Brasil, 23 de Junho de 2018

+ F O N T E -

Adblockers: tendência é reflexo da busca de melhor experiência pelo usuário

Google lançou ferramenta de bloqueio de anúncios e balança mercado

Um ambiente mais limpo permitirá a oferta de publicidade mais criativa e de valor agregado

Desde o dia 15 de fevereiro de 2018, a nova versão do Google Chrome nos Estados Unidos, Canadá e Europa tem incluído em seus serviços um bloqueador de anúncios. Essa ferramenta do navegador mais usado no mundo alimenta uma forte vontade dos usuários: a liberdade de escolher ou não ver certos tipos de anúncios. O que isso significa para os produtores de conteúdo, em especial, portais de notícia e informação que necessitam da publicidade para se manterem?

Apesar de parecer um pesadelo para anunciantes, o Google não trata essa ferramenta como um "adblock", mas sim chama a funcionalidade de "white filter", bloqueando apenas determinados tipos de anúncios considerados intrusivos. A novidade ainda permite que sejam mostrados quatro formatos para o desktop e oito para o mobile — previamente estabelecidos.

Consumidor empoderado

Essa função vai ao encontro do momento em que o consumidor busca muito mais do que informação e produtos, ele quer uma melhor experiência. Se no mercado físico, esse consumidor tornou-se exigente nos últimos anos, buscando vantagens além de preços na oferta de serviços e produtos, no meio digital é a mesma coisa.

Não é à toa que empresas como a Netflix e o Spotify seguem uma curva ascendente na contratação de seus serviços, quando oferecem aos seus clientes, justamente, nenhum tipo de publicidade intrusiva.

Na web, onde as possibilidades de marketing são inúmeras, infelizmente, a qualidade de ações publicitárias acaba não apenas atrapalhando a experiência do usuário, como também o deixam frustrado, fazendo-o até que comece a evitar páginas que lhe permitiram uma navegação traumática.

Tendência é aceita por empresas

Essa funcionalidade do Google tem sido testada desde junho do ano passado. Segundo Cris Camargo, diretora-executiva do IAB Brasil, essa ideia parte de um processo iniciado em 2017 com a criação do Coalition for Better Ads (CBA), união de anunciantes e plataformas em busca de tornar a inserção publicitária menos intrusiva. Além do Google, mais de 25 empresas compõem a CBA, entre elas Unilever, Facebook, Reuters, The Washington Post, Omnicon, P&G, Microsoft, Publicis e também a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA).

"Outros levantamentos já nos indicavam a necessidade de uma movimentação para impedir que o ambiente digital se torne insustentável", diz Cris Camargo, ponderando que a estratégia é também gerar um tráfego de audiência mais qualificada. "Um ambiente mais limpo permitirá a oferta de publicidade mais criativa e de valor agregado", ressalta Cris para o Meio & Mensagem (https://goo.gl/WrkKTs).

O que esperar do bloqueador do Google?

Um relatório da consultoria Axios aponta que, inicialmente, apenas 1% dos editores de regiões que terão o bloqueador embarcado no Chrome serão afetados. Isso porque, muitos não são compatíveis com as novas exigências. Além disso:

Os sites que violam os novos padrões terão 30 dias para remover os anúncios ofensivos de seus sites ou o Google bloqueará seus anúncios.
O Google revelou que 37% dos sites, anteriormente encontrados em violação dos padrões do CBA, corrigiram seus problemas de publicidade antes do lançamento do bloqueador de anúncios — como Los Angeles Times, Chicago Tribune e Forbes.
Ainda não há previsão de quando o "white filter" chegará ao Brasil, porém é necessário que grandes publishers fiquem preparados para a mudança. Isso porque, o Chrome representa no Brasil, segundo o Instituto Verificador de Circulação (IVC), 74% do tráfego de PCs e um índice de adblock de 17,5%. O Firefox, que gera 19% do tráfego, tem 21,6% de uso de bloqueadores.

Jornais e revistas: app é importante nessa mudança
Para oferecer melhor experiência ao usuário, essa funcionalidade do Google oferece uma enorme oportunidade para portais que possuem grande aderência no mobile. É o momento ideal para qualquer veículo jornalístico, que se proponha a atrair o seu leitor, investir em formas de atingi-lo com inteligência, praticidade e dinamismo. Uma melhor experiência no geral.

A Mundiware, empresa de tecnologia especializada em sistemas digitais para jornais, oferece a criação de apps ideais para a publicação e disseminação de postagens aos usuários. Isso garante ainda mais segurança e credibilidade para a empresa jornalística, além da possibilidade de aumento da audiência fidelizada.

O serviço FastNews, desenvolvido pela empresa, é ideal para o jornal ou revista apresentar conteúdo próprio e original de forma instantânea aos seus usuários. O aplicativo disponibiliza diversos benefícios para os leitores e ainda apresenta o push como ferramenta de acionamento para o leitor. Tudo prático e dinâmico, como a informação deve ser difundida em smartphones.

Com o sistema FastNews App, é possível que o app da sua empresa:

- Envie push ao seu leitor das principais notícias ao longo do dia;
- Dê liberdade ao seu usuário de enviar sugestões de pauta e conteúdo direto do aplicativo;
- Rentabilize com anúncios exclusivos para o seu APP.

Para saber mais, acesse: fastnews.mundiware.com?o=dino

Com informações: Meio & Mensagem, E-Commerce Brasil.

Website: http://www.mundiware.com/br?o=dino


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