Brasil, 16 de Novembro de 2018

+ F O N T E -

Com juros reduzidos, consumidor pode priorizar pagamento de dívidas maiores

Dificuldades em manter as contas em ordem faz com que moradores quitem dívidas mais representativas e cotas de condomínios podem continuar em atraso

Em abril deste ano, segundo o Departamento de Economia e Estatística do SECOVI-SP, os custos condominiais subiram 0,11% e a variação acumulada em 12 meses, entre maio de 2017 e abril de 2018, foi de 3,5%.

O quadro econômico atual contribui efetivamente para o aumento destes números, mesmo que o país já tenha passado pela pior fase da crise desde 2015, o consumidor ainda tem muita dificuldade para se reerguer e passa a analisar quais são suas prioridades. Esta conclusão é da CreditCon, especializada em inadimplência condominial, que desde janeiro de 2018 vem acompanhando o comportamento do consumidor quanto aos débitos de cotas condominiais.

“Devido ao fato das penalidades de multa e juros impostas ao inadimplente condominial serem menores do que as demais do mercado, como por exemplo, os juros do cartão de crédito ou do cheque especial, o devedor se vê muitas vezes obrigado a escolher quais contas terá condição de quitar primeiro, e claro que nessa escolha opta pelas de maior penalidade financeira”, explica o diretor da CreditCon e especialista em direito imobiliário, Dr. Hadan Palasthy.

Os juros aplicados na dívida condominial são menores quando comparados aos dos cartões de crédito ou cheque especial, que sãos os principais motivos de endividamento. Para condomínios, a multa única pode ser de 2% mais juros de mora de 1% ao mês. Já em cartões de crédito, mesmo com as novas regras do pagamento mínimo, o consumidor continua enfrentando um dos juros mais altos do mercado, algo que pode chegar a mais de 8% ao mês dependendo do banco. Além disso, também há o cheque especial que acaba sendo uma alternativa quando já há desequilíbrio financeiro do consumidor.

Para Palasthy, a expectativa da inadimplência condominial para o segundo semestre continuará crescente. “Diante da crise que atingiu o Brasil, das incertezas políticas e da dificuldade que os consumidores têm para se reerguerem financeiramente, não vejo com uma boa expectativa uma melhora econômica para este semestre. Claro que o consumidor opta por um comportamento bastante cauteloso em relação as suas despesas, mas no que se refere a dívidas condominiais, ainda continuará em crescimento, uma vez que tem sido a última opção do inadimplente para resolver”, explica.

Soluções para o setor condominial

Para escapar das dívidas e do desequilíbrio financeiro, síndicos podem aderir a cessão de crédito para solucionar a inadimplência condominial. “A cessão de crédito oferece o pagamento à vista da dívida, gerando fluxo de caixa e acabando também com o ônus de todo o acompanhamento de processos judiciais relativos a cobranças”, afirma Palasthy.

“Os dados do SECOVI demonstram que nesse primeiro semestre houve um avanço significativo da inadimplência condominial, e nesse cenário a CreditCon oferece um grande alívio financeiro para os condomínios, visto que eles recebem à vista um crédito capaz de solucionar diversas necessidades e proporcionar uma rápida estabilidade no fluxo financeiro,” conclui.


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