Brasil, 16 de Agosto de 2018

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Barn: uma forma diferente de pensar Venture Capital no Brasil

Menos é mais! VC adota modelo de investir tickets maiores em menos empresas e apostar em startups nos setores com real potencial de crescimento

São Paulo – Uma Venture Capital criada para atender às particularidades do mercado brasileiro. Essa é a proposta da Barn Investimentos, empresa nacional com atuação nos estágios de investimento semente e Série A, com ticket grande de aporte concentrado em um número reduzido de empresas, modelo inovador em relação ao que é tradicionalmente praticado pelos gestores de venture capital.

"Estamos convictos que o modelo de investimento que funciona em outros países, especialmente nos Estados Unidos, não necessariamente se aplica ao Brasil, com suas peculiaridades fiscais, tributárias e culturais. A fim de estarmos mais presentes nas investidas e gerar valor aos empreendedores brasileiros, tentamos ser mais assertivos nas apostas e concentramos mais os riscos, indo contra a máxima do "spray and pray" do mercado. Também evitamos as burocracias e os processos longos típicos do país. Conosco, a aprovação do negócio é rápida, prática e eficiente", explica Flavio Zaclis, sócio-fundador da Barn.

A ideia surgiu quando Flavio, empreendedor e investidor de capital de risco com mais de 15 anos de experiência, identificou a oportunidade de se fazer venture capital no brasil de uma forma mais "tropicalizada", ou seja, de acordo com os desafios próprios do ainda incipiente ecossistema nacional de startups. A Barn (celeiro, em inglês) quer "abrigar" os empreendedores brasileiros, estimulando e acompanhando de perto o desenvolvimento de suas ideias e produtos.

"Queremos encontrar as moscas brancas. Buscamos empreendedores que trazem algo inovador e inédito para o mercado", afirma Zaclis. Prova disso é a agritech Strider, empresa brasileira do portfólio da Barn pioneira na criação de soluções integradas para o campo. A Barn foi o primeiro fundo a investir na Strider, fundada em 2013 e que, ao longo dos anos, se tornou a principal startup agrícola do país. Recentemente, foi comprada pela Syngenta, gigante suíça do agronegócio.

Desde 2013, já foram investidos cerca de R$ 30 milhões na Strider e outras cinco startups, de setores como educação (Nutrebem) bens de consumo (Trocafone) e economia compartilhada (Worldpackers). A Barn procura negócios com potencial de demanda global, além de modelos de negócios que atendam exclusivamente ao mercado brasileiro, nos setores e industrias onde o mercado nacional é grande o suficiente para a empresa se concentar apenas no Brasil. Empreendedores novatos ou que já tenham alguma experiência prévia são igualmente bem-vindos. Em 2018, a previsão é que a Barn invista em pelo menos 3 empresas, com aportes na ordem de R$ 2 a 3 milhões em startups em early stage.

"Vamos identificar empresas que podem solucionar problemas nacionais com suas respectivos produtos e serviços. E queremos ser vistos pelos empreendedores como investidores parceiros, que conhecem o mercado e as dificuldades de empreender no país. Sabemos que não existem garantias, mas estamos dispostos a correr riscos juntos e tentar encurtar o caminho até o sucesso, evitando erros já conhecidos", acrescenta Thiago Mendes, sócio da Barn juntamente com Flavio Zaclis.


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