclusive, internação em Unidade de Terapia Intensiva, para que as crianças possam receber suporte respiratório”, complementa a pediatra do Hospital e Maternidade Santa Helena.

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