Brasil, 24 de Junho de 2018

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Por que o brasileiro não sente no bolso a queda da inflação?

Por que o brasileiro não sente no bolso a queda da inflação?

“É comum ouvirmos que a vida está muito mais cara hoje em dia, isso porque estamos perdendo o poder de compra de nosso patrimônio sem sentir”, explica Fernando Marcondes, Planejador Patrimonial do Grupo GGR.

Grande parte dos brasileiros já ouviu falar sobre inflação, principalmente aqueles que vivenciaram a hiperinflação na década de 90, na qual chegava a bater mais de 80% ao mês. Por conceito básico, inflação é percentualmente o quanto os preços dos produtos e serviços estão subindo. Para medir e controlar este índice o governo criou o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA), que nos traz um reflexo do custo de vida das famílias que ganham entre 1 e 40 salários mínimos, com base em itens do dia a dia como por exemplo, educação, alimentação, saúde, transporte, vestuário e outros, e então a média de quanto esses preços subiram a cada mês, resulta na inflação oficial medida pelo governo. “Nota-se que, para a maior parte dos brasileiros, o custo de vida tem aumentado, mas ninguém sabe ao certo quanto. É muito comum ouvirmos que ‘trabalho mais do que meus pais trabalhavam, ganho mais, mas mesmo assim não consigo manter o mesmo nível de vida que eles tinham 30 ou 40 anos atrás’ ou que ‘a vida está muito mais cara hoje em dia’. Isso acontece não porque estamos ganhando menos, mas, porque estamos perdendo o poder de compra de nosso patrimônio sem sentir”, explica Fernando Marcondes, Planejador Patrimonial do Grupo GGR.

Entretanto, cada cidadão possui um gasto diferente do outro. Uma pessoa solteira, por exemplo, possui gastos totalmente diferentes de uma família composta por duas ou mais pessoas. Sendo assim, é preciso que a inflação pessoal seja observada, ou seja, quanto o custo de vida de cada um está subindo e se os respectivos salários estão aumentando na mesma proporção, além de observar se os investimentos não estão sofrendo desvalorização. De modo geral, a mensalidade da escola de um filho, o plano de saúde e alimentação sempre possuem um reajuste muito maior do que a inflação oficial, e são gastos altos que ocupam boa parte do orçamento familiar. Portanto, quase sempre, a nossa inflação será muito maior do que o IPCA. Isso significa que, será necessário um esforço muito maior para colocarmos em prática a Blindagem do Poder de Compra (BPC), que consiste em conseguir comprar daqui 10 anos exatamente as mesmas coisas que compraríamos hoje, ou comprar ainda mais.

“Como ainda não existe o costume de planejamento patrimonial de longo prazo no Brasil, o investidor incorre em alguns erros quando analisa seu capital e o compara com a inflação. A maior parte não faz os cálculos considerando o impacto dos aumentos reais que teve em suas despesas mensais e, com isso, perde o poder de compra sem sentir”, afirma Marcondes. Se, por exemplo, o seu patrimônio render 1% ao ano (líquido de impostos e taxas) abaixo do que for a variação de sua inflação pessoal, ou seja, quanto suas despesas variaram com bens e serviços, mantendo determinado padrão de vida, isto pode não despertar grandes preocupações na maioria das pessoas, pelo menos no curto prazo, mas, ao final dos 40 anos, o impacto é inevitável e relevante. Imagine que com o seu salário seja possível comprar uma moto de 125CC e com o seu dinheiro guardado você consiga adquirir um carro 1.0 0km. Daqui a 10 anos, se você ainda conseguir comprar estes dois itens significará que você protegeu o seu patrimônio contra a inflação. Para isso, é preciso aumentar o quanto você ganha todos os meses, o valor que você consegue guardar e, principalmente, rentabilizar da melhor forma o seu dinheiro guardado. Para os dois primeiros itens talvez seja possível você fazer sozinho, porém, para conseguir rentabilizar o seu dinheiro guardado com investimentos com alta expectativa de retorno será preciso da ajuda de um profissional.

Quase 100% dos investidores não fazem corretamente o planejamento e, por não o fazerem, perdem poder de compra sem sentir ou deixam de aproveitar a oportunidade de protegê-lo. Sem um auxílio adequado, apesar de alguns até entenderem do assunto, no final ficam perdidos em seus investimentos, seguem de forma pragmática para o investimento “da moda”, ou com um falso sentimento de proteção do poder de compra real. É muito comum vermos investidores achando que por diversificarem o seu patrimônio estariam seguros, ou os que deixam grande parte dele imobilizada no investimento em imóveis, com uma mentalidade de que era o único investimento seguro que existia há várias décadas passadas, sem considerar a oscilação do mercado imobiliário e de que, com inadimplências e outros problemas relacionados com o aluguel, ainda poderiam trazer gastos extras. Assim, para poder atingir seus objetivos, o papel do planejador patrimonial deve ser expor o patrimônio de seus clientes de uma forma adequada e segura, em ativos de longo prazo, com maior expectativa de retorno. Será ele que dirá qual é a maneira mais adequada de decidir o que fazer com o seu patrimônio, desde se é melhor ter uma casa própria ou morar de aluguel, ou até mesmo escolher os melhores fundos de investimento do Brasil que, geralmente, não estão nos grandes bancos de varejo. “Se partirmos do pressuposto de que sua inflação pessoal é na média superior a 15 - 20% ao ano, você precisa ter como meta dobrar o seu patrimônio a cada 4 anos. Se hoje o investidor tem R$ 100 mil guardados, daqui 48 meses ele terá que ter próximo de R$ 200 mil. Com isso, garante que seu patrimônio não desvalorize, além de obter um ganho financeiro considerável”, finaliza Marcondes.

Sobre o Grupo GGR

O grupo GGR é formado por três empresas: a GGR Gestão de Recursos, a GGR Planejamento Patrimonial e a GGR Estruturação.

GGR Investimentos

Com mais de 6 anos de história, a GGR Investimentos atualmente é uma das mais conceituadas gestoras e estruturadoras de fundos e demais produtos financeiros. Atualmente, possui um total de 10 fundos, totalizando mais de R$ 480 milhões sob sua gestão. Durante sua história, a GGR Investimentos já estruturou mais de R$ 1 bilhão de operações em crédito com lastro imobiliário. Com expertise de mais de 20 anos, MBA em finanças pelo INSPER e passagens por grandes instituições financeiras nacionais e internacionais, o sócio gestor Telêmaco Genovesi Junior participa ativamente na estruturação de todas as operações.

GGR Planejamento Patrimonial

Inspirado nos modelos dos grandes multi-family offices e na filosofia de alocação de investimentos dos gestores de endowments americanos, foi criado o modelo BPC de planejamento patrimonial. Diferente de tudo o que existe atualmente disponível para o investidor brasileiro, o modelo engloba um minucioso estudo da situação patrimonial imobilizada, financeira, econômica e fiscal do núcleo familiar, inflação pessoal, exposição ao risco e outras variáveis, que resulta em uma estratégia adequada para criar uma estrutura protetora dos ativos e manter o poder de compra durante décadas. Com mais de 29 anos trabalhando em alocação de recursos, o sócio Fernando Marcondes participa pessoalmente de todos os estudos, seguindo seu “modelo BPC – (Blindagem de Poder de Compra)”. Nos últimos 13 anos, a GGR Planejamento Patrimonial auxiliou mais de 300 clientes, totalizando o volume financeiro de R$ 1,5 bilhão. O foco está em construir de forma sólida e proteger o poder de compra real do patrimônio e a previdência do cliente.

GGR Estruturação

Diante da necessidade e falta de parceiros capacitados para estruturar operações de crédito, FIPs, Fundos Imobiliários e, principalmente, monitorar de perto as operações após as liquidações, seguindo as exigências da GGR Investimentos, foi criada a GGR Estruturação para atender tal demanda. Com mais de R$ 1 bilhão em operações estruturadas, já é uma das estruturadoras mais conceituadas do mercado.


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