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Covid 19: Campanha alerta para aumento dos casos violência doméstica

O crescimento de casos desde o início da pandemia no Brasil provocou empresas e organizações a lançarem campanhas para estimular mulheres a denunciarem. O Grupo Sabin se une à causa para ajudar as vítimas a romperem o silêncio.

Recomendadas pelas autoridades de saúde para conter a propagação do novo Coronavírus, as medidas de isolamento social provocaram mudanças sociais significativas e lançaram luz para um problema antigo, que atinge mulheres de todo o mundo: a violência doméstica.

De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, somente entre os meses de março e abril deste ano, houve um aumento significativo de atendimentos de casos relativos à violência doméstica no telefone 190. Somente em São Paulo, o crescimento chegou a 45% de ocorrências registradas. Além disso, o estudo destaca um importante aliado da causa: as redes sociais. Impedidas de sair de casa, as vítimas não conseguem ir até uma unidade policial registrar ocorrência e é por meio das redes que chegam muitas denúncias. Segundo o balanço, de todos os relatos feitos nas redes, 431% foram de brigas de casal e mais da metade (53%) foram publicados apenas no mês de abril.

A Coordenadora do Movimento Permanente de Combate à Violência Doméstica do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Maria Cristiana Ziouva, chama a atenção para o aumento dos casos de violência: "Estamos recebendo informações dos tribunais de Justiça de todo o país. Os casos de violência doméstica e de feminicídio aumentaram significativamente nesse período de isolamento". O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por exemplo, registrou um aumento de 50% nos casos de violência doméstica durante o período de confinamento.

A fim de mudar esta triste realidade, instituições e empresas desenvolvem projetos que ajudem as vítimas a romperem o silêncio. O Tribunal de Justiça de São Paulo, por exemplo, lançou o projeto "Carta de Mulheres", onde as mulheres acessam o formulário on-line12 e uma equipe especializada responderá com as orientações. A sociedade civil organizada também segue implementando iniciativas para apoiar as mulheres em situação de violência doméstica durante a pandemia. A plataforma ‘Mapa do Acolhimento’ lançou o #TôComElas conectando mulheres que sofreram violência a advogadas e psicólogas voluntárias. Os Institutos Justiça de Saia, Bem Querer Mulher e Nelson Willians lançaram a força-tarefa ‘Justiceiras’, que reúne voluntárias para oferecer orientações gratuitas às vítimas de violência por whatsapp e telefone.

O setor privado também está se mobilizando na causa. O Grupo Sabin Medicina Diagnóstica, reconhecido por ser uma empresa de ‘alma feminina’, lançou o projeto "Quarentena sem violência", um guia que orienta as colaboradoras as formas de atuar diante de uma situação de violência ou ajudar pessoas que enfrentam este tipo de prática. O conteúdo produzido com base na Lei Maria da Penha, auxilia mulheres a identificarem os sinais de relações abusivas, destaca os tipos de violência mais comuns, o ciclo da violência no âmbito familiar, as formas de denunciar e os aplicativos que auxiliam em momentos de tensão, entre outros detalhes.

De acordo com a Presidente Executiva do Grupo Sabin, Dra Lídia Abdalla, o documento é uma forma de acolher colaboradores que possam passar por este tipo de violência e mostrar que o mais importante é que elas saibam que não estão sozinhas. "O Grupo Sabin é reconhecido por ser uma empresa que valoriza a diversidade e investe na força da mulher e é em momentos tão delicados como estes que estreitamos mais ainda nossas conexões com estas mulheres, para que saibam que estamos juntos na batalha contra esta realidade", destaca a Executiva.

O guia destaca casos de violência não relatados por mulheres, mas que são práticas comuns que agressores têm adotado durante a quarentena. "Muitas mulheres são impedidas de higienizar as mãos com sabonete ou álcool-gel, por exemplo. Um risco à saúde e uma forma de violência grave", destaca a Presidente. O documento ratifica ainda outras formas de violência praticadas durante a pandemia, como a disseminação de informações erradas sobre a doença e o isolamento, como forma de exercer poder e controle. Além disso, o documento alerta como os agressores podem utilizar as restrições recomendadas para o controle da pandemia para reduzir o acesso a serviços e ao apoio psicossocial, como proibir a comunicação com familiares por redes sociais. "Com menos contato com sua rede afetiva, a mulher pode estar mais suscetível a atos de violência", finaliza.

Empatia na essência

Fundada por duas mulheres, as bioquímicas Janete Vaz e Sandra Soares Costa, a empresa tem 77% do quadro funcional dominado pela força feminina e aposta cada vez mais na gestão amparada por uma política de portas abertas, apoiando o capital humano e o protagonismo feminino.

Presente em todas as regiões do país, a empresa se destaca no mercado nacional de ter 74% dos cargos de liderança ocupados por mulheres. De norte a sul do país, são mais de 5.400 colaboradores oferecendo acesso à população brasileira serviços de saúde de excelência. "Nossos colaboradores seguem atuantes e incansáveis na busca por garantir que cada paciente esteja sempre no centro do cuidado. Por isso, estamos investindo cada vez mais na expansão dos nossos canais de atendimentos e ampliando o nosso portfólio, para promover a cada um dos nossos clientes uma experiência bem sucedida com nossos serviços", destaca a executiva.

"Somos uma empresa reconhecida pelo acolhimento e cuidado com nossos profissionais e, ainda diante dos desafios e adversidades da pandemia, seguimos adotando medidas de enfrentamento para proteger cada colaborador. Cuidamos de vidas, tanto dos pacientes como dos nossos profissionais e este projeto reafirma o nosso propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas", finaliza.


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