Brasil,

TOKIO MARINE SEGURADORA

Hoje, qualquer empresa pode criar sua própria solução financeira

As empresas B2B podem vender produtos ou prestarem serviços a seus clientes, mas em um ponto elas têm algo em comum: a necessidade de possuírem uma solução de meios de pagamento para agilizarem seus negócios. Por muito tempo, a única alternativa dessas companhias era buscar fornecedores que desenvolvessem as ferramentas que cuidam de cada etapa deste processo. O problema é que cada uma delas incide um custo e o projeto nem sempre atende as reais necessidades do negócio. Contudo, o avanço da tecnologia permitiu que essas empresas, independentemente de seus segmentos, também pudessem ter sua própria infraestrutura de pagamento.

Essa é uma realidade cada vez mais comum no cenário brasileiro. A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) estima que 60% dos pagamentos realizados no país sejam realizados por meios eletrônicos até 2022 -- em 2017 o percentual era de 32,6%. É essencial, portanto, ter condições de receber esse dinheiro digital. Além disso, grande parte das fintechs criadas no país buscam desenvolver serviços para este nicho específico: praticamente um terço (32%) no levantamento Fintech Deep Dive 2018, realizado pela consultoria PwC -- apenas 17% delas focam exclusivamente no consumidor final.

Essa transformação de qualquer empresa em uma fintech só é possível graças ao surgimento de startups que utilizam plataformas tecnológicas para a construção de produtos e serviços de payments (meios de pagamento) e banking as a service (banco como serviço). Ou seja, soluções que permitem o desenvolvimento de projetos personalizados para o ecossistema de usuários de cada organização. Assim, as companhias podem ter relações financeiras com sua própria rede de parceiros ou afiliados, por exemplo, e até se transformem nos próprios intermediários da operação.

Na prática, significa utilizar uma solução White Label desenvolvida pelos fornecedores para moldar o projeto de acordo com as regras específicas de cada negócio. Essa medida impacta diretamente na estratégia do negócio, uma vez que não apenas atende o público-alvo com qualidade e eficiência, levando em conta todas as particularidades e características demográficas da região, como também permitir o acesso dessas empresas a um mercado que antes estava restrito apenas às soluções de adquirência.

Assim, uma vez que a própria empresa atua como intermediária financeira em sua cadeia de distribuição, ela consegue uma série de vantagens. A primeira delas é a economia com os custos transacionais mais baixos do que os oferecidos por uma instituição financeira tradicional. Esse valor poupado pode ser revertido, por exemplo, em descontos para os usuários dessa solução, fidelizando-os à marca. Além disso, a cobrança de taxas mais em conta dessas pessoas pode funcionar como uma nova fonte de receita, além de mudar a forma como o segmento se relaciona financeiramente e reforçar a imagem de inovação necessária em tempos de transformação digital.

Vivemos em uma época de constante evolução tecnológica, com soluções surgindo todos os anos para resolverem problemas reais de pessoas e empresas. É inevitável, portanto, que o segmento de pagamentos seja um dos mais impactados por essas mudanças -- afinal, quanto mais fácil e rápida for a experiência do cliente na hora de comprar um produto ou serviço, melhor será a fidelização dele com a marca. Compreender esse movimento é entender que, ao invés de esperar que algum fornecedor faça o projeto financeiro dos seus sonhos, é mais eficiente ir atrás e desenvolver algo que atenda todos os seus objetivos.

* Ademar Proença é COO da Hash

Sobre a Hash:

A Hash é uma plataforma de tecnologia para construção de serviços de pagamentos e de banking que permite que empresas construam soluções financeiras personalizadas para seu próprio ecossistema de clientes e usuários. Seu objetivo é eliminar as barreiras de acesso ao permitir que, através de uma plataforma modular e descomplicada, empresas possam integrar uma proposta de valor de serviços financeiros à suas operações.


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