Brasil, 26 de Abril de 2019

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BlueLab supera falência e fatura R$ 2,8 milhões, com previsão de dobrar valor em 2018

Empresa, que neste ano dobrou o faturamento mensal só no primeiro semestre, implantou modelo de negócios inovador e se consolidou no mercado de bots no Brasil

Passados dez anos de sua fundação no Brasil, em 2008, a BlueLab consolidou-se na área de automação de atendimento no país, com o desenvolvimento e a implementação de bots de voz e chat complexos para empresas dos mais variados segmentos.

Os números confirmam o bom momento da BlueLab no mercado nacional: a empresa tem dobrado de tamanho a cada dois anos, e registrado um crescimento anual de 50%, que deve ser mantido até 2022.

Atualmente, a empresa conta com 22 colaboradores, entre sócios, equipe técnica e comercial. Em 2017, o faturamento da empresa chegou a R$ 2,8 milhões. Este ano, o faturamento mensal dobrou, comparado à média do ano passado, e a perspectiva é fechar este ano com mais de 100% de crescimento no faturamento. A estimativa é de que haja um crescimento ainda mais acelerado em função da recente divulgação do projeto desenvolvido para a Sky.

Este ano, a BlueLab implantou, em parceria com a operadora, o primeiro robô de voz complexo a realizar, no Brasil, um diagnóstico técnico e preciso para atendimento receptivo ao cliente em larga escala. Com apenas três meses de operação, a eficiência do robô reduziu pela metade o tempo de atendimento dos motivos técnicos em que ele atua, solucionando completamente o problema do cliente sem intervenção de atendentes humanos, em 54,6% das chamadas.

A tecnologia da BlueLab foi destaque neste mês de setembro durante o Conarec - Congresso Nacional das Relações Empresa–Cliente, realizado em São Paulo. O case foi apresentado ao público presente por Mordechai Marcus Guertzenstein, Diretor de Relacionamento com o Cliente e Transformação Digital da Sky, que trouxe um panorama sobre as transformações trazidas pelo robô da BlueLab no serviço de atendimento ao cliente da operadora.

Mas nem sempre os ventos desse segmento sopraram a favor da empresa. Após três anos de existência, ela passou por um período de grande instabilidade e quase encerrou suas atividades por aqui. Isso porque o mercado de bots estava desacreditado após a tentativa de algumas grandes empresas implementarem, sem sucesso, a tecnologia no atendimento ao cliente.

"O mercado de voz estava muito 'queimado', as empresas não acreditavam na tecnologia. Isso porque o brasileiro, diferentemente dos norte-americanos, além de não estar acostumado com autosserviço, fala uma língua muito mais complexa. Some a isso o fato de a BlueLab ser, na época, uma empresa relativamente nova, sem capital, sócios famosos ou clientes consolidados", relembra Mateus Azevedo, um dos sócios da empresa.

A guinada

A "virada" da empresa viria com a adoção do modelo de negócios "try and by", em 2013, quando a BlueLab deixou de vender sua plataforma, passou a não cobrar pelo piloto e começou a vincular a contratação a uma taxa mínima, agressiva e pré-acordada, de retenção. Todas essas garantias aliadas a um modelo de bot SaaS completo, com pagamento 100% por performance.

"Além disso, o mercado mudou muito nesses últimos anos, especialmente a partir de 2017. Antes, era uma tarefa árdua convencer o cliente sobre os benefícios de um bot, agora o fluxo está totalmente inverso", comenta Baumer. "Ele já entendeu a importância dos bots. Até as empresas de terceirização de call center, que tinham uma resistência grande, entenderam a adoção da tecnologia como estratégica e importante para aumentar a produtividade e reduzir os custos na operação", acrescenta Marcelo Arakaki, também sócio e um dos fundadores da BlueLab.

Concorrendo hoje com empresas do porte da Microsoft e IBM, a BlueLab atua desde o desenvolvimento da persona do robô e sua implementação até o suporte técnico, incluindo a evolução da base de conhecimento contínua, infraestrutura de TI e integrações, sem custos adicionais.

"Costumo dizer que sempre fomos no rumo contrário ao de todos os concorrentes. Enquanto todo mundo cobrava por resposta, nós cobrávamos por retenção, saving share, ou qualquer modelo de resultado acordado juntamente com o cliente", conta Baumer. "Todos vendiam a plataforma e ofereciam à parte a equipe de conteúdo, enquanto nosso preço incluía desde a nuvem, o suporte técnico e integrações, até a evolução da base de conhecimento. Só assim conseguíamos entregar resultados tão diferenciados", acrescenta.

Mateus acrescenta que também contribuiu para o sucesso e crescimento da empresa o fato de BlueLab ter um console próprio para criação de bots (Botstudio), evoluído pela demanda real do mercado brasileiro, e aliado à qualidade técnica do time de designers de diálogo, que conhece muito de atendimento e da plataforma implantada.

Sobre a BlueLab

Fundada em 2008, a BlueLab é uma empresa de automação de atendimento, que usa bots de voz e chat. Oferece serviço completo aos seus clientes, desde o desenvolvimento da persona do robô, implementação, até o suporte técnico, incluindo a evolução da base de conhecimento contínua, infraestrutura de TI e integrações, sem custos adicionais. Alguns dos seus principais clientes são Sky, Itaú, GloboPlay, Centauro, Teleperformance, Pascholatto, Siscom, Certisign, Estácio, Dufry, Previsul e Mercedes-Benz. A BlueLab já foi premiada pela Associação Brasileira de Teleserviços (ABT), Revista Época, Reclame Aqui e Frost & Sullivan. Para mais informações, acesse: www.bluelab.com.br.

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