Brasil,

Quarta, 02 Março 2016

Sistema FIRJAN: contra a recessão, a receita é mudança na postura fiscal e reformas estruturais

Os resultados do PIB divulgados hoje confirmaram a forte recessão pela qual passa economia brasileira. A queda de 3,8% do PIB no ano passado é a maior desde 1996. Como se não bastasse, as projeções de 2016 apontam para outro ano de forte retração. Esse quadro é disseminado, mas afeta com maior intensidade dois determinantes da capacidade de crescimento futuro do país: os investimentos (-14,1%) e a indústria de transformação (-9,7%). Com efeito, ambos voltaram no tempo, o primeiro ao nível de 2009 e o segundo, ao de 2005.

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PIB brasileiro cai 3,8% em 2015 e Banco Central mantém taxa de juros

O PIB brasileiro apresentou retração de 3,8% em 2015, após registrar crescimento zero no ano de 2014. A queda, menor do que os 3,9% projetados pelos analistas, decorre de uma retração de 1,4% do PIB na comparação com o trimestre imediatamente anterior, tendo sido fortemente influenciada pela diminuição de 6,2% da indústria, seguida pela retração de 2,7% do setor de serviços. Sob a ótica da despesa, o investimento liderou a retração em 2015, ao cair 14,1% na comparação com o ano anterior, seguido pela queda de 4% no consumo das famílias e de 1% no consumo do governo. Apenas a agropecuária (na ótica da oferta), com crescimento de 1,8%, e as exportações líquidas (na ótica da despesa), com crescimento de 6,1%, apresentaram resultados positivos no ano, mas insuficientes para levar o PIB para o quadrante positivo. Dentro da indústria, chama atenção a redução de 9,7% na produção da indústria de transformação, o que, em parte, explica a queda de 14,3% na importação de bens e serviços. Diante do cenário nacional recessivo e do cenário internacional incerto, marcado pelas desvalorizações cambiais, pelo baixo crescimento e pelos juros negativos, o COPOM decidiu, na noite de ontem, manter a taxa SELIC em 14,25% ao ano, com apenas dois votos pedindo o aumento de 0,5% nos juros.

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Queda dos aluguéis favorece novos negócios

Segundo Índice FipeZAP, preços dos imóveis residenciais para locação tiveram queda real de mais de 12% em 2015. Franqueado da rede de cursos profissionalizantes CEBRAC aproveitou momento generalizado de baixa e conseguiu desconto de R$ 1 mil no aluguel do prédio de sua nova unidade

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Como reduzir os custos com planos de saúde para funcionários?

No último ano, as empresas tiveram um aumento médio de 14,8% nos custos de planos de saúde para funcionários na comparação com o ano de 2014. Além disso, o custo médio por trabalhador saltou de R$ 196,17 em 2014 para R$ 225,23 em 2015. Com o avanço, as despesas com planos de saúde passaram a representar o equivalente a 11,54% dos gastos com a folha de pagamentos. Em 2012, o índice representava o equivalente a 10,38%. Os dados constam no estudo realizado pela Mercer Marsh Benefícios.

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Crise: oportunidade para aperfeiçoar a governança

Ao longo desses 20 anos, o valor resultante da boa governança tem sido tangibilizado a partir de situações de crise. Foi assim no início do milênio quando os escândalos corporativos como Enron, Tyco, WorldCom, deixaram os mercados perplexos com a dimensão das fraudes empresariais e as perdas colossais de todas as suas partes interessadas. Menos de uma década depois, em 2008, o mundo voltou a ficar atônito com a crise financeira internacional, como consequência da derrocada de muitos bancos nos Estados Unidos e Europa, na sequência da crise do mercado de hipotecas dos Estados Unidos. Ao lado de fatores estruturais e sistêmicos, a fragilidade da governança nessas instituições foi claramente evidenciada entre as causas da crise que foi a maior desde a quebra da bolsa de Nova York, em 1929.

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